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Os casamentos falhados, as desilusões amorosas e a morte do irmão (ao qual estava ligada por fortes laços afectivos) marcaram profundamente a sua vida e obra.
A poetisa que sofria de graves problemas de saúde, sobretudo de ordem psicológica, morreu em Matosinhos em Dezembro de 1930. A causa da sua morte, comunicada oficialmente, foi um “edema pulmonar”.
Escolhemos o seu poema “Amar”, o qual faz parte da obra “Charneca em flor” (1931), cantado e musicado pela fadista portuguesa Teresa Silva Carvalho.
