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IGUALDADE DE GÉNERO, ANO DE 2013 EM REVISÃO IV por clara castilho

Em Outubro, desenvolvido por Memac Ogilvy Mather Dubai, uma série de anúncios de ONU Mulheres expondo a extensão do sexismo através de pesquisas reais no Google vieram trazer ao de cima um debate on-line, a nível global, chamando a atenção dos  médias internacionais, mas também inspirando a criação de novos anúncios sobre o tema e por outras causas (tais como direitos LGBT).

Em Novembro, a presidente da Colômbia nomeou duas mulheres para representar o governo na última ronda de conversações pela paz, destinadas a pôr fim ao conflito de 50 anos, com o grupo de rebeldes das FARC. Até esse momento, a delegação de governos dos plenipotenciários não incluía uma única mulher.

Em Dezembro a activista paquistanesa de educação Malala Yousafzai foi vencedora do Prémio dos Direitos Humanos das Nações Unidas, concedido a cada cinco anos. É um dos muitos reconhecimentos para Malala, que também ganhou o Prémio de direitos humanos de EUs Sakharov e foi nomeada para o prémio Nobel da Paz ao lado de Denis Mukwege, um notável médico do Congo, que tem dedicado a vida a ajudar as vítimas de estupro. Malala foi alvo de um ataque Talibã ao insistir em frequentar a escola, no ano passado, e desde então, tem  inspirado uma geração de jovens meninos e meninas na defesa dos direitos de educação para todos.

Em Dezembro, desafiando estereótipos e trazendo para o foco a realidade diária do a mulheres e meninas nas ruas do Egipto, um anúncio de serviço público exortando os homens e rapazes do país para abordar esta questão crítica trouxe esta questão para um nível internacional. Produzido pela ONU Mulheres, o vídeo convida directamente homens e rapazes para se colocarem no lugar delas, ao invés de encontrar formas de as culpar.

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