Afirmou-se como teórico do grupo da poesia “praxis”, que, contrariamente ao Concretismo, se opõe a todos os movimentos literários a partir do Modernismo, utilizando a sua técnica de composição para denunciar aspectos sociais. O manifesto inaugural do movimento publica-se em “Lavra lavra” (1962). Seguem-se, entre outros, os livros “Indústria” (1967), “Objecto Selvagem” (1977) e “A Quinta Parede” (1986).