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O Rio Indo nasce no Tibete, actualmente sob o domínio chinês, perto do lago Mannasarovar, a mais de 4 000 metros de altitude. Ao longo de um percurso de cerca de 3.180 quilómetros, atravessa a Índia, pela região de Jammu e Cachemira, e a seguir entra no que é hoje o Paquistão, que atravessa de norte a sul até desaguar no Mar da Arábia. A sua água é essencial para a economia da região, o que faz com algumas pessoas o comparem ao Nilo. A bacia hidrográfica cobre cerca de 1.165.000 quilómetros quadrados, e parte dela localiza-se na China, Índia e Afeganistão.
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A presença do rio Indo e de outro rio, entretanto desaparecido, o Saraswati, que atravessaria o território onde hoje é o Deserto do Thar, atraiu a fixação de população desde tempos imemoriais. Ali, nos terceiro e quarto milénio antes de Cristo, existiu uma importante civilização, que só começou a ser investigada arqueologicamente cerca de 1920, e que se convencionou chamar Civilização do Vale do Indo, havendo muitas razões para pensar que não seria inferior à do antigo Egipto ou da Mesopotâmia. Foram ali encontradas as ruínas de importantes cidades, como Harappa e Mohenjo-Daro, entre muitas outras de menos importância.
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