
O número de contactos aumentou, o de comentários também. E é sobre comentários que queremos falar. Somos da opinião que os comentários são as ideias em movimento, são o que diferencia um blogue de um jornal, criando uma interactividade inovadora entre quem escreve e quem lê. Não distinguimos entre comentários que louvem o que fazemos e os que nos apontam erros; opiniões favoráveis ou desfavoráveis serão sempre bem recebidas. Não somos donos da verdade e o que cada um de nós diz, pode e deve ser posto em causa.
Porém há comentários, anónimos ou com pseudónimos, que vamos passar a cortar. Temos recebido comentários menos correctos, mas que não ultrapassam os limites que julgamos razoáveis. Porém, num deles, de há dois dias atrás, diz-se que somos nazis. Isto por condenarmos a agressão israelita à Palestina e também por termos divulgado a tese do Professor Shlomo Sand (que lecciona na Universidade de Telavive) e segundo a qual, a análise ao ADN dos judeus não os identifica como grupo étnico específico – concluindo o Professor que os judeus constituem um grupo religioso e não uma etnia diferenciada. Claro que quem escreve comentários dizendo que somos um grupo de extrema-direita, podia numa primeira análise ser classificado como um imbecil. Mas não nos parece que se trate de imbecilidade – o estilo revela um desembaraço que diríamos ser de um profissional da provocação. Trate-se de um estúpido ou de um agente da Mossad, deixaremos de permitir que comentários provocatórios (e anónimos) sejam publicados.
As críticas, favoráveis ou desfavoráveis, serão sempre bem-vindas.

