Category Archives: Linguagem

A GALIZA COMO TAREFA – pêndulo – Ernesto V. Souza

Na ilusão de liberdades, na miragem digital e na enchente de informação que chegou com internet talvez esquecemos, imprudentemente, aquele mito conservador, ou ameaça escolar, da história ser pendular. Assim, em nada, diremos: houve um tempo em que a internacionalização,

A GALIZA COMO TAREFA – pêndulo – Ernesto V. Souza

Na ilusão de liberdades, na miragem digital e na enchente de informação que chegou com internet talvez esquecemos, imprudentemente, aquele mito conservador, ou ameaça escolar, da história ser pendular. Assim, em nada, diremos: houve um tempo em que a internacionalização,

CARTA DE BARCELONA – Nadal en tres poemes – por JOSEP A. VIDAL

      MIGUEL TORGA Història antiga Hi havia una vegada, allà a Judea, un rei. Un mala bèstia, a més: Una cara de ruc sense ronsal I dues trenes llargues. La gent mirava, veia i entenia Que en aquell

CARTA DE BARCELONA – Nadal en tres poemes – por JOSEP A. VIDAL

      MIGUEL TORGA Història antiga Hi havia una vegada, allà a Judea, un rei. Un mala bèstia, a més: Una cara de ruc sense ronsal I dues trenes llargues. La gent mirava, veia i entenia Que en aquell

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses no século XVI a XVIII (ii) – Ernesto V. Souza

Ficou no ar, suspensa, como as espadas entre os capítulos famosos do singular combate de D. Quixote com o Biscainho, a pergunta que fazíamos na anterior entrega: A questão é, como consideravam os galegos cultos antes do Século XVIII as

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses no século XVI a XVIII (ii) – Ernesto V. Souza

Ficou no ar, suspensa, como as espadas entre os capítulos famosos do singular combate de D. Quixote com o Biscainho, a pergunta que fazíamos na anterior entrega: A questão é, como consideravam os galegos cultos antes do Século XVIII as

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses nos s. XVI-XVIII (i)- Ernesto V. Souza

Há anos e de quando em quando, numas dessas séries de diálogos e debates pela internet e ao vivo, tenho ido comentando, com certo eco e surpresa nos meus interlocutores galegos e portugueses, que a leitura dos livros portugueses nos

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses nos s. XVI-XVIII (i)- Ernesto V. Souza

Há anos e de quando em quando, numas dessas séries de diálogos e debates pela internet e ao vivo, tenho ido comentando, com certo eco e surpresa nos meus interlocutores galegos e portugueses, que a leitura dos livros portugueses nos

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho Calero, no centro da Galáxia, 1980 – Ernesto V. Souza

A história, a contrário do que se nos aprende na idade escolar, não é uma evolução graduada e progressiva de feitos, fatos, sucessos, personagens, grupos, ideias e acontecimentos, as mais das vezes é uma sucessão de mudanças, de alterações súbitas,

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho Calero, no centro da Galáxia, 1980 – Ernesto V. Souza

A história, a contrário do que se nos aprende na idade escolar, não é uma evolução graduada e progressiva de feitos, fatos, sucessos, personagens, grupos, ideias e acontecimentos, as mais das vezes é uma sucessão de mudanças, de alterações súbitas,

A GALIZA COMO TAREFA – conjugando futuros – Ernesto V. Souza

Na última Assembleia da AGAL (Associaçom Galega da Língua) foi anunciado o lançamento do projeto do completo conjugador verbal que complementa o não menos completo Dicionário Estraviz. O popular e-estraviz, versão eletrônica, atualizada e mais completa do clássico dicionário da

A GALIZA COMO TAREFA – conjugando futuros – Ernesto V. Souza

Na última Assembleia da AGAL (Associaçom Galega da Língua) foi anunciado o lançamento do projeto do completo conjugador verbal que complementa o não menos completo Dicionário Estraviz. O popular e-estraviz, versão eletrônica, atualizada e mais completa do clássico dicionário da

CARTA DE BRAGA – “das pessoas concretas” por António Oliveira

A cena passa-se no Jornal ‘Público’ do dia 18 de Março. ‘O que é preciso é uma aproximação às pessoas concretas’, a frase de Marcelo lida pelo cliente sentado num banco ao balcão do Bartoon. O dono do bar responde de

CARTA DE BRAGA – “das pessoas concretas” por António Oliveira

A cena passa-se no Jornal ‘Público’ do dia 18 de Março. ‘O que é preciso é uma aproximação às pessoas concretas’, a frase de Marcelo lida pelo cliente sentado num banco ao balcão do Bartoon. O dono do bar responde de

A GALIZA COMO TAREFA – leais conselheiros – Ernesto V. Souza

Como galego de nação e até de costumes, quanto mais tempo passo pelo mundo fora, mais países do espaço latino percorro e mais leio em línguas romances, mais confirmo a minha sensação de que a ideia que se me apresenta

A GALIZA COMO TAREFA – leais conselheiros – Ernesto V. Souza

Como galego de nação e até de costumes, quanto mais tempo passo pelo mundo fora, mais países do espaço latino percorro e mais leio em línguas romances, mais confirmo a minha sensação de que a ideia que se me apresenta

CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – O SENSO DE HUMOR, A GRAMÁTICA E OS SEUS CONTRÁRIOS

  😎       🙂      🙂     lol    …e etc. Estas e outras sinalefas (e mais umas tantas que a minha incapacidade cultural não consegue de todo abarcar) fazem parte, aparecem hoje frequentemente em comunicações, missivas e vária informação digital, como se sabe

CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – O SENSO DE HUMOR, A GRAMÁTICA E OS SEUS CONTRÁRIOS

  😎       🙂      🙂     lol    …e etc. Estas e outras sinalefas (e mais umas tantas que a minha incapacidade cultural não consegue de todo abarcar) fazem parte, aparecem hoje frequentemente em comunicações, missivas e vária informação digital, como se sabe

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa