Além da extinção da revista, a administração comunicou aos trabalhadores um “plano de rescisões voluntárias” em condições “mais favoráveis do que as previstas na lei”. Os “interessados podem manifestar-se” até 6 de Janeiro, a administração “avaliará”, reservando-se o direito de “declinar” algumas, e quer concluir o processo no dia 15. O comunicado, divulgado pela Agência Lusa, não indica quanto se pretende poupar, mas diz que pode haver “a necessidade de recorrer a outras medidas” caso “a execução do plano” proposto “não atinja dimensão adequada às necessidades”. Ou seja, não exclui um despedimento colectivo, concluem notícias na imprensa.
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