Category Archives: Linguísitica

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (103)

COMO EM QUALQUER OUTRO LUGAR   Falando do tempo E da minha desejada eternidade Escrevo do dia que há-de vir Recomeçando o movimento Da escrita das palavras Mostrando o resíduo da dor Como se tivesse a certeza De que amanhã,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (103)

COMO EM QUALQUER OUTRO LUGAR   Falando do tempo E da minha desejada eternidade Escrevo do dia que há-de vir Recomeçando o movimento Da escrita das palavras Mostrando o resíduo da dor Como se tivesse a certeza De que amanhã,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (102)

OS CAMINHOS DOS MEUS DIAS Trocaria O teu corpo pelo meu Se os meus dedos te não percebessem E os meus olhos de ti se perdessem Para que, tocando-me Te aprender E saber Dos caminhos por onde seguias. . Trataria

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (102)

OS CAMINHOS DOS MEUS DIAS Trocaria O teu corpo pelo meu Se os meus dedos te não percebessem E os meus olhos de ti se perdessem Para que, tocando-me Te aprender E saber Dos caminhos por onde seguias. . Trataria

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (101)

CONSERVADAS EM SAL-GEMA     Se me acontece escrever Pensamentos, ideias, palavras movediças e soltas E com eles formar versos, e mais tarde um poema Só eles, os versos, sabem o que me querem dizer, Que caminho me indicam, que

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (101)

CONSERVADAS EM SAL-GEMA     Se me acontece escrever Pensamentos, ideias, palavras movediças e soltas E com eles formar versos, e mais tarde um poema Só eles, os versos, sabem o que me querem dizer, Que caminho me indicam, que

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (100)

O MAR DA FOZ   Ondas enormes batem no farol. Sentado na esplanada Do castelo da Foz Olho o mar Por entre camadas de sol E de nuvens de água feita em nada. Ouço das ondas a voz Que se

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (100)

O MAR DA FOZ   Ondas enormes batem no farol. Sentado na esplanada Do castelo da Foz Olho o mar Por entre camadas de sol E de nuvens de água feita em nada. Ouço das ondas a voz Que se

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (99)

AS RIMAS DA MINHA SAUDADE     Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade.   Cego de tanta

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (99)

AS RIMAS DA MINHA SAUDADE     Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade.   Cego de tanta

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

FORUM: Terceira tentativa para discutir o Acordo de todos os desacordos

Temos respeitado todas as opiniões sobre a controvérsia de um acordo que se anunciava há três décadas (desde os anos 80) como a unificação ortográfica de todas as variantes da nossa língua comum – podíamos conservar os acentos, os sotaques, de cada

FORUM: Terceira tentativa para discutir o Acordo de todos os desacordos

Temos respeitado todas as opiniões sobre a controvérsia de um acordo que se anunciava há três décadas (desde os anos 80) como a unificação ortográfica de todas as variantes da nossa língua comum – podíamos conservar os acentos, os sotaques, de cada

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (96)

O MEU ESTAR   É isso aí, Meu amor, Eu não sei parar O saber De te olhar Desde o momento em que te vi, Nem vou parar De te querer E de te amar Mesmo que seja para o

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (96)

O MEU ESTAR   É isso aí, Meu amor, Eu não sei parar O saber De te olhar Desde o momento em que te vi, Nem vou parar De te querer E de te amar Mesmo que seja para o

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (95)

UM TREMENDO DESAFIO     É só ar, e rarefeito Um tremendo vazio O que me vai na cabeça E que tudo corta a eito. Uma corrente de um rio Que para a foz corre sem pressa Que flui sem

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (95)

UM TREMENDO DESAFIO     É só ar, e rarefeito Um tremendo vazio O que me vai na cabeça E que tudo corta a eito. Uma corrente de um rio Que para a foz corre sem pressa Que flui sem

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (94)

E NADA MUDAVA, CHOVIA!   Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (94)

E NADA MUDAVA, CHOVIA!   Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (93)

  EM DIRECÇÃO AO FIM     As pessoas passam Repassam Com andar parado Desapontado De uma forma invulgar Caminham para o lugar Que é de todos Para todos Seguem cegas Na sua entrega Famintas Indistintas Para o fim comum

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (93)

  EM DIRECÇÃO AO FIM     As pessoas passam Repassam Com andar parado Desapontado De uma forma invulgar Caminham para o lugar Que é de todos Para todos Seguem cegas Na sua entrega Famintas Indistintas Para o fim comum

O ACORDO ORTOGRÁFICO E O FUNDAMENTALISMO DO GOVERNO – por Manuel Simões

A Academia das Ciências de Lisboa (ACL) divulgou um documento com «sugestões para o aperfeiçoamento do acordo ortográfico da língua portuguesa». A pertinência da intervenção justifica-se plenamente pelo próprio estatuto da Academia, o qual a considera «órgão consultivo do Governo

O ACORDO ORTOGRÁFICO E O FUNDAMENTALISMO DO GOVERNO – por Manuel Simões

A Academia das Ciências de Lisboa (ACL) divulgou um documento com «sugestões para o aperfeiçoamento do acordo ortográfico da língua portuguesa». A pertinência da intervenção justifica-se plenamente pelo próprio estatuto da Academia, o qual a considera «órgão consultivo do Governo