Category Archives: Linguagem

EDITORIAL – Língua Portuguesa – que futuro?

Nos dias 2, 3 e 4 de Novembro de 1989, realizou-se na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa um colóquio internacional com o título interrogativo que damos a este editorial – Língua Portuguesa – que futuro? Com a

EDITORIAL – Língua Portuguesa – que futuro?

Nos dias 2, 3 e 4 de Novembro de 1989, realizou-se na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa um colóquio internacional com o título interrogativo que damos a este editorial – Língua Portuguesa – que futuro? Com a

EDITORIAL- Ainda o Acordo Ortográfico

  A Associação Portuguesa de Escritores levou a cabo entre os seus associados um inquérito sobre este assunto – quem aprova, quem reprova e a quem o é assunto indiferente. 90% dos inquiridos reprovou o AO. Nós, neste blogue,  como sempre

EDITORIAL- Ainda o Acordo Ortográfico

  A Associação Portuguesa de Escritores levou a cabo entre os seus associados um inquérito sobre este assunto – quem aprova, quem reprova e a quem o é assunto indiferente. 90% dos inquiridos reprovou o AO. Nós, neste blogue,  como sempre

MUSEU NACIONAL DA MÚSICA – LANÇAMENTO de “A LÍNGUA PORTUGUESA NO CANTO LÍRICO: CONTEXTO HISTÓRICO E RELAÇÕES ENTRE TÉCNICA E FONÉTICA”, de TÂNIA VALENTE – HOJE, SEXTA-FEIRA, 24 de MARÇO, às 18 horas

O Museu Nacional da Música recebe a cantora e professora, Tânia Valente, para o lançamento do seu livro, “A Língua Portuguesa no Canto Lírico: Contexto histórico e relações entre técnica e fonética”. A apresentação estará a cargo da Prof. Dra.

MUSEU NACIONAL DA MÚSICA – LANÇAMENTO de “A LÍNGUA PORTUGUESA NO CANTO LÍRICO: CONTEXTO HISTÓRICO E RELAÇÕES ENTRE TÉCNICA E FONÉTICA”, de TÂNIA VALENTE – HOJE, SEXTA-FEIRA, 24 de MARÇO, às 18 horas

O Museu Nacional da Música recebe a cantora e professora, Tânia Valente, para o lançamento do seu livro, “A Língua Portuguesa no Canto Lírico: Contexto histórico e relações entre técnica e fonética”. A apresentação estará a cargo da Prof. Dra.

A GALIZA COMO TAREFA – o projeto de língua – Ernesto V. Souza

A história da língua galega, na Galiza, é conhecida na projeção gizada, por causa e como justificação do decorrer do discurso nacional de restauração, principiado por volta de 1830. Isto é, na coincidência e concorrência dos primeiros passos com o

A GALIZA COMO TAREFA – o projeto de língua – Ernesto V. Souza

A história da língua galega, na Galiza, é conhecida na projeção gizada, por causa e como justificação do decorrer do discurso nacional de restauração, principiado por volta de 1830. Isto é, na coincidência e concorrência dos primeiros passos com o

A GALIZA COMO TAREFA – no exterior – Ernesto V. Souza

Em 21 de fevereiro de 2017, o documentário ‘Porta para o exterior’ de J. Ramom Pichel Campos e Sabela Fernández foi libertado na rede a coincidir com o Dia internacional da Língua Materna. O documentário é um chamado de parte do ativismo galego

A GALIZA COMO TAREFA – no exterior – Ernesto V. Souza

Em 21 de fevereiro de 2017, o documentário ‘Porta para o exterior’ de J. Ramom Pichel Campos e Sabela Fernández foi libertado na rede a coincidir com o Dia internacional da Língua Materna. O documentário é um chamado de parte do ativismo galego

CONTOS & CRÓNICAS – CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – ARRISCARÍASSE

    “Arriscaríasse”. E não “arriscar-se-ia”. Era pelo menos esta a opinião e modo de a expressar, no dialecto do jornalista – certamente bem pago – que nos fornece noticiário e eventuais comentários, na inefável SIC Notícias de todos nós.

CONTOS & CRÓNICAS – CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – ARRISCARÍASSE

    “Arriscaríasse”. E não “arriscar-se-ia”. Era pelo menos esta a opinião e modo de a expressar, no dialecto do jornalista – certamente bem pago – que nos fornece noticiário e eventuais comentários, na inefável SIC Notícias de todos nós.

A GALIZA COMO TAREFA – das velhas traduções – Ernesto V. Souza

Uma das cousas, para mim, que melhor demonstra o golpe de tópicos sobre as línguas é o tempo. Há certas singularidades que manifestam esta passagem das décadas em forma de surpresas ou irritantes mistérios na leitura dos livros velhos. Por que

A GALIZA COMO TAREFA – das velhas traduções – Ernesto V. Souza

Uma das cousas, para mim, que melhor demonstra o golpe de tópicos sobre as línguas é o tempo. Há certas singularidades que manifestam esta passagem das décadas em forma de surpresas ou irritantes mistérios na leitura dos livros velhos. Por que