Category Archives: Linguísitica

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (100)

O MAR DA FOZ   Ondas enormes batem no farol. Sentado na esplanada Do castelo da Foz Olho o mar Por entre camadas de sol E de nuvens de água feita em nada. Ouço das ondas a voz Que se

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (100)

O MAR DA FOZ   Ondas enormes batem no farol. Sentado na esplanada Do castelo da Foz Olho o mar Por entre camadas de sol E de nuvens de água feita em nada. Ouço das ondas a voz Que se

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (99)

AS RIMAS DA MINHA SAUDADE     Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade.   Cego de tanta

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (99)

AS RIMAS DA MINHA SAUDADE     Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade.   Cego de tanta

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

FORUM: Terceira tentativa para discutir o Acordo de todos os desacordos

Temos respeitado todas as opiniões sobre a controvérsia de um acordo que se anunciava há três décadas (desde os anos 80) como a unificação ortográfica de todas as variantes da nossa língua comum – podíamos conservar os acentos, os sotaques, de cada

FORUM: Terceira tentativa para discutir o Acordo de todos os desacordos

Temos respeitado todas as opiniões sobre a controvérsia de um acordo que se anunciava há três décadas (desde os anos 80) como a unificação ortográfica de todas as variantes da nossa língua comum – podíamos conservar os acentos, os sotaques, de cada

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (96)

O MEU ESTAR   É isso aí, Meu amor, Eu não sei parar O saber De te olhar Desde o momento em que te vi, Nem vou parar De te querer E de te amar Mesmo que seja para o

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (96)

O MEU ESTAR   É isso aí, Meu amor, Eu não sei parar O saber De te olhar Desde o momento em que te vi, Nem vou parar De te querer E de te amar Mesmo que seja para o

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (95)

UM TREMENDO DESAFIO     É só ar, e rarefeito Um tremendo vazio O que me vai na cabeça E que tudo corta a eito. Uma corrente de um rio Que para a foz corre sem pressa Que flui sem

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (95)

UM TREMENDO DESAFIO     É só ar, e rarefeito Um tremendo vazio O que me vai na cabeça E que tudo corta a eito. Uma corrente de um rio Que para a foz corre sem pressa Que flui sem

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (94)

E NADA MUDAVA, CHOVIA!   Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (94)

E NADA MUDAVA, CHOVIA!   Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (93)

  EM DIRECÇÃO AO FIM     As pessoas passam Repassam Com andar parado Desapontado De uma forma invulgar Caminham para o lugar Que é de todos Para todos Seguem cegas Na sua entrega Famintas Indistintas Para o fim comum

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (93)

  EM DIRECÇÃO AO FIM     As pessoas passam Repassam Com andar parado Desapontado De uma forma invulgar Caminham para o lugar Que é de todos Para todos Seguem cegas Na sua entrega Famintas Indistintas Para o fim comum

O ACORDO ORTOGRÁFICO E O FUNDAMENTALISMO DO GOVERNO – por Manuel Simões

A Academia das Ciências de Lisboa (ACL) divulgou um documento com «sugestões para o aperfeiçoamento do acordo ortográfico da língua portuguesa». A pertinência da intervenção justifica-se plenamente pelo próprio estatuto da Academia, o qual a considera «órgão consultivo do Governo

O ACORDO ORTOGRÁFICO E O FUNDAMENTALISMO DO GOVERNO – por Manuel Simões

A Academia das Ciências de Lisboa (ACL) divulgou um documento com «sugestões para o aperfeiçoamento do acordo ortográfico da língua portuguesa». A pertinência da intervenção justifica-se plenamente pelo próprio estatuto da Academia, o qual a considera «órgão consultivo do Governo

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (92)

PARANDO O TEMPO NAS HORAS MORTAS   A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (92)

PARANDO O TEMPO NAS HORAS MORTAS   A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira

A GERINGONÇA – por Rui Rosado Vieira

Informa-nos o “Diário de Notícias”, na sua edição de 4 de Janeiro passado: A “geringonça” foi eleita a palavra do ano (…) anunciou hoje a Porto Editora, promotora do evento”. O vocábulo “geringonça” tem origem numa reacção do antigo líder

A GERINGONÇA – por Rui Rosado Vieira

Informa-nos o “Diário de Notícias”, na sua edição de 4 de Janeiro passado: A “geringonça” foi eleita a palavra do ano (…) anunciou hoje a Porto Editora, promotora do evento”. O vocábulo “geringonça” tem origem numa reacção do antigo líder

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (91)

UM QUALQUER APREÇO Já não sou eu, Repetidor de realidades Repetidor de experiências, Esse mundo morreu! Nada faz sentido algum. Lá se foi o afecto Lá se foi a emoção Lá se foi o teu cheiro diferente Na paixão.  

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (91)

UM QUALQUER APREÇO Já não sou eu, Repetidor de realidades Repetidor de experiências, Esse mundo morreu! Nada faz sentido algum. Lá se foi o afecto Lá se foi a emoção Lá se foi o teu cheiro diferente Na paixão.  

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (90)

  Tão tão, tem tem Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém.   Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João.   E

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (90)

  Tão tão, tem tem Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém.   Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João.   E