Category Archives: Linguísitica

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

FORUM: Terceira tentativa para discutir o Acordo de todos os desacordos

Temos respeitado todas as opiniões sobre a controvérsia de um acordo que se anunciava há três décadas (desde os anos 80) como a unificação ortográfica de todas as variantes da nossa língua comum – podíamos conservar os acentos, os sotaques, de cada

FORUM: Terceira tentativa para discutir o Acordo de todos os desacordos

Temos respeitado todas as opiniões sobre a controvérsia de um acordo que se anunciava há três décadas (desde os anos 80) como a unificação ortográfica de todas as variantes da nossa língua comum – podíamos conservar os acentos, os sotaques, de cada

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (96)

O MEU ESTAR   É isso aí, Meu amor, Eu não sei parar O saber De te olhar Desde o momento em que te vi, Nem vou parar De te querer E de te amar Mesmo que seja para o

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (96)

O MEU ESTAR   É isso aí, Meu amor, Eu não sei parar O saber De te olhar Desde o momento em que te vi, Nem vou parar De te querer E de te amar Mesmo que seja para o

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (95)

UM TREMENDO DESAFIO     É só ar, e rarefeito Um tremendo vazio O que me vai na cabeça E que tudo corta a eito. Uma corrente de um rio Que para a foz corre sem pressa Que flui sem

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (95)

UM TREMENDO DESAFIO     É só ar, e rarefeito Um tremendo vazio O que me vai na cabeça E que tudo corta a eito. Uma corrente de um rio Que para a foz corre sem pressa Que flui sem

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (94)

E NADA MUDAVA, CHOVIA!   Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (94)

E NADA MUDAVA, CHOVIA!   Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (93)

  EM DIRECÇÃO AO FIM     As pessoas passam Repassam Com andar parado Desapontado De uma forma invulgar Caminham para o lugar Que é de todos Para todos Seguem cegas Na sua entrega Famintas Indistintas Para o fim comum

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (93)

  EM DIRECÇÃO AO FIM     As pessoas passam Repassam Com andar parado Desapontado De uma forma invulgar Caminham para o lugar Que é de todos Para todos Seguem cegas Na sua entrega Famintas Indistintas Para o fim comum