Pseudónimo de Marcelino dos Santos. A sua poesia reflecte a consciência política já anunciada na colaboração em “O Brado Africano” (1955), não obstante a exiguidade da sua produção. Tem dois livros traduzidos em língua russa com o pseudónimo de Lilinho Micaia, um dos quais com prefácio do grande poeta turco Nazim Hikmet. Incluído em várias antologias de poesia africana.