POESIA AO AMANHECER – 409 – por Manuel Simões carlosloures 12 anos ago VICTOR RUI DORES ( 1958 ) SERPENTE CEGA ondas do mar sepultei a serpente cega à luz do luar levai a flor do sentir ondas do mar gaivota voando a lembrança anel do sonhar a teia desta vida mansa serpente do pranto salgado nos abismos fundos do mar vai naufragar o meu viver, cinzas de amor sonho que acabou no meu olhar serpente do amor secreto trancado na prisão de mim raiz de ser barco no cais não há-de haver mais amor assim. (da antologia “ Nove Rumores do Mar”) Poeta e contista. Incluído na “Antologia Poética dos Açores” (2º. vol. 1979) e em “Nove Rumores do Mar” (1996). Obra poética: “Poemas de Fogo e Mar” (1978), “Entre o Cais e a Lancha” (1990), “À Flor da Pele” (1991). Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print POESIA AO AMANHECER – 131 – por Manuel SimõesDate5 de Fevereiro de 2013In relation toLiteraturaPOESIA AO AMANHECER (9) – por Manuel SimõesDate15 de Agosto de 2012In relation toGeralPOESIA AO AMANHECER – 113 – por Manuel SimõesDate9 de Janeiro de 2013In relation toLiteratura