Category Archives: Linguísitica

A NOSSA PENÍNSULA – 5 – Mosaico cultural – por Carlos Loures

(continuação) Numa tentativa frouxa de desacreditar a legitima luta dos catalães pela sua independência plena, surge um movimento exigindo a constituição de um Estado com a configuração geográfica do Al Andalus.  Um texto que publiquei há cerca de sete anos

A NOSSA PENÍNSULA – 5 – Mosaico cultural – por Carlos Loures

(continuação) Numa tentativa frouxa de desacreditar a legitima luta dos catalães pela sua independência plena, surge um movimento exigindo a constituição de um Estado com a configuração geográfica do Al Andalus.  Um texto que publiquei há cerca de sete anos

A NOSSA PENÍNSULA – 4 – A mítica Lusitânia – por Carlos Loures

(continuação) Depois de um pequeno desvio pelo Reino da Lusitânia Setentrional, volto à busca de uma razão consistente para que sejamos tratados por lusitanos  e chego *a conclusão de que essa razão e consistência não existem. Parte do território de

A NOSSA PENÍNSULA – 4 – A mítica Lusitânia – por Carlos Loures

(continuação) Depois de um pequeno desvio pelo Reino da Lusitânia Setentrional, volto à busca de uma razão consistente para que sejamos tratados por lusitanos  e chego *a conclusão de que essa razão e consistência não existem. Parte do território de

A NOSSA PENÍNSULA – 3 – A Lusitânia Setentrional – por Carlos Loures

(continuação) Fazendo uma pausa na busca do gentílico mais adequado aos portugueses, sabendo-se que lusitanos constitui uma liberdade poética pouco sustentada etimologicamente, hispanos e hispânicos não colhem grande adesão e espanhóis provoca uma acentuada repulsa, vou contar a história pouco

A NOSSA PENÍNSULA – 3 – A Lusitânia Setentrional – por Carlos Loures

(continuação) Fazendo uma pausa na busca do gentílico mais adequado aos portugueses, sabendo-se que lusitanos constitui uma liberdade poética pouco sustentada etimologicamente, hispanos e hispânicos não colhem grande adesão e espanhóis provoca uma acentuada repulsa, vou contar a história pouco

A NOSSA PENÍNSULA- 2 – GENTÍLICO – por Carlos Loures

(continuação) Vou, pois tentar expor o problema. De uma coisa estou certo: a questão continuará a suscitar dúvidas, mas espero que seja possível atingir um primeiro patamar de entendimento. Pelo menos, parece-me possível compreender e separar o que é erro

A NOSSA PENÍNSULA- 2 – GENTÍLICO – por Carlos Loures

(continuação) Vou, pois tentar expor o problema. De uma coisa estou certo: a questão continuará a suscitar dúvidas, mas espero que seja possível atingir um primeiro patamar de entendimento. Pelo menos, parece-me possível compreender e separar o que é erro

A NOSSA PENÍNSULA-1 Os Portugueses serão hispanos, lusitanos…? – por Carlos Loures

A nossa Península é um cadinho onde se misturam povos, costumes, tradições, culturas… Numa área relativamente reduzida (inferior à do Estado do Texas), concentram-se povos com idiomas, História, percursos culturais, distintos; protagonizaram a gesta dos Descobrimentos, que, relativamente aos limites

A NOSSA PENÍNSULA-1 Os Portugueses serão hispanos, lusitanos…? – por Carlos Loures

A nossa Península é um cadinho onde se misturam povos, costumes, tradições, culturas… Numa área relativamente reduzida (inferior à do Estado do Texas), concentram-se povos com idiomas, História, percursos culturais, distintos; protagonizaram a gesta dos Descobrimentos, que, relativamente aos limites

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (111)

  TUDO TÃO PRÓXIMO  . Sentado no chão Do lado de lá, Costas de encontro à porta cerrada Sufoco Sem rumo ou solução Ansiando o outro lado O de cá. Abraço os joelhos Abraço a vida e os meus receios

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (111)

  TUDO TÃO PRÓXIMO  . Sentado no chão Do lado de lá, Costas de encontro à porta cerrada Sufoco Sem rumo ou solução Ansiando o outro lado O de cá. Abraço os joelhos Abraço a vida e os meus receios

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (109)

A ESSÊNCIA DA VIDA     Preciso de espaço para talvez querer O que não sei. A minha atitude é de recusa Resignação e revolta. Mesmo sem o saber O que não quero, já dei Num dia, ao fim da

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (109)

A ESSÊNCIA DA VIDA     Preciso de espaço para talvez querer O que não sei. A minha atitude é de recusa Resignação e revolta. Mesmo sem o saber O que não quero, já dei Num dia, ao fim da

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (108)

NA MINHA JANELA PRIVADA     Pinto o meu poema E desenho o meu caminho Num mar de letras. Às vezes junto alfazema Outras jasmim, Tudo no mesmo cadinho E às vezes umas fraquezas. . Pinto o amor As cores,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (108)

NA MINHA JANELA PRIVADA     Pinto o meu poema E desenho o meu caminho Num mar de letras. Às vezes junto alfazema Outras jasmim, Tudo no mesmo cadinho E às vezes umas fraquezas. . Pinto o amor As cores,

IMAGEM E POESIA- Por José Magalhães (107)

OLHO SEM VER     Olho sem ver Estou desimportado Não sei de quê Não sei porquê Vejo a vida a passar ao lado. . Deixai-me pensar que estou certo Que deito fora o que merece Que guardo bem quem

IMAGEM E POESIA- Por José Magalhães (107)

OLHO SEM VER     Olho sem ver Estou desimportado Não sei de quê Não sei porquê Vejo a vida a passar ao lado. . Deixai-me pensar que estou certo Que deito fora o que merece Que guardo bem quem

O PRIMEIRO PASSO DEPOIS DO 1-O: CONSTRUIR UMA IDENTIDADE PLURILINGUE EM ESPANHA, por ARMANDO FERNÁNDEZ STEINKO – SELECÇÃO E TRADUÇÃO por FRANCISCO TAVARES

  O PRIMEIRO PASSO DEPOIS DO 1-O: CONSTRUIR UMA IDENTIDADE PLURILINGUE EM ESPANHA Por Armando Fernández Steinko, em 29 de setembro de 2017   MANIFESTO PELO RECONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA PLURALIDADE LINGUÍSTICA DE ESPANHA Os signatários deste Manifesto, criadores

O PRIMEIRO PASSO DEPOIS DO 1-O: CONSTRUIR UMA IDENTIDADE PLURILINGUE EM ESPANHA, por ARMANDO FERNÁNDEZ STEINKO – SELECÇÃO E TRADUÇÃO por FRANCISCO TAVARES

  O PRIMEIRO PASSO DEPOIS DO 1-O: CONSTRUIR UMA IDENTIDADE PLURILINGUE EM ESPANHA Por Armando Fernández Steinko, em 29 de setembro de 2017   MANIFESTO PELO RECONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA PLURALIDADE LINGUÍSTICA DE ESPANHA Os signatários deste Manifesto, criadores

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (106)

  SIMPLESMENTE, OLHAVA POR NÓS     Com um olhar que escondia A sua luz, Olhava através e Para além dela, Da janela da miragem Transportando a sua cruz. Olhar perdido Longínquo Comprido, Abrangente Sem qualquer paragem. Olhava sem querer

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (106)

  SIMPLESMENTE, OLHAVA POR NÓS     Com um olhar que escondia A sua luz, Olhava através e Para além dela, Da janela da miragem Transportando a sua cruz. Olhar perdido Longínquo Comprido, Abrangente Sem qualquer paragem. Olhava sem querer

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (105)

OLHAS-ME COM AQUELE OLHAR  – – Olhas-me com aquele olhar Triste, penetrante, acedente Por cima do teu ombro direito. Devolvo-to, firme Sem pestanejar Olho-te de frente Com um olhar desfeito Sabendo como é difícil Voltares a sonhar. – – Dá-me

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (105)

OLHAS-ME COM AQUELE OLHAR  – – Olhas-me com aquele olhar Triste, penetrante, acedente Por cima do teu ombro direito. Devolvo-to, firme Sem pestanejar Olho-te de frente Com um olhar desfeito Sabendo como é difícil Voltares a sonhar. – – Dá-me

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (104)

O TEU SORRISO     No desejo imenso de te ter aqui, sempre Peguei nas tintas, nos pincéis, e num repente Pintei o teu sorriso Com cores suaves, pastel. Pintei-o calmo, sereno, em papel Assim premente, de improviso Num aperto

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (104)

O TEU SORRISO     No desejo imenso de te ter aqui, sempre Peguei nas tintas, nos pincéis, e num repente Pintei o teu sorriso Com cores suaves, pastel. Pintei-o calmo, sereno, em papel Assim premente, de improviso Num aperto

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (103)

COMO EM QUALQUER OUTRO LUGAR   Falando do tempo E da minha desejada eternidade Escrevo do dia que há-de vir Recomeçando o movimento Da escrita das palavras Mostrando o resíduo da dor Como se tivesse a certeza De que amanhã,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (103)

COMO EM QUALQUER OUTRO LUGAR   Falando do tempo E da minha desejada eternidade Escrevo do dia que há-de vir Recomeçando o movimento Da escrita das palavras Mostrando o resíduo da dor Como se tivesse a certeza De que amanhã,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (102)

OS CAMINHOS DOS MEUS DIAS Trocaria O teu corpo pelo meu Se os meus dedos te não percebessem E os meus olhos de ti se perdessem Para que, tocando-me Te aprender E saber Dos caminhos por onde seguias. . Trataria

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (102)

OS CAMINHOS DOS MEUS DIAS Trocaria O teu corpo pelo meu Se os meus dedos te não percebessem E os meus olhos de ti se perdessem Para que, tocando-me Te aprender E saber Dos caminhos por onde seguias. . Trataria