(de “Cahier d’un retour au pays natal”, trad. do francês de Manuel Simões)
Poeta, dramaturgo e ensaísta. Representou a Martinica no parlamento francês. André Breton, em 1943, atribuiu-lhe o título de “grande poeta negro”. É da profundidade da sua negritude que explode o seu canto, de raízes surrealistas, síntese de imagens da vida quotidiana da África de todos os tempos. Obra poética: “Cahier d’un retour au pays natal” (1939), “Les armes miraculeuses” (1946), “Soleil cou coupé” (1947), “Corps perdu” (com desenhos de Picasso, 1950), “Ferrements” (1960), “Cadastre” (1961), “Moi, laminaire” (1982), “La Poésie” (1994).
Depois dos dois ideólogos principais do conceito de negritude, seguir-se-ão os poetas africanos de língua portuguesa, começando pelos angolanos e precisamente por: José da Silva Maia Ferreira