CARTA DE ÉVORA – (escrita depois de olhar o mar de Sines) – por Joaquim Palminha Silva carlosloures 11 anos ago Adeus ó Mar! Nascemos para estampar no azul um borboletear de velas brancas e de Norte e Sul cavalgar as monótonas ondas… Nascemos favorecidos desde a Nau Catrineta de Saudade ladrilhados tendo ao leme o poeta… Litoral da indiferente Europa beira-mar d’alma marulhando-lhe à porta nossa vida de espuma… Tirar-nos o grande Mar tempestade ou bonança foi tirarem-nos o lugar onde nos cabia a esperança… Hoje somos sussurro leve argonautas de pintura… – Que a Senhora da Guia nos salve com a última aventura! Triste rouquidão das ondas areias lisas de outrora fosforescências e lendas foi-se tudo embora. Ó grande Mar Atlântico lavra sofrida do português banho de desgosto patético só no fado te revês… Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print CARTA DE ÉVORA -Náuseas – por Joaquim Palminha SilvaDate29 de Setembro de 2015In relation toGeralCARTA DE ÉVORA – por Joaquim Palminha SilvaDate16 de Junho de 2015In relation toGeralFALECEU HOJE O ARGONAUTA JOAQUIM PALMINHA SILVA (1945 – 2015)Date15 de Novembro de 2015In relation toBiografia