Na sua poesia alterna o ritmo da canção amorosa com a denúncia violenta e populista de um Brasil apático. Da sua obra poética recordamos: “Campo sem base” (1958), “O exercício do caos” (1961), “Zoologia da alma” (1966), “Túnica de ecos” (1999) e “Jardim de infância” (antologia, 1999).