Category Archives: Linguagem

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

CICLO DE PALESTRAS SOBRE ANTÓNIO BORGES COELHO, DE 22 A 26 OUTUBRO

Na semana de 22 a 26 deste mês de outubro a Editorial Caminho promove um ciclo de palestras sobre O Trabalho do Historiador. As sessões, abertas ao público, terão lugar na Livraria Buchholz (Rua Duque de Palmela, 4 – Lisboa),

CICLO DE PALESTRAS SOBRE ANTÓNIO BORGES COELHO, DE 22 A 26 OUTUBRO

Na semana de 22 a 26 deste mês de outubro a Editorial Caminho promove um ciclo de palestras sobre O Trabalho do Historiador. As sessões, abertas ao público, terão lugar na Livraria Buchholz (Rua Duque de Palmela, 4 – Lisboa),

A CANETA MÁGICA – Catarse ou catar-se (2) – por Carlos Loures

Nova versão de um texto que foi publicado no Estrolabio.     Catarse, substantivo feminino, é a expulsão daquilo que, sendo estranho à essência ou à natureza de um ser, o corrompe. É um processo de purificação. Embora não pareça, catar, o verbo transitivo,

A CANETA MÁGICA – Catarse ou catar-se (2) – por Carlos Loures

Nova versão de um texto que foi publicado no Estrolabio.     Catarse, substantivo feminino, é a expulsão daquilo que, sendo estranho à essência ou à natureza de um ser, o corrompe. É um processo de purificação. Embora não pareça, catar, o verbo transitivo,

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o

A GALIZA COMO TAREFA – reintegracionismo 3.0 – Ernesto V. Souza

As línguas de cultura são cousa frágil, condicionadas por catástrofes, sucessos, azares, acasos políticos, invasões, migrações, expulsões, genocídios, mudanças dinásticas, económicas e  sociais; por inventos, descobertas, modas; sujeitas ao capricho, às vontades, teimas higienistas, restauradoras, historicistas, ou reformistas das elites;

A GALIZA COMO TAREFA – reintegracionismo 3.0 – Ernesto V. Souza

As línguas de cultura são cousa frágil, condicionadas por catástrofes, sucessos, azares, acasos políticos, invasões, migrações, expulsões, genocídios, mudanças dinásticas, económicas e  sociais; por inventos, descobertas, modas; sujeitas ao capricho, às vontades, teimas higienistas, restauradoras, historicistas, ou reformistas das elites;

CARTA DE BRAGA – “O pobre está na moda!” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Um império, a saber pelo que li num sítio qualquer, é um território em expansão, integrando mesmo uma grande variedade de línguas e culturas, mas regido e regimentado por uma elite que faz questão de estar bem distante

CARTA DE BRAGA – “O pobre está na moda!” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Um império, a saber pelo que li num sítio qualquer, é um território em expansão, integrando mesmo uma grande variedade de línguas e culturas, mas regido e regimentado por uma elite que faz questão de estar bem distante

A GALIZA COMO TAREFA – cartas – Ernesto V. Souza

Escrevemos cartas, artigos de opinião, criticamos, protestamos, fazemos comentários nos jornais, postamos, rascunhamos notas nas redes sociais. Mas nada. A resposta é sempre a mesma e nenhuma. Tudo o mais apanhamos desprezo crispado e irritação dalguns mais fanáticos, ou dos

A GALIZA COMO TAREFA – cartas – Ernesto V. Souza

Escrevemos cartas, artigos de opinião, criticamos, protestamos, fazemos comentários nos jornais, postamos, rascunhamos notas nas redes sociais. Mas nada. A resposta é sempre a mesma e nenhuma. Tudo o mais apanhamos desprezo crispado e irritação dalguns mais fanáticos, ou dos

A N0SSA PENÍNSULA – 19 – A língua portuguesa – por Carlos Loures

  No passado sábado, 5 de Maio. foi o Dia da Língua Portuguesa. Esta data foi criada a partir de uma resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, em 20 de Julho de 2009, realizada em

A N0SSA PENÍNSULA – 19 – A língua portuguesa – por Carlos Loures

  No passado sábado, 5 de Maio. foi o Dia da Língua Portuguesa. Esta data foi criada a partir de uma resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, em 20 de Julho de 2009, realizada em

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da

CARTA DE BRAGA – “Da cultura e da retrete” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Os senhores do mundo, os que nos controlam directa ou indirectamente – e este nos inclui toda a gente, até os capatazes que eles próprios acarinham e empossam – aprenderam durante os últimos trinta ou quarenta anos, que

CARTA DE BRAGA – “Da cultura e da retrete” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Os senhores do mundo, os que nos controlam directa ou indirectamente – e este nos inclui toda a gente, até os capatazes que eles próprios acarinham e empossam – aprenderam durante os últimos trinta ou quarenta anos, que

CARTA DE BRAGA – “Acordo e Soberania” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Bagão Félix chamou-lhe o Acordo Mortográfico e desenvolveu no “Público” do dia 20 do mês passado, uma interessantíssima crónica, referindo as aberrações endógenas, a gama de facultatividades do A.M. e erros resultantes da total confusão do “pós-acordismo” que

CARTA DE BRAGA – “Acordo e Soberania” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Bagão Félix chamou-lhe o Acordo Mortográfico e desenvolveu no “Público” do dia 20 do mês passado, uma interessantíssima crónica, referindo as aberrações endógenas, a gama de facultatividades do A.M. e erros resultantes da total confusão do “pós-acordismo” que