Author Archives: evazsou

A GALIZA COMO TAREFA – armas dos ‘probes’ – Ernesto V. Souza

Hibridação, mímese, diferenciação e ambivalência. Tais termos descrevem diversas formas pelas quais as pessoas colonizadas resistiram ao poder do colonizador, de acordo com a teoria de H. K. Bhabha, o grande teórico das análises do postcolonialismo. Edward. W. Said propõe

A GALIZA COMO TAREFA – armas dos ‘probes’ – Ernesto V. Souza

Hibridação, mímese, diferenciação e ambivalência. Tais termos descrevem diversas formas pelas quais as pessoas colonizadas resistiram ao poder do colonizador, de acordo com a teoria de H. K. Bhabha, o grande teórico das análises do postcolonialismo. Edward. W. Said propõe

A GALIZA COMO TAREFA – a outra tradição – Ernesto V. Souza

A história social no Estado espanhol é traumática no decorrer dos séculos. Frustração, repressão, incultura programada, dominação, terror, marcam a ferro o cronograma desenhado, ou improvisado, pelos poderosos no decurso dos séculos XVII até hoje. Decadência, desmoronamento da máquina imperial,

A GALIZA COMO TAREFA – a outra tradição – Ernesto V. Souza

A história social no Estado espanhol é traumática no decorrer dos séculos. Frustração, repressão, incultura programada, dominação, terror, marcam a ferro o cronograma desenhado, ou improvisado, pelos poderosos no decurso dos séculos XVII até hoje. Decadência, desmoronamento da máquina imperial,

A GALIZA COMO TAREFA – relíquias – Ernesto V. Souza

Muitas das religiões mantiveram culto a espaços, lugares, objetos de caráter cerimonial transcendidos em sagrado; e as mais delas também veneraram relíquias: objetos, livros, fragmentos da roupa, ou mesmo restos ou excrescências humanas que pertenceram ou foram parte dos antepassados,

A GALIZA COMO TAREFA – relíquias – Ernesto V. Souza

Muitas das religiões mantiveram culto a espaços, lugares, objetos de caráter cerimonial transcendidos em sagrado; e as mais delas também veneraram relíquias: objetos, livros, fragmentos da roupa, ou mesmo restos ou excrescências humanas que pertenceram ou foram parte dos antepassados,

A GALIZA COMO TAREFA – Studiolo – Ernesto V. Souza

O Studiolo é um gabinete de curiosidades nascido na Itália renascentista a imitação de gregos e romanos; o Pequeno estudo ou Camerino era, normalmente uma sala privada, tamanha em função das possibilidades do dono, onde o proprietário podia se retirar para

A GALIZA COMO TAREFA – Studiolo – Ernesto V. Souza

O Studiolo é um gabinete de curiosidades nascido na Itália renascentista a imitação de gregos e romanos; o Pequeno estudo ou Camerino era, normalmente uma sala privada, tamanha em função das possibilidades do dono, onde o proprietário podia se retirar para

A GALIZA COMO TAREFA – finis coronat opus – Ernesto V. Souza

Na arquitetura tradicional, com a obra terminada, colocava-se um ramo no topo. Daí inferia-se que a tarefa ficava pronta. Todavia hoje é costume para marcar em construção a finalização da estrutura quanto em diversos ofícios e trabalhos; coloca-se o ramo

A GALIZA COMO TAREFA – finis coronat opus – Ernesto V. Souza

Na arquitetura tradicional, com a obra terminada, colocava-se um ramo no topo. Daí inferia-se que a tarefa ficava pronta. Todavia hoje é costume para marcar em construção a finalização da estrutura quanto em diversos ofícios e trabalhos; coloca-se o ramo

A GALIZA COMO TAREFA – spero lucem… – Ernesto V. Souza

PAXAROS; PEIXES, E HOMES, DE DISTINTA CASTA SON : AQUELLES CÓMENSE ASADOS, PERO ¿OS RACIONALES ? NON. Manuel Pardo de Andrade, 1841 Não há tantos anos, uma, duas décadas talvez, naquele remoto Reino da Espanha parecia claro que se consolidara a democracia;

A GALIZA COMO TAREFA – spero lucem… – Ernesto V. Souza

PAXAROS; PEIXES, E HOMES, DE DISTINTA CASTA SON : AQUELLES CÓMENSE ASADOS, PERO ¿OS RACIONALES ? NON. Manuel Pardo de Andrade, 1841 Não há tantos anos, uma, duas décadas talvez, naquele remoto Reino da Espanha parecia claro que se consolidara a democracia;

A GALIZA COMO TAREFA – o galo – Ernesto V. Souza

“Frade, ir-se hão os hóspedes e nós comeremos o galo” o famoso dito é atribuído a um dos engenhosos e muito poderosos Condes de Altamira, como conclusão, advertência, desbafo e troça, aos seus num aparte e durante a visita dos Reis Católicos à Galiza.

A GALIZA COMO TAREFA – o galo – Ernesto V. Souza

“Frade, ir-se hão os hóspedes e nós comeremos o galo” o famoso dito é atribuído a um dos engenhosos e muito poderosos Condes de Altamira, como conclusão, advertência, desbafo e troça, aos seus num aparte e durante a visita dos Reis Católicos à Galiza.

A GALIZA COMO TAREFA – epistolários – Ernesto V. Souza

Para o Antom Santos, por fim na casa. Efeito colateral de ter amigos em prisão foi recuperar a arte de escrever cartas de mão. Nuns anos, escrever cartas, foi algo que me era habitual; e até reuni – para isso mais escrevi

A GALIZA COMO TAREFA – epistolários – Ernesto V. Souza

Para o Antom Santos, por fim na casa. Efeito colateral de ter amigos em prisão foi recuperar a arte de escrever cartas de mão. Nuns anos, escrever cartas, foi algo que me era habitual; e até reuni – para isso mais escrevi

A GALIZA COMO TAREFA – indianos – Ernesto V. Souza

Emigrar é uma resposta individual, desesperada e violenta ante a incapacidade de dar solução a um problema coletivo, de enfrentar uma situação de opressão e frustração económica, ideológica, política, jurídica, social, nacional ou de classe. Emigrar fisicamente é doloroso, não apenas

A GALIZA COMO TAREFA – indianos – Ernesto V. Souza

Emigrar é uma resposta individual, desesperada e violenta ante a incapacidade de dar solução a um problema coletivo, de enfrentar uma situação de opressão e frustração económica, ideológica, política, jurídica, social, nacional ou de classe. Emigrar fisicamente é doloroso, não apenas

A GALIZA COMO TAREFA – menos mal que nos queda Portugal – Ernesto V. Souza

Portugal, para a gente galega é um destino frequente, um caminho, um mercado económico e laboral, um espaço de férias ou de formação. Para boa parte da Galiza culta e amante da sua língua e da sua Terra é também

A GALIZA COMO TAREFA – menos mal que nos queda Portugal – Ernesto V. Souza

Portugal, para a gente galega é um destino frequente, um caminho, um mercado económico e laboral, um espaço de férias ou de formação. Para boa parte da Galiza culta e amante da sua língua e da sua Terra é também

A GALIZA COMO TAREFA – periferias periféricas- Ernesto V. Souza

A visão geral que da Península Ibérica é transmitida no ensaio europeu dos séculos XIX e XX é a da periferia. O tema, qualquer que se gize no género ensaio, é irrelevante, mas a noção da distância e lonjura a

A GALIZA COMO TAREFA – periferias periféricas- Ernesto V. Souza

A visão geral que da Península Ibérica é transmitida no ensaio europeu dos séculos XIX e XX é a da periferia. O tema, qualquer que se gize no género ensaio, é irrelevante, mas a noção da distância e lonjura a

A GALIZA COMO TAREFA – o projeto de língua – Ernesto V. Souza

A história da língua galega, na Galiza, é conhecida na projeção gizada, por causa e como justificação do decorrer do discurso nacional de restauração, principiado por volta de 1830. Isto é, na coincidência e concorrência dos primeiros passos com o

A GALIZA COMO TAREFA – o projeto de língua – Ernesto V. Souza

A história da língua galega, na Galiza, é conhecida na projeção gizada, por causa e como justificação do decorrer do discurso nacional de restauração, principiado por volta de 1830. Isto é, na coincidência e concorrência dos primeiros passos com o

A GALIZA COMO TAREFA – no exterior – Ernesto V. Souza

Em 21 de fevereiro de 2017, o documentário ‘Porta para o exterior’ de J. Ramom Pichel Campos e Sabela Fernández foi libertado na rede a coincidir com o Dia internacional da Língua Materna. O documentário é um chamado de parte do ativismo galego

A GALIZA COMO TAREFA – no exterior – Ernesto V. Souza

Em 21 de fevereiro de 2017, o documentário ‘Porta para o exterior’ de J. Ramom Pichel Campos e Sabela Fernández foi libertado na rede a coincidir com o Dia internacional da Língua Materna. O documentário é um chamado de parte do ativismo galego

A GALIZA COMO TAREFA – outros centenários – Ernesto V. Souza

Para Uxio-Breogão e Moncho do Orzán, aos que vou devendo textos O centenário da Fundação da Irmandade da Fala da Crunha, decorreu, como não podia ser doutro jeito, com numerosos atos, celebrações, exposições, ciclos e publicações durante 2016. Porém, 1917

A GALIZA COMO TAREFA – outros centenários – Ernesto V. Souza

Para Uxio-Breogão e Moncho do Orzán, aos que vou devendo textos O centenário da Fundação da Irmandade da Fala da Crunha, decorreu, como não podia ser doutro jeito, com numerosos atos, celebrações, exposições, ciclos e publicações durante 2016. Porém, 1917

A GALIZA COMO TAREFA – das velhas traduções – Ernesto V. Souza

Uma das cousas, para mim, que melhor demonstra o golpe de tópicos sobre as línguas é o tempo. Há certas singularidades que manifestam esta passagem das décadas em forma de surpresas ou irritantes mistérios na leitura dos livros velhos. Por que

A GALIZA COMO TAREFA – das velhas traduções – Ernesto V. Souza

Uma das cousas, para mim, que melhor demonstra o golpe de tópicos sobre as línguas é o tempo. Há certas singularidades que manifestam esta passagem das décadas em forma de surpresas ou irritantes mistérios na leitura dos livros velhos. Por que