Category Archives: Linguísitica

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (134)

DESENHO UM MAPA . . Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade. . Cego de tanta luz Com

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (134)

DESENHO UM MAPA . . Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade. . Cego de tanta luz Com

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (133)

OLHAMO-NOS COM AMOR   Olhamo-nos com amor Com olhos meigos, de quem gosta De quem se vai gostando. Cabia-nos rir Ou chorar com fervor A dor imposta. Chorando, Preferimos rir Para deitar fora a dor Que faz a vida descomposta.

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (133)

OLHAMO-NOS COM AMOR   Olhamo-nos com amor Com olhos meigos, de quem gosta De quem se vai gostando. Cabia-nos rir Ou chorar com fervor A dor imposta. Chorando, Preferimos rir Para deitar fora a dor Que faz a vida descomposta.

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (132)

Tão tão, tem tem     Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém. . Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João. .

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (132)

Tão tão, tem tem     Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém. . Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João. .

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (131)

REFLEXÃO     A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira a relva Acabada de

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (131)

REFLEXÃO     A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira a relva Acabada de

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (130)

SE EU NÃO EXISTISSE     Não me importa morrer, Fisicamente, Morrer, Não faz mal, É assim, é natural, O que me chateia, claramente, É deixar de viver, Facto que é para mim, vital, E, como é evidente, Um assunto

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (130)

SE EU NÃO EXISTISSE     Não me importa morrer, Fisicamente, Morrer, Não faz mal, É assim, é natural, O que me chateia, claramente, É deixar de viver, Facto que é para mim, vital, E, como é evidente, Um assunto

A GALIZA COMO TAREFA – Ordem 73 – Ernesto V. Souza

Parte já da cultura popular, e nomeadamente para os fãs, a Ordem 66 define um momento climático e de ruptura, de mudança violenta explícita, no universo Star Wars. A Ordem 66, ou Protocolo Clone 66, executada no filme III da

A GALIZA COMO TAREFA – Ordem 73 – Ernesto V. Souza

Parte já da cultura popular, e nomeadamente para os fãs, a Ordem 66 define um momento climático e de ruptura, de mudança violenta explícita, no universo Star Wars. A Ordem 66, ou Protocolo Clone 66, executada no filme III da

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (129)

OU NOUTRO QUALQUER LUGAR     Falando do tempo E da minha desejada eternidade Escrevo do dia que há-de vir Recomeçando o movimento Da escrita das palavras Mostrando o resíduo da dor Como se tivesse a certeza De que amanhã,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (129)

OU NOUTRO QUALQUER LUGAR     Falando do tempo E da minha desejada eternidade Escrevo do dia que há-de vir Recomeçando o movimento Da escrita das palavras Mostrando o resíduo da dor Como se tivesse a certeza De que amanhã,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (127)

  O MAR DA FOZ     Ondas enormes batem no farol. Sentado na esplanada Do castelo da Foz Olho o mar Por entre camadas de sol E de nuvens de água feita em nada. Ouço das ondas a voz

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (127)

  O MAR DA FOZ     Ondas enormes batem no farol. Sentado na esplanada Do castelo da Foz Olho o mar Por entre camadas de sol E de nuvens de água feita em nada. Ouço das ondas a voz

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (126)

  QUE FALTA ME FAZ O TEU REGAÇO     Que falta me faz o teu regaço   Tem dias em que abafo Preso nestas paredes De pedra  Dias compridos onde Deambulo entre palavras   O meu pensamento arde Por

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (126)

  QUE FALTA ME FAZ O TEU REGAÇO     Que falta me faz o teu regaço   Tem dias em que abafo Preso nestas paredes De pedra  Dias compridos onde Deambulo entre palavras   O meu pensamento arde Por

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (125)

  DOCEMENTE       Docemente, Olho o tecto do quarto, Do nosso quarto. Docemente Sinto no ar o teu perfume selvagem De que nunca me farto, Docemente. Docemente Passas por mim com a aragem Passas como quem vai de

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (125)

  DOCEMENTE       Docemente, Olho o tecto do quarto, Do nosso quarto. Docemente Sinto no ar o teu perfume selvagem De que nunca me farto, Docemente. Docemente Passas por mim com a aragem Passas como quem vai de

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o