POESIA AO AMANHECER – 398 – por Manuel Simões carlosloures10 de Março de 20149 de Março de 2014Literatura Navegação de artigos PreviousNext MARIA LUÍSA SOARES ( 1940 ) DESCIDA À FAJÃ (S. JORGE) (fragmento) 1 Nos suspensos corredores líquidos de alcandoradas rochas o silêncio deixou sulcos e a sombra pegadas de murmúrio fresco. 3 De súbito impressentidas paisagens furam o esparso e cinzento nevoeiro. Suavemente a âncora do tempo desliza como fofa poltrona que em pachorra e bocejo se afunde. Baços são então os dias na Ilha baça é a vida baças as horas medidas em pasmo e basalto. (da antologia “Nove Rumores do Mar”) Poetisa e romancista. Incluída em “Os nove rumores do mar- Antologia da Poesia Açoriana Contemporânea” (1996). Obra poética: “Ribeira Submersa” (1991), “África, o corpo e as sombras” (1993). Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print Like this:Like Loading...
Dá vontade de deixar concreto e pendurar ao lado da cama para sentir todos os dias. Loading... Responder
Dá vontade de deixar concreto e pendurar ao lado da cama para sentir todos os dias.