É um dos grandes nomes da moderna poesia brasileira. Inúmeros são os temas da sua poesia, como a solidão do indivíduo, a terra natal (Itabira), o confronto social ou o itinerário amoroso. Da sua vastíssima produção recordamos: “Alguma Poesia” (1930), “Sentimento do Mundo” (1940), “A Rosa do Povo” (1945), “Claro Enigma” (1951), “Impurezas do Branco” (1973), “Amar se aprende amando” (1985) e “Amor Natural” (póstumo, 1992). Alguns poemas são particularmente conhecidos: “Quadrilha”, “No meio do caminho” ou “Os mortos de sobrecasaca”.