Category Archives: Linguísitica

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (123)

“MINHA MISS P”   Continuo apaixonado Pelas coisas, Pela vida, Pela verdade E por ti Essencialmente por ti E o meu amor arderá Até que o mundo acabe.   As lembranças que tenho De nós os dois, As palavras em

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (123)

“MINHA MISS P”   Continuo apaixonado Pelas coisas, Pela vida, Pela verdade E por ti Essencialmente por ti E o meu amor arderá Até que o mundo acabe.   As lembranças que tenho De nós os dois, As palavras em

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (122)

SOU MAIS EU     Sou mais eu Quando me encontro sozinho Com os meus pensamentos. Sinto que sou mais meu E olho-me devagarinho Em cada um desses momentos. Só depois me torno teu Muito, muito teu, só teu E

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (122)

SOU MAIS EU     Sou mais eu Quando me encontro sozinho Com os meus pensamentos. Sinto que sou mais meu E olho-me devagarinho Em cada um desses momentos. Só depois me torno teu Muito, muito teu, só teu E

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (121)

  OU O QUE QUER QUE SEJA     Tenho Atravessado na garganta O desejo melodioso da flauta O sereno silêncio do assobio E o sabor gracioso de uma cereja. . Tenho-te a ti, rosa branca Água da manhã, bebida

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (121)

  OU O QUE QUER QUE SEJA     Tenho Atravessado na garganta O desejo melodioso da flauta O sereno silêncio do assobio E o sabor gracioso de uma cereja. . Tenho-te a ti, rosa branca Água da manhã, bebida

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (120)

MILHARES DE PÉTALAS A ABRIR     No alto deste morro Olhando o sol surgir Escuto atentamente o silêncio . São tão calmos Os breves momentos Da natureza a sorrir . A brisa não se ouve Nem o ralo Nem

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (120)

MILHARES DE PÉTALAS A ABRIR     No alto deste morro Olhando o sol surgir Escuto atentamente o silêncio . São tão calmos Os breves momentos Da natureza a sorrir . A brisa não se ouve Nem o ralo Nem

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (119)

  SEDUÇÃO     Quero seduzir-te Fazer-te parte de mim E levar-te por bons e por maus caminhos, Quero usar as minhas ironias Apreciar as tuas graças E utilizar a subtileza das palavras, Mas, nada. Fico à espera de uma

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (119)

  SEDUÇÃO     Quero seduzir-te Fazer-te parte de mim E levar-te por bons e por maus caminhos, Quero usar as minhas ironias Apreciar as tuas graças E utilizar a subtileza das palavras, Mas, nada. Fico à espera de uma

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (118)

QUANDO ESCREVO, NÃO ENVELHEÇO .   . Quando escrevo Não envelheço Olho os livros que enchem a casa Respiro o tempo e as palavras Que não mereço Olvido os nomes e as datas Que alguma vez tenha dito Torno presente

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (118)

QUANDO ESCREVO, NÃO ENVELHEÇO .   . Quando escrevo Não envelheço Olho os livros que enchem a casa Respiro o tempo e as palavras Que não mereço Olvido os nomes e as datas Que alguma vez tenha dito Torno presente

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (117)

  CHOVIA . . Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar esguio

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (117)

  CHOVIA . . Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar esguio

CARTA DE BRAGA – “Da cultura e da retrete” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Os senhores do mundo, os que nos controlam directa ou indirectamente – e este nos inclui toda a gente, até os capatazes que eles próprios acarinham e empossam – aprenderam durante os últimos trinta ou quarenta anos, que

CARTA DE BRAGA – “Da cultura e da retrete” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Os senhores do mundo, os que nos controlam directa ou indirectamente – e este nos inclui toda a gente, até os capatazes que eles próprios acarinham e empossam – aprenderam durante os últimos trinta ou quarenta anos, que

CARTA DE BRAGA – “Acordo e Soberania” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Bagão Félix chamou-lhe o Acordo Mortográfico e desenvolveu no “Público” do dia 20 do mês passado, uma interessantíssima crónica, referindo as aberrações endógenas, a gama de facultatividades do A.M. e erros resultantes da total confusão do “pós-acordismo” que

CARTA DE BRAGA – “Acordo e Soberania” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Bagão Félix chamou-lhe o Acordo Mortográfico e desenvolveu no “Público” do dia 20 do mês passado, uma interessantíssima crónica, referindo as aberrações endógenas, a gama de facultatividades do A.M. e erros resultantes da total confusão do “pós-acordismo” que

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (116)

QUE VALHA A PENA Já me falta o tempo Escasseia, Escorre por entre os dedos, Como se fosse areia. Já consigo adivinhar o fim da jornada Perdi-o pelo caminho, procurando medos. Maldito tempo, Transformado em nada. . Já não tenho

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (116)

QUE VALHA A PENA Já me falta o tempo Escasseia, Escorre por entre os dedos, Como se fosse areia. Já consigo adivinhar o fim da jornada Perdi-o pelo caminho, procurando medos. Maldito tempo, Transformado em nada. . Já não tenho

A REVISTA “À NOUS PARIS”, A REVISTA DA ELITE FRANCESA « GLOBISH » QUE SE “ENJAILLE” – por DIANE DE BOURGUESDON

Selecção e tradução de Júlio Marques Mota   A revista À  Nous Paris, a revista da elite francesa «globish» que se “enjaille” Diane de Bourguesdon, A revista “À  Nous Paris”, a revista da elite francesa «globish» que se “enjaille” Revista Causeur.fr,

A REVISTA “À NOUS PARIS”, A REVISTA DA ELITE FRANCESA « GLOBISH » QUE SE “ENJAILLE” – por DIANE DE BOURGUESDON

Selecção e tradução de Júlio Marques Mota   A revista À  Nous Paris, a revista da elite francesa «globish» que se “enjaille” Diane de Bourguesdon, A revista “À  Nous Paris”, a revista da elite francesa «globish» que se “enjaille” Revista Causeur.fr,