POESIA AO AMANHECER – 396 – por Manuel Simões carlosloures 12 anos ago MADALENA FÉRIN ( 1929 – 2010 ) AQUI É O LUGAR aqui é o lugar onde a tristeza tem a fundura de um poço e o rosto da ausência aqui onde os meus ombros estão submersos coincidentes de lonjura e permanência seja um poema onde a água é sempre perto água e música de limos contra as rochas seja apenas a imagem nos espelhos crescendo de silêncio contra os ossos mas se te escrevo água água liberta soletrando o teu nome bebendo o teu fulgor aqui sobre esta página o mar suba me inunde me dissolva em seu furor (da antologia “Nove Rumores do Mar”) Poetisa e romancista açoriana. Incluída na “Antologia da Poesia Açoriana do Séc. XVIII a 1975”, de Pedro da Silveira (1975). Obra poética: “Poemas” (1957), “Meia-Noite no Mar” (1959, 2ª ed. 1984), “A Cidade Vegetal” (1987), “O Anjo Fálico” (1990). Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print POESIA AO AMANHECER – 458 – por Manuel SimõesDate6 de Junho de 2014In relation toLiteraturaPOESIA AO AMANHECER (20) – por Manuel SimõesDate26 de Agosto de 2012In relation toGeralPOESIA AO AMANHECER – 103 – por Manuel SimõesDate14 de Dezembro de 2012In relation toGeral