Category Archives: Linguísitica

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O ACORDO ORTOGRÁFICO E O FUNDAMENTALISMO DO GOVERNO – por Manuel Simões

A Academia das Ciências de Lisboa (ACL) divulgou um documento com «sugestões para o aperfeiçoamento do acordo ortográfico da língua portuguesa». A pertinência da intervenção justifica-se plenamente pelo próprio estatuto da Academia, o qual a considera «órgão consultivo do Governo

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O ACORDO ORTOGRÁFICO E O FUNDAMENTALISMO DO GOVERNO – por Manuel Simões

A Academia das Ciências de Lisboa (ACL) divulgou um documento com «sugestões para o aperfeiçoamento do acordo ortográfico da língua portuguesa». A pertinência da intervenção justifica-se plenamente pelo próprio estatuto da Academia, o qual a considera «órgão consultivo do Governo

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IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (92)

PARANDO O TEMPO NAS HORAS MORTAS   A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira

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IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (92)

PARANDO O TEMPO NAS HORAS MORTAS   A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira

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A GERINGONÇA – por Rui Rosado Vieira

Informa-nos o “Diário de Notícias”, na sua edição de 4 de Janeiro passado: A “geringonça” foi eleita a palavra do ano (…) anunciou hoje a Porto Editora, promotora do evento”. O vocábulo “geringonça” tem origem numa reacção do antigo líder

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A GERINGONÇA – por Rui Rosado Vieira

Informa-nos o “Diário de Notícias”, na sua edição de 4 de Janeiro passado: A “geringonça” foi eleita a palavra do ano (…) anunciou hoje a Porto Editora, promotora do evento”. O vocábulo “geringonça” tem origem numa reacção do antigo líder

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IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (91)

UM QUALQUER APREÇO Já não sou eu, Repetidor de realidades Repetidor de experiências, Esse mundo morreu! Nada faz sentido algum. Lá se foi o afecto Lá se foi a emoção Lá se foi o teu cheiro diferente Na paixão.  

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IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (91)

UM QUALQUER APREÇO Já não sou eu, Repetidor de realidades Repetidor de experiências, Esse mundo morreu! Nada faz sentido algum. Lá se foi o afecto Lá se foi a emoção Lá se foi o teu cheiro diferente Na paixão.  

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IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (90)

  Tão tão, tem tem Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém.   Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João.   E

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IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (90)

  Tão tão, tem tem Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém.   Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João.   E

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IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (89)

NA SALA OVAL – POEMA A JOANA (Reposição)     Na sala oval Joana esperava. O corpo nu Como nascera … Tal e qual.   Tinha o cabelo ao vento À janela desferrada E a flor erecta, acordada Lançava no

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IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (89)

NA SALA OVAL – POEMA A JOANA (Reposição)     Na sala oval Joana esperava. O corpo nu Como nascera … Tal e qual.   Tinha o cabelo ao vento À janela desferrada E a flor erecta, acordada Lançava no