Site icon A Viagem dos Argonautas

IELT – “APRESENTAÇÃO DE “SAAL E AUTOCONSTRUÇÃO EM COIMBRA – MEMÓRIAS DOS MORADORES DO BAIRRO DA RELVINHA 1954-1976”, de JOÃO BAÍA. HOJE, em COIMBRA.

Apresentação do livro

“SAAL e Autoconstrução em Coimbra – Memórias dos moradores do Bairro da Relvinha 1954-1976”, de João Baía

às 18h na livraria Almedina Estádio

1 de Julho 2013

Depois das apresentações em Lisboa, o livro SAAL e Autoconstrução em Coimbra – Memórias dos moradores do Bairro da Relvinha 1954-1976 (100 Luz), do investigador do IELT João Baía, apresenta-se em Coimbra, na livraria Almedina Estádio, no dia 1 de Julho, segunda-feira, às 18h. São convidados a apresentar a obra José António Bandeirinha, arquitecto com obra reconhecida sobre o SAAL, e Miguel Cardina, historiador.

A apresentação do livro SAAL e Autoconstrução em Coimbra – Memórias dos moradores do Bairro da Relvinha 1954-1976, de João Baía, irá realizar-se na Livraria Almedina Estádio, no dia 1 de Julho, segunda-feira, às 18h e estará a cargo de: José António Bandeirinha, arquitecto e Miguel Cardina, historiador

Neste livro, o autor, a partir das memórias dos moradores do Bairro da Relvinha, procurou analisar as possíveis razões que conduziram a um envolvimento dos seus moradores de grande intensidade, durante o PREC. Aderiram ao SAAL e participaram ativamente na construção das novas casas que substituíram as barracas de madeira, onde tinham sido realojados “provisoriamente” durante vários anos. Este processo de autoconstrução e este período é relatado como um período excecional no bairro da Relvinha e na cidade de Coimbra. Um dos objetivos desta investigação foi compreender o passado de alguns dos informantes que foram desalojados da zona da Estação Velha e que ainda hoje vivem na Relvinha e a forma como este passado influenciou o modo como se envolveram no SAAL e no movimento de moradores de Coimbra. Episódios relacionados com a campanha de Humberto Delgado, com o movimento estudantil foram alguns dos relatados pelos moradores. As práticas e as tradições dos moradores antes do realojamento e depois, bem como as múltiplas estratégias de sobrevivência são outros temas focados nesta obra. Finalmente, este livro pretende ser um contributo para uma maior compreensão de um período e de problemáticas relacionadas com os movimentos sociais, memória, resistência quotidiana, SAAL e autoconstrução a partir da perspetiva dos moradores e “amigos” de um bairro, que foi sendo, ao longo dos tempos, empurrado para a periferia.

Exit mobile version