APRESENTAÇÃO DO ARGONAUTA SÍLVIO CASTRO

Sílvio Castro com Jorge Amado e Zelia Gattai

Sílvio Castro, nasceu em Laranjais, Rio de Janeiro, em 1931 e faleceu em Veneza em  2014. Poeta, ficcionista, ensaísta e titular da cátedra de Língua e Literatura Portuguesa e de Literatura Brasileira na Universidade de Pádua. Em 1960-61, foi presidente da União Brasileira de Escritores. No campo da ficção, a sua obra mais divulgada é Memorial do Paraíso — o Romance do Descobrimento do Brasil, uma bela interpretação da “Carta de Pero Vaz de Caminha” ao rei D. Manuel, onde pela primeira vez o Brasil é descrito, trabalho a que Jorge Amado rendeu rasgados elogios. Um dos seus livros mais recentes, Poesia do Socialismo Português no Percurso de 1850 a 1974, estudo que ostenta como objectivo central demonstrar a existência, no período considerado, de um recorrente projecto de associar a poesia à realidade sociopolítica portuguesa.

As suas obras mais importantes são: Infinito Sul (1956); As Noites (1958); Machado de Assis e a Cidade do Rio de Janeiro (1959); Tempo Presente (1961); Rachel de Queiroz e o Romance Nordestino (1961);Raiz Antiga (1965); Tempo Veneziano (1967); Campo Geral: Estrutura e Estilo de Guimarães Rosa (1970); A Revolução da Palavra: Origens e Estrutura da Literatura (1976);Teoria e Política do Modernismo Brasileiro (1979); A Carta de Pero Vaz de Caminha (1987): O percurso sentimental de Cesário Verde (1990); Viver em Malabase(1993); Memorial do Paraíso — o Romance do Descobrimento do Brasil (1998); História da Literatura Brasileira (2000); Poesia do Socialismo Português no Percurso de 1850 a 1974(2010).

2 comments

  1. André Wogel

    É com grande tristeza e pezar que informo a morte do meu grande amigo e escritor SILVIO CASTRO. Uma pessoa que nasceu, viveu e morreu pela literatura. Pessoa tranqüila, alegre e simples. Transmitia serenidade em suas palavras e expressões. Boa companhia para prosas e causos. Brasileiro nato, mas Veneziense de coração e de paixão, me dizia que gostava de Veneza por ser uma cidade inspiradora e que o tempo passava mais devagar alí. Quem conheceu este poeta e mestre das letras sabe da importante contribuição que Silvio Castro nos deixou através dos registros literários, e de como deve ser vivida a vida, plenamente! Nos deixou, mas nunca o esqueceremos! André Wogel e família.

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  2. Pingback: Poesia ao amanhecer / 60 | A Viagem dos Argonautas

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