Category Archives: Linguagem

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho Calero, no centro da Galáxia, 1980 – Ernesto V. Souza

A história, a contrário do que se nos aprende na idade escolar, não é uma evolução graduada e progressiva de feitos, fatos, sucessos, personagens, grupos, ideias e acontecimentos, as mais das vezes é uma sucessão de mudanças, de alterações súbitas,

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho Calero, no centro da Galáxia, 1980 – Ernesto V. Souza

A história, a contrário do que se nos aprende na idade escolar, não é uma evolução graduada e progressiva de feitos, fatos, sucessos, personagens, grupos, ideias e acontecimentos, as mais das vezes é uma sucessão de mudanças, de alterações súbitas,

A GALIZA COMO TAREFA – conjugando futuros – Ernesto V. Souza

Na última Assembleia da AGAL (Associaçom Galega da Língua) foi anunciado o lançamento do projeto do completo conjugador verbal que complementa o não menos completo Dicionário Estraviz. O popular e-estraviz, versão eletrônica, atualizada e mais completa do clássico dicionário da

A GALIZA COMO TAREFA – conjugando futuros – Ernesto V. Souza

Na última Assembleia da AGAL (Associaçom Galega da Língua) foi anunciado o lançamento do projeto do completo conjugador verbal que complementa o não menos completo Dicionário Estraviz. O popular e-estraviz, versão eletrônica, atualizada e mais completa do clássico dicionário da

CARTA DE BRAGA – “das pessoas concretas” por António Oliveira

A cena passa-se no Jornal ‘Público’ do dia 18 de Março. ‘O que é preciso é uma aproximação às pessoas concretas’, a frase de Marcelo lida pelo cliente sentado num banco ao balcão do Bartoon. O dono do bar responde de

CARTA DE BRAGA – “das pessoas concretas” por António Oliveira

A cena passa-se no Jornal ‘Público’ do dia 18 de Março. ‘O que é preciso é uma aproximação às pessoas concretas’, a frase de Marcelo lida pelo cliente sentado num banco ao balcão do Bartoon. O dono do bar responde de

A GALIZA COMO TAREFA – leais conselheiros – Ernesto V. Souza

Como galego de nação e até de costumes, quanto mais tempo passo pelo mundo fora, mais países do espaço latino percorro e mais leio em línguas romances, mais confirmo a minha sensação de que a ideia que se me apresenta

A GALIZA COMO TAREFA – leais conselheiros – Ernesto V. Souza

Como galego de nação e até de costumes, quanto mais tempo passo pelo mundo fora, mais países do espaço latino percorro e mais leio em línguas romances, mais confirmo a minha sensação de que a ideia que se me apresenta

CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – O SENSO DE HUMOR, A GRAMÁTICA E OS SEUS CONTRÁRIOS

  😎       🙂      🙂     lol    …e etc. Estas e outras sinalefas (e mais umas tantas que a minha incapacidade cultural não consegue de todo abarcar) fazem parte, aparecem hoje frequentemente em comunicações, missivas e vária informação digital, como se sabe

CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – O SENSO DE HUMOR, A GRAMÁTICA E OS SEUS CONTRÁRIOS

  😎       🙂      🙂     lol    …e etc. Estas e outras sinalefas (e mais umas tantas que a minha incapacidade cultural não consegue de todo abarcar) fazem parte, aparecem hoje frequentemente em comunicações, missivas e vária informação digital, como se sabe

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

CICLO DE PALESTRAS SOBRE ANTÓNIO BORGES COELHO, DE 22 A 26 OUTUBRO

Na semana de 22 a 26 deste mês de outubro a Editorial Caminho promove um ciclo de palestras sobre O Trabalho do Historiador. As sessões, abertas ao público, terão lugar na Livraria Buchholz (Rua Duque de Palmela, 4 – Lisboa),

CICLO DE PALESTRAS SOBRE ANTÓNIO BORGES COELHO, DE 22 A 26 OUTUBRO

Na semana de 22 a 26 deste mês de outubro a Editorial Caminho promove um ciclo de palestras sobre O Trabalho do Historiador. As sessões, abertas ao público, terão lugar na Livraria Buchholz (Rua Duque de Palmela, 4 – Lisboa),

A CANETA MÁGICA – Catarse ou catar-se (2) – por Carlos Loures

Nova versão de um texto que foi publicado no Estrolabio.     Catarse, substantivo feminino, é a expulsão daquilo que, sendo estranho à essência ou à natureza de um ser, o corrompe. É um processo de purificação. Embora não pareça, catar, o verbo transitivo,

A CANETA MÁGICA – Catarse ou catar-se (2) – por Carlos Loures

Nova versão de um texto que foi publicado no Estrolabio.     Catarse, substantivo feminino, é a expulsão daquilo que, sendo estranho à essência ou à natureza de um ser, o corrompe. É um processo de purificação. Embora não pareça, catar, o verbo transitivo,

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o