Outras palavras do quotidiano atual, como “manifestação”, “cortes”, “TSU” ou “democracia” ocupam também os lugares cimeiros.
Muito embora isto não passe de uma campanha de marketing da editora, há, de facto, palavras que marcaram o ano e que devem ficar para a reflexão coletiva do que queremos, como sociedade, fazer para 2013.
Em 2012 o “desemprego” aumentou enormemente, ultrapassando os 15%; a “precariedade”, por seu lado, também subiu e tudo por causa do cumprimento do “memorando” da “troika” que um milhão de pessoas rejeitaram na “manifestação” de setembro “que se lixe a troika!”. O “Governo” recuou nas alterações à “TSU” fingindo que tinha sido apenas essa a “reinvindicação” popular. No entanto, e apesar das medidas que destruiram o emprego, a “economia” e os “serviços públicos”, a “dívida” continuou a subir já tendo ultrapassado 120%. “Basta”!
