Category Archives: Linguagem

CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – O SENSO DE HUMOR, A GRAMÁTICA E OS SEUS CONTRÁRIOS

  😎       🙂      🙂     lol    …e etc. Estas e outras sinalefas (e mais umas tantas que a minha incapacidade cultural não consegue de todo abarcar) fazem parte, aparecem hoje frequentemente em comunicações, missivas e vária informação digital, como se sabe

CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – O SENSO DE HUMOR, A GRAMÁTICA E OS SEUS CONTRÁRIOS

  😎       🙂      🙂     lol    …e etc. Estas e outras sinalefas (e mais umas tantas que a minha incapacidade cultural não consegue de todo abarcar) fazem parte, aparecem hoje frequentemente em comunicações, missivas e vária informação digital, como se sabe

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

CICLO DE PALESTRAS SOBRE ANTÓNIO BORGES COELHO, DE 22 A 26 OUTUBRO

Na semana de 22 a 26 deste mês de outubro a Editorial Caminho promove um ciclo de palestras sobre O Trabalho do Historiador. As sessões, abertas ao público, terão lugar na Livraria Buchholz (Rua Duque de Palmela, 4 – Lisboa),

CICLO DE PALESTRAS SOBRE ANTÓNIO BORGES COELHO, DE 22 A 26 OUTUBRO

Na semana de 22 a 26 deste mês de outubro a Editorial Caminho promove um ciclo de palestras sobre O Trabalho do Historiador. As sessões, abertas ao público, terão lugar na Livraria Buchholz (Rua Duque de Palmela, 4 – Lisboa),

A CANETA MÁGICA – Catarse ou catar-se (2) – por Carlos Loures

Nova versão de um texto que foi publicado no Estrolabio.     Catarse, substantivo feminino, é a expulsão daquilo que, sendo estranho à essência ou à natureza de um ser, o corrompe. É um processo de purificação. Embora não pareça, catar, o verbo transitivo,

A CANETA MÁGICA – Catarse ou catar-se (2) – por Carlos Loures

Nova versão de um texto que foi publicado no Estrolabio.     Catarse, substantivo feminino, é a expulsão daquilo que, sendo estranho à essência ou à natureza de um ser, o corrompe. É um processo de purificação. Embora não pareça, catar, o verbo transitivo,

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o

A GALIZA COMO TAREFA – reintegracionismo 3.0 – Ernesto V. Souza

As línguas de cultura são cousa frágil, condicionadas por catástrofes, sucessos, azares, acasos políticos, invasões, migrações, expulsões, genocídios, mudanças dinásticas, económicas e  sociais; por inventos, descobertas, modas; sujeitas ao capricho, às vontades, teimas higienistas, restauradoras, historicistas, ou reformistas das elites;

A GALIZA COMO TAREFA – reintegracionismo 3.0 – Ernesto V. Souza

As línguas de cultura são cousa frágil, condicionadas por catástrofes, sucessos, azares, acasos políticos, invasões, migrações, expulsões, genocídios, mudanças dinásticas, económicas e  sociais; por inventos, descobertas, modas; sujeitas ao capricho, às vontades, teimas higienistas, restauradoras, historicistas, ou reformistas das elites;

CARTA DE BRAGA – “O pobre está na moda!” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Um império, a saber pelo que li num sítio qualquer, é um território em expansão, integrando mesmo uma grande variedade de línguas e culturas, mas regido e regimentado por uma elite que faz questão de estar bem distante

CARTA DE BRAGA – “O pobre está na moda!” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Um império, a saber pelo que li num sítio qualquer, é um território em expansão, integrando mesmo uma grande variedade de línguas e culturas, mas regido e regimentado por uma elite que faz questão de estar bem distante

A GALIZA COMO TAREFA – cartas – Ernesto V. Souza

Escrevemos cartas, artigos de opinião, criticamos, protestamos, fazemos comentários nos jornais, postamos, rascunhamos notas nas redes sociais. Mas nada. A resposta é sempre a mesma e nenhuma. Tudo o mais apanhamos desprezo crispado e irritação dalguns mais fanáticos, ou dos

A GALIZA COMO TAREFA – cartas – Ernesto V. Souza

Escrevemos cartas, artigos de opinião, criticamos, protestamos, fazemos comentários nos jornais, postamos, rascunhamos notas nas redes sociais. Mas nada. A resposta é sempre a mesma e nenhuma. Tudo o mais apanhamos desprezo crispado e irritação dalguns mais fanáticos, ou dos

A N0SSA PENÍNSULA – 19 – A língua portuguesa – por Carlos Loures

  No passado sábado, 5 de Maio. foi o Dia da Língua Portuguesa. Esta data foi criada a partir de uma resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, em 20 de Julho de 2009, realizada em

A N0SSA PENÍNSULA – 19 – A língua portuguesa – por Carlos Loures

  No passado sábado, 5 de Maio. foi o Dia da Língua Portuguesa. Esta data foi criada a partir de uma resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, em 20 de Julho de 2009, realizada em

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da