Em suma, deduziu Anthony Eliot, “o Iraque já não existe, a pressão militar sobre Damasco tenderá a aumentar, o destino da actual Jordânia – e também do Líbano – estará interligado com o que os Estados Unidos e Israel, com a conivência do Egipto de Al Sisi, farão à Palestina e aos palestinianos – que têm cada vez menos poder reivindicativo. Não devemos perder de vista que o Hamas será sempre um braço potencial deste renascido bloco sunita agregado em torno do Exército Islâmico”, advertiu Eliot.
José Goulão, Bruxelas, Charles Hussain, Beirute