GOP 1998
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Floresta
Em matéria de “esforço de florestação” entende-se que se continua ao nível de meros enunciados de grandes princípios, tornando-se necessário fixar metas quantificadas e calendários de execução. Idêntica observação vale para “a continuação do investimento em infra-estruturas de combate a incêndios florestais”.
Atendendo à situação caótica da gestão da floresta portuguesa – em alguns casos por desinteresse, mas na maioria, certamente, por impossibilidade ou incapacidade dos proprietários – reconhece-se vantagem na criação de empresa ou empresas, que associando capitais privados em caso de interesse, se proponham gerir, em condições mutuamente vantajosas, e por períodos suficientemente longos, esses terrenos de facto ao abandono. P20
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GOP 2002
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Floresta
No seguimento de recomendação anterior de desenvolvimento de uma política integrada da prevenção e combate aos incêndios florestais, reconhece-se como positivo o estabelecimento de um programa comum entre o MAI e o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas. Considera-se, contudo, que o Programa é ainda insuficiente – como os fogos do Verão deste ano demonstram – e o mesmo deverá envolver, de forma adequada, os produtores florestais e suas organizações associativas (relembra-se que 90% das matas são privadas). P35/36
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GOP 2003
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Floresta
Mantém-se a recomendação anterior de desenvolvimento de uma política integrada da prevenção e combate aos incêndios florestais, para o que se propõe o desenho de programas comuns entre o MAI e o Ministério da Agricultura e Pescas, em articulação com os donos das florestas e os órgãos de administração dos baldios e as organizações de agricultores. Estes devem ficar incumbidos de tomar medidas em defesa e para limpeza das suas áreas agro-florestais. Entretanto o Estado deverá atribuir meios e outras condições de natureza técnica e financeira, para que os pequenos e médios proprietários e arrendatários e os com partes dos baldios possam planificar e executar tais intervenções. P16
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GOP 2003
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Floresta
O CES deixa algumas pistas em matéria florestal:
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urge desencadear um conjunto de acções concretas e prioritárias que, sem se desviarem no essencial dos objectivos do Plano de Desenvolvimento Sustentável da Floresta Portuguesa, sejam exequíveis a breve prazo, em parceira com os agentes económicos da fileira;
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as GOP 2003 – 2006 deveriam, assim, assumir o compromisso de implementar um verdadeiro Programa Estratégico de Desenvolvimento da Fileira Florestal, assente na implementação do Plano de Desenvolvimento Sustentável da Floresta Portuguesa e no conjunto de propostas sucessivamente apresentadas pelos agentes económicos da fileira e até agora ignoradas pelos sucessivos governos, com as consequências infelizmente conhecidas; p44
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o investimento do Programa poderia resultar do uso correcto e parcimonioso dos recursos do Programa Operacional da Agricultura para a Floresta e do Programa Operacional da Economia que lhe fossem aplicáveis (para o que se impõe firme vontade política de mudança); p44/45
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sendo conhecida a proliferação de centros de poder político e administrativo com incidência sobre a questão florestal justifica-se a criação de um “dono político do problema” florestal, com o necessário posicionamento hierárquico no governo e dotado dos adequados poderes de coordenação. P45
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