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Apresentação de O Xadrez sem Mestre, romance de Carlos Loures

 


 

 (Capa com base num quadro de Adão Cruz)

 


Numa tarde da Primavera de 2008, um professor de Literatura da Universidade de São Paulo, grande teórico de xadrez, é assassinado a tiro numa cafetaria da Baixa lisboeta. A partir deste crime desenrolar-se-á uma complexa teia de situações, envolvendo múltiplas personagens e as relações entre elas. “Xadrez” é, pois, aqui interpretado numa múltipla acepção: de jogo, de símbolo de cárcere e de mosaico de situações. A narrativa, construída como um thriller, viaja entre a actualidade e o final dos anos 60, às lutas académicas, às prisões, às torturas infligidas pela polícia política, à guerra colonial. Esta obra faz parte de uma trilogia de romances, autónomos, com histórias, personagens e épocas diferentes (que têm como ponto de partida 1968, o annus horribilis para o regime ditatorial). É na interacção entre épocas e personagens diferentes que se baseia a lógica narrativa dos três livros – Talvez um Grito, A Mão Incendiada e O Xadrez sem Mestre.

 

Pedidos, em Portugal, a Âncora Editora: ancora.editora@ancora-editora.pt

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