A COLUNA DE OCTOPUS – PORTUGAL PODE SER UM DOS PRÓXIMOS ALVOS DE ATENTADOS TERRORISTAS
carlosloures
Os atentados terroristas têm-se multiplicado de forma crescente nestes últimos anos, agora meses ou semanas. Este tipo de atentados vão aumentar, tendo como alvo mais países europeus.
As principais capitais europeias já foram atingidas: Paris, Madrid, Londres ou Bruxelas. O próximo objectivo, tudo leva crer, são os países europeus periféricos, para mostrar que qualquer país pode ser atingido.
Neste contexto, Portugal pode ser o próximo alvo por várias razões.
Portugal alvo potencial.
Dos países periféricos europeus, Portugal é um país que pertence à NATO, tem relações privilegiadas com os Estados Unidos (base da Lajes), tem um governo pouco ortodoxo em relação aos padrões da Comissão Europeia e é acessível a qualquer penetração terrorista.
É de crer que a ameaça terrorista se queira espalhar por toda a Europa, nos próximos meses, deixando de se focar no países europeus dominantes, o que já fizeram.
Segundo o padrão dos recentes atentados, a alvo é sempre a capital desses países, portanto no caso português será sempre Lisboa.
Os alvos privilegiados em Lisboa são:
– A ponte 25 de Abril, símbolo nacional com um comboio que passa por baixo dela.
– O metro, usado habitualmente para fazer um número de vítimas elevado, neste caso toda a rede lisboeta pode ser alvo de atentados.
– Uma estação ferroviária importante, tal como a gare do Oriente, e em menor grau a estação de Santa Apolónia ou do Cais do Sodré.
– Aeroporto de Lisboa.
– Os dois principais centros comerciais: Colombo e Vasco da Gama.
– Um evento desportivo futebolístico internacional, como o do programado Portugal-Bélgica ou outro.
A tranquilidade dos países periféricos europeus deve-se preparar para atentados suicidas futuros.
Surpreendentemente, o “fanatismo” religioso que os média referem como a causa destes atentados suicidas, nunca têm como alvo locais de culto religioso como o Vaticano, Fátima ou Notre-Dame. Curiosamente também nunca atingem edifícios militares ou centros de decisões da União Europeia, teoricamente os promotores de todos os pecados atribuídos ao ocidente.