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As Quatro Estações – Memórias de um Portugal Maior, de José Maria Rodrigues da Silva

Romance epopeia apresentado 12 anos após a transferência de Macau para a China

 

Doze anos depois da transferência da administração de Macau das mãos de Portugal para as da República Popular da China, a Fundação Casa de Macau, na Praça do Príncipe Real, em Lisboa, acolhe a apresentação do romance As Quatro Estações – Memórias de um Portugal Maior, do juiz conselheiro e escritor José Maria Rodrigues da Silva. A sessão decorre, amanhã, 15 de Dezembro, pelas 18:30 horas, cinco dias antes de se assinalar o fim da administração portuguesa daquele território.

 

A obra, um reencontro das marcas deixadas pelos grandes navegadores portugueses em Macau, Goa, Malaca, Nagasaqui, Tanegashima e no Brasil, será apresentada por Alberto Carvalho, professor de Literatura da Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. No final, servir-se-á um chá, seguindo o ritual oriental.

 

 

O autor do livro, José Maria Rodrigues da Silva, nasceu em Almada, em 1932. Foi advogado, professor, juiz nos Tribunais de Trabalho, juiz desembargador na secção cível do Tribunal da Relação de Évora e na secção social do Tribunal da Relação de Lisboa, juiz conselheiro do Supremo Tribunal Administrativo e do Tribunal Superior de Justiça de Macau. A sua obra abarca o ensaio, o romance, a poesia e o teatro.

 

Transferência de Macau para a China

 

A administração de Macau (agora denominada Região Administrativa Especial de Macau) foi transferida para a República Popular da China a 20 de Dezembro de 1999. Os portugueses estabeleceram-se neste território, em 1557, data em que terá sido fundada a cidade de Macau. A governação formal portuguesa durou mais de quatro séculos, transformando este território, situado a 10 mil quilómetros de Portugal, num ponto de encontro entre o Ocidente e o Oriente.

 

 

 

 

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