Category Archives: Linguísitica

IMAGEM E POESIA- Por José Magalhães (107)

OLHO SEM VER     Olho sem ver Estou desimportado Não sei de quê Não sei porquê Vejo a vida a passar ao lado. . Deixai-me pensar que estou certo Que deito fora o que merece Que guardo bem quem

IMAGEM E POESIA- Por José Magalhães (107)

OLHO SEM VER     Olho sem ver Estou desimportado Não sei de quê Não sei porquê Vejo a vida a passar ao lado. . Deixai-me pensar que estou certo Que deito fora o que merece Que guardo bem quem

O PRIMEIRO PASSO DEPOIS DO 1-O: CONSTRUIR UMA IDENTIDADE PLURILINGUE EM ESPANHA, por ARMANDO FERNÁNDEZ STEINKO – SELECÇÃO E TRADUÇÃO por FRANCISCO TAVARES

  O PRIMEIRO PASSO DEPOIS DO 1-O: CONSTRUIR UMA IDENTIDADE PLURILINGUE EM ESPANHA Por Armando Fernández Steinko, em 29 de setembro de 2017   MANIFESTO PELO RECONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA PLURALIDADE LINGUÍSTICA DE ESPANHA Os signatários deste Manifesto, criadores

O PRIMEIRO PASSO DEPOIS DO 1-O: CONSTRUIR UMA IDENTIDADE PLURILINGUE EM ESPANHA, por ARMANDO FERNÁNDEZ STEINKO – SELECÇÃO E TRADUÇÃO por FRANCISCO TAVARES

  O PRIMEIRO PASSO DEPOIS DO 1-O: CONSTRUIR UMA IDENTIDADE PLURILINGUE EM ESPANHA Por Armando Fernández Steinko, em 29 de setembro de 2017   MANIFESTO PELO RECONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA PLURALIDADE LINGUÍSTICA DE ESPANHA Os signatários deste Manifesto, criadores

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (106)

  SIMPLESMENTE, OLHAVA POR NÓS     Com um olhar que escondia A sua luz, Olhava através e Para além dela, Da janela da miragem Transportando a sua cruz. Olhar perdido Longínquo Comprido, Abrangente Sem qualquer paragem. Olhava sem querer

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (106)

  SIMPLESMENTE, OLHAVA POR NÓS     Com um olhar que escondia A sua luz, Olhava através e Para além dela, Da janela da miragem Transportando a sua cruz. Olhar perdido Longínquo Comprido, Abrangente Sem qualquer paragem. Olhava sem querer

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (105)

OLHAS-ME COM AQUELE OLHAR  – – Olhas-me com aquele olhar Triste, penetrante, acedente Por cima do teu ombro direito. Devolvo-to, firme Sem pestanejar Olho-te de frente Com um olhar desfeito Sabendo como é difícil Voltares a sonhar. – – Dá-me

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (105)

OLHAS-ME COM AQUELE OLHAR  – – Olhas-me com aquele olhar Triste, penetrante, acedente Por cima do teu ombro direito. Devolvo-to, firme Sem pestanejar Olho-te de frente Com um olhar desfeito Sabendo como é difícil Voltares a sonhar. – – Dá-me

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (104)

O TEU SORRISO     No desejo imenso de te ter aqui, sempre Peguei nas tintas, nos pincéis, e num repente Pintei o teu sorriso Com cores suaves, pastel. Pintei-o calmo, sereno, em papel Assim premente, de improviso Num aperto

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (104)

O TEU SORRISO     No desejo imenso de te ter aqui, sempre Peguei nas tintas, nos pincéis, e num repente Pintei o teu sorriso Com cores suaves, pastel. Pintei-o calmo, sereno, em papel Assim premente, de improviso Num aperto

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (103)

COMO EM QUALQUER OUTRO LUGAR   Falando do tempo E da minha desejada eternidade Escrevo do dia que há-de vir Recomeçando o movimento Da escrita das palavras Mostrando o resíduo da dor Como se tivesse a certeza De que amanhã,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (103)

COMO EM QUALQUER OUTRO LUGAR   Falando do tempo E da minha desejada eternidade Escrevo do dia que há-de vir Recomeçando o movimento Da escrita das palavras Mostrando o resíduo da dor Como se tivesse a certeza De que amanhã,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (102)

OS CAMINHOS DOS MEUS DIAS Trocaria O teu corpo pelo meu Se os meus dedos te não percebessem E os meus olhos de ti se perdessem Para que, tocando-me Te aprender E saber Dos caminhos por onde seguias. . Trataria

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (102)

OS CAMINHOS DOS MEUS DIAS Trocaria O teu corpo pelo meu Se os meus dedos te não percebessem E os meus olhos de ti se perdessem Para que, tocando-me Te aprender E saber Dos caminhos por onde seguias. . Trataria

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (101)

CONSERVADAS EM SAL-GEMA     Se me acontece escrever Pensamentos, ideias, palavras movediças e soltas E com eles formar versos, e mais tarde um poema Só eles, os versos, sabem o que me querem dizer, Que caminho me indicam, que

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (101)

CONSERVADAS EM SAL-GEMA     Se me acontece escrever Pensamentos, ideias, palavras movediças e soltas E com eles formar versos, e mais tarde um poema Só eles, os versos, sabem o que me querem dizer, Que caminho me indicam, que

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (100)

O MAR DA FOZ   Ondas enormes batem no farol. Sentado na esplanada Do castelo da Foz Olho o mar Por entre camadas de sol E de nuvens de água feita em nada. Ouço das ondas a voz Que se

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (100)

O MAR DA FOZ   Ondas enormes batem no farol. Sentado na esplanada Do castelo da Foz Olho o mar Por entre camadas de sol E de nuvens de água feita em nada. Ouço das ondas a voz Que se

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (99)

AS RIMAS DA MINHA SAUDADE     Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade.   Cego de tanta

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (99)

AS RIMAS DA MINHA SAUDADE     Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade.   Cego de tanta

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

FORUM: Terceira tentativa para discutir o Acordo de todos os desacordos

Temos respeitado todas as opiniões sobre a controvérsia de um acordo que se anunciava há três décadas (desde os anos 80) como a unificação ortográfica de todas as variantes da nossa língua comum – podíamos conservar os acentos, os sotaques, de cada

FORUM: Terceira tentativa para discutir o Acordo de todos os desacordos

Temos respeitado todas as opiniões sobre a controvérsia de um acordo que se anunciava há três décadas (desde os anos 80) como a unificação ortográfica de todas as variantes da nossa língua comum – podíamos conservar os acentos, os sotaques, de cada

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (96)

O MEU ESTAR   É isso aí, Meu amor, Eu não sei parar O saber De te olhar Desde o momento em que te vi, Nem vou parar De te querer E de te amar Mesmo que seja para o

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (96)

O MEU ESTAR   É isso aí, Meu amor, Eu não sei parar O saber De te olhar Desde o momento em que te vi, Nem vou parar De te querer E de te amar Mesmo que seja para o