
II
Então se reabre o silêncio, a geometria ilegível da água. Um leve respirar anima o labirinto, parece insinuar-se nos interstícios do sonho, da incrível dissemetria: a tensão contra o equilíbrio. Uma forma limita o caos, a lenta desintegração da substância amorfa, trazendo à superfície a breve intuição do mito que naufraga.
