POESIA AO AMANHECER – 452 – por Manuel Simões carlosloures 12 anos ago ARMINDO TREVISAN ( 1933 ) POR QUE QUEBRAR AS ASAS? Por que quebrar as asas contra o muro? Também a carne tem as suas leis. Deixa que as asas vinguem, e flutuem na luz, ou no vazio do deserto. Mas é preciso dar-lhes, sobre o espaço, um gole de ar, o mesmo ar que se aspira onde a existência é leve borboleta, e dá suporte aos versos do poeta. (de “A dança do fogo”) Poeta e ensaísta. Da sua obra poética citamos: “A surpresa do ser” (1967), “O abajur de Píndaro/ A fabricação do real” (1975), “A dança do fogo” (1995). Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print POESIA AO AMANHECER – 75 – por Manuel SimõesDate7 de Novembro de 2012In relation toGeralPOESIA AO AMANHECER – 82 – por Manuel SimõesDate16 de Novembro de 2012In relation toLiteraturaPOESIA AO AMANHECER – 216 – por Manuel SimõesDate6 de Junho de 2013In relation toLiteratura