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COMPOSITORES FAMOSOS – Handel – por Luís Rocha

 

 

 

 

Georg Friedrich Handel – A gloria do barroco Inglês

 Nasceu em 23 de Fevereiro de 1685 na cidade de Halle (Saxónia), onde no centro da cidade se ergue um monumento dedicado a este grande músico. Aos 11 anos, por ocasião de uma viagem a Berlim, para conhecer a corte de Frederico III, conquistou de tal modo o aplauso e admiração de todos, pelo seu domínio de tecla, que o rei pediu ao pai que o deixasse sob a sua protecção, a fim de lhe proporcionar uma formação musical adequada.

 

Mais tarde foi viver para Hamburgo e aí compôs as suas primeiras óperas: Paixão Segundo S. Mateus (1704) e Nero (1705). Seguiu depois para Itália (Florença) onde em 1708 estreou Rodrigo. Em 1712 instalou-se definitivamente em Londres e aí estreou Il Pastor Fido e Teseo, o Te Deum (Utrech) e o Jublilate, cantados no dia 7 de Julho de 1713 na Catedral de S. Paulo.

 

O quadro de Il Canaletto, ao lado, representa uma vista de Londres com o Tamisa em primeiro plano. Foi este rio que, em 1717,

serviu de cenário à estreia da  Música Aquática, uma das suas obras instrumentais de maior prestigio, por ocasião de uma festa náutica dada pelo rei Jorge I de Inglaterra.

Reconhecido como o maior compositor de oratórios que o século conheceria, faleceu com 74 anos e foi sepultado na Abadia de Westminster. No funeral cantou-se o seu Funeral Anthem . A única produção de Handel que pode considerar-se o germe da ópera em Inglês é Semale, oratório profano escrito em 1744. Entre todos os oratórios, os que permaneceram ao longo dos séculos, como obra-prima são sem dúvida, Saul, Israel in Egypt e, acima de tudo Messiah (a obra máxima do compositor) que se pode apreciar no vídeo (Handel – Messiah – Hallelujah Chorus) que se segue:

 

 

Na sua vasta obra é ainda de referir a música para os Reais Fogos de Artificio Firewors Music, The Choice of Hercules, Glória Patris, Salve Regina e 6 aleluais para soprano, Cappriccio em sol menor, Fantasia em dó maior, Forest Music para violino e cravo.

 

Merece também destaque, pela sua musicalidade, a obra Sarabande, com uma interpretação genial de Maksim Mrvica, como podem comprovar

 

 

Base da informação : colecção “Enciclopédia Salvat dos Grandes Compositores” – Xosé Aviñoa

 

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