Category Archives: Organização.

A GALIZA COMO TAREFA – reconhecimento – Ernesto V. Souza

Cando eu me consideraba o derradeiro supervivente dun pobo suicida, chegou a min a voz alentadora dun escritor. Era Antón Vilar Ponte.  A súa chamada tivo a virtude de xuntar a uns poucos galegos que non-os coñeciamos, pero que dende

A GALIZA COMO TAREFA – reconhecimento – Ernesto V. Souza

Cando eu me consideraba o derradeiro supervivente dun pobo suicida, chegou a min a voz alentadora dun escritor. Era Antón Vilar Ponte.  A súa chamada tivo a virtude de xuntar a uns poucos galegos que non-os coñeciamos, pero que dende

A GALIZA COMO TAREFA – construções – Ernesto V. Souza

Na lógica dos documentários, e em favor da verossimilhança da narrativa, poderíamos indicar que a gente da Galiza, e com ela as suas elites intelectuais, políticas e econômicas, apresentam bastantes divergências de atuação, lógica e comportamento das demais espanholas. Mesmo

A GALIZA COMO TAREFA – construções – Ernesto V. Souza

Na lógica dos documentários, e em favor da verossimilhança da narrativa, poderíamos indicar que a gente da Galiza, e com ela as suas elites intelectuais, políticas e econômicas, apresentam bastantes divergências de atuação, lógica e comportamento das demais espanholas. Mesmo

A GALIZA COMO TAREFA – evoluções – Ernesto V. Souza

A história da construção das línguas é a dos estados: é a história da burocracia, da administração, da educação, das crenças fixadas, dos símbolos e rituais, das assimilações e a da força. Em resumo e simplificando, poderíamos dizer, é a

A GALIZA COMO TAREFA – evoluções – Ernesto V. Souza

A história da construção das línguas é a dos estados: é a história da burocracia, da administração, da educação, das crenças fixadas, dos símbolos e rituais, das assimilações e a da força. Em resumo e simplificando, poderíamos dizer, é a

A GALIZA COMO TAREFA – razão – Ernesto V. Souza

Vox populi, vox dei, eis, como sabemos, aforismo em latim, que já o Padre Feijó, seguindo aqueles eruditos, scotistas, ockaminstas, erasmistas e sanchistas, refutou sabiamente e em romance, no primeiro discurso do tomo primeiro do seu Teatro Crítico Universal lá

A GALIZA COMO TAREFA – razão – Ernesto V. Souza

Vox populi, vox dei, eis, como sabemos, aforismo em latim, que já o Padre Feijó, seguindo aqueles eruditos, scotistas, ockaminstas, erasmistas e sanchistas, refutou sabiamente e em romance, no primeiro discurso do tomo primeiro do seu Teatro Crítico Universal lá

FRATERNIZAR – Ordenado diácono “em ordem ao sacerdócio” – SACERDOTE OU PRESBÍTERO, D. JOSÉ CORDEIRO? – por MÁRIO DE OLIVEIRA

  A vítima deste anunciado assassinato eclesiástico incruento é um jovem de 24 anos. De seu nome completo, Jorge Miguel Afonso Pinto. A sua ordenação de diácono “em ordem ao sacerdócio” só é notícia, porque o que, outrora, nos terríveis

FRATERNIZAR – Ordenado diácono “em ordem ao sacerdócio” – SACERDOTE OU PRESBÍTERO, D. JOSÉ CORDEIRO? – por MÁRIO DE OLIVEIRA

  A vítima deste anunciado assassinato eclesiástico incruento é um jovem de 24 anos. De seu nome completo, Jorge Miguel Afonso Pinto. A sua ordenação de diácono “em ordem ao sacerdócio” só é notícia, porque o que, outrora, nos terríveis

CASA DA ACHADA – CENTRO MÁRIO DIONÍSIO – ARQUITECTURA – EXPOSIÇÕES GERAIS DE ARTES PLÁSTICAS – OFICINAS – UM CALENDÁRIO PARA 2018

  Arquitectar para quem? A partir das Exposições Gerais de Artes Plásticas   Sábado, 9 de Dezembro, 16h Quem encomenda, a quem se destina e como se usa a arquitectura? com Ana Assis Pacheco (arquitecta), Alexandra Ai Quintas (arquitecta) e Margarida Acciaiuoli (historiadora

CASA DA ACHADA – CENTRO MÁRIO DIONÍSIO – ARQUITECTURA – EXPOSIÇÕES GERAIS DE ARTES PLÁSTICAS – OFICINAS – UM CALENDÁRIO PARA 2018

  Arquitectar para quem? A partir das Exposições Gerais de Artes Plásticas   Sábado, 9 de Dezembro, 16h Quem encomenda, a quem se destina e como se usa a arquitectura? com Ana Assis Pacheco (arquitecta), Alexandra Ai Quintas (arquitecta) e Margarida Acciaiuoli (historiadora

CARTA DE VENEZA – VENEZA, COM GENTILEZA – por Vanessa Castagna

Como o verão começou e a situação está mesmo escaldante, com a cidade abarrotada para além dos limites, vale a pena informar que finalmente vão ser tomadas medidas e que de forma sistemática se passará a aplicar coimas a quem

CARTA DE VENEZA – VENEZA, COM GENTILEZA – por Vanessa Castagna

Como o verão começou e a situação está mesmo escaldante, com a cidade abarrotada para além dos limites, vale a pena informar que finalmente vão ser tomadas medidas e que de forma sistemática se passará a aplicar coimas a quem

EDITORIAL: SERÁ DESTA QUE PORTUGAL APOSTA NA FERROVIA? – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

Mais uma Cimeira Luso-Espanhola, a 29.ª, recheada de velhas promessas e uma certeza: não se chegou ainda a um acordo em matéria de energia, considerada por ambos os países como a primeira prioridade, com a atenuante da falta de colaboração

EDITORIAL: SERÁ DESTA QUE PORTUGAL APOSTA NA FERROVIA? – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

Mais uma Cimeira Luso-Espanhola, a 29.ª, recheada de velhas promessas e uma certeza: não se chegou ainda a um acordo em matéria de energia, considerada por ambos os países como a primeira prioridade, com a atenuante da falta de colaboração

A GALIZA COMO TAREFA – menos mal que nos queda Portugal – Ernesto V. Souza

Portugal, para a gente galega é um destino frequente, um caminho, um mercado económico e laboral, um espaço de férias ou de formação. Para boa parte da Galiza culta e amante da sua língua e da sua Terra é também

A GALIZA COMO TAREFA – menos mal que nos queda Portugal – Ernesto V. Souza

Portugal, para a gente galega é um destino frequente, um caminho, um mercado económico e laboral, um espaço de férias ou de formação. Para boa parte da Galiza culta e amante da sua língua e da sua Terra é também