Author Archives: evazsou

A GALIZA COMO TAREFA – Œuvre au noir – Ernesto V. Souza

Para os que estamos, não apenas fora, senão simplesmente no avesso da história, e nem acreditamos no capitalismo como sucesso e fim nem na imagem que espelha o presente mas que como névoa pixelada, resulta-nos difícil acreditar nas evoluções lineares

A GALIZA COMO TAREFA – Œuvre au noir – Ernesto V. Souza

Para os que estamos, não apenas fora, senão simplesmente no avesso da história, e nem acreditamos no capitalismo como sucesso e fim nem na imagem que espelha o presente mas que como névoa pixelada, resulta-nos difícil acreditar nas evoluções lineares

A GALIZA COMO TAREFA – e aí, na Espanha? – Ernesto V. Souza

“Portugal, hoje, está muito bem”, diz o rapaz, engenheiro eletrónico, aluno de pós-graduação, a uma outra companheira de turma. Ela, na casa dos 40, contrato precário de professora doutora e especialista em Engenharia florestal, afirma com a cabeça. “Pois é“,

A GALIZA COMO TAREFA – e aí, na Espanha? – Ernesto V. Souza

“Portugal, hoje, está muito bem”, diz o rapaz, engenheiro eletrónico, aluno de pós-graduação, a uma outra companheira de turma. Ela, na casa dos 40, contrato precário de professora doutora e especialista em Engenharia florestal, afirma com a cabeça. “Pois é“,

A GALIZA COMO TAREFA – silêncios – Ernesto V. Souza

Talvez nas distopias escuras de Ursula K. Le Guin, nos contos de terror de Edgar Allan Poe ou nas cosmogénesis oníricas de H. P. Lovecraft pudéssemos encontrar um silêncio atafegante, mítico, medonho, carregado com o peso das consciências coletivas, da

A GALIZA COMO TAREFA – silêncios – Ernesto V. Souza

Talvez nas distopias escuras de Ursula K. Le Guin, nos contos de terror de Edgar Allan Poe ou nas cosmogénesis oníricas de H. P. Lovecraft pudéssemos encontrar um silêncio atafegante, mítico, medonho, carregado com o peso das consciências coletivas, da

A GALIZA COMO TAREFA – caminhos – Ernesto V. Souza

Deveu ser justo antes da estação das chuvas de 1913, que a imaginação de Edgar Rice Burroughs, levou a Tarzan, por vez primeira, à cidade perdida de Opar. Os livros de Tarzan, como os de todos aqueles heróis musculosos e

A GALIZA COMO TAREFA – caminhos – Ernesto V. Souza

Deveu ser justo antes da estação das chuvas de 1913, que a imaginação de Edgar Rice Burroughs, levou a Tarzan, por vez primeira, à cidade perdida de Opar. Os livros de Tarzan, como os de todos aqueles heróis musculosos e

A GALIZA COMO TAREFA – best-sellers – Ernesto V. Souza

Não será também este ano, pois já vai quase inteiro andado, que aconteça esse Apocalipse do papel, anunciado há décadas pelos profetas do digital, nem virá tão pronto esse mundo futuro imediato, há quanto pregoado, do livro terminator eletrónico. Mas

A GALIZA COMO TAREFA – best-sellers – Ernesto V. Souza

Não será também este ano, pois já vai quase inteiro andado, que aconteça esse Apocalipse do papel, anunciado há décadas pelos profetas do digital, nem virá tão pronto esse mundo futuro imediato, há quanto pregoado, do livro terminator eletrónico. Mas

A GALIZA COMO TAREFA – 10 anos da AGLP – Ernesto V. Souza

Dedicado ao pessoal que fez (e faz) possível a Pró-AGLP (e com ela a AGLP), parte viva da sociedade civil galega. Cumpre lembrar, que chega o dia, como momento que foi e efeméride que marca, que em 1 de Dezembro

A GALIZA COMO TAREFA – 10 anos da AGLP – Ernesto V. Souza

Dedicado ao pessoal que fez (e faz) possível a Pró-AGLP (e com ela a AGLP), parte viva da sociedade civil galega. Cumpre lembrar, que chega o dia, como momento que foi e efeméride que marca, que em 1 de Dezembro

A GALIZA COMO TAREFA – conceito – Ernesto V. Souza

A realidade supera-me. Confesso. Não é apenas a pertinaz crispação informativa arredor, a agressividade inter nós nas redes sociais que de mais em mais fui abandonando. É a violência social que invade as conversas, a sensação de pressão policial e

A GALIZA COMO TAREFA – conceito – Ernesto V. Souza

A realidade supera-me. Confesso. Não é apenas a pertinaz crispação informativa arredor, a agressividade inter nós nas redes sociais que de mais em mais fui abandonando. É a violência social que invade as conversas, a sensação de pressão policial e

A GALIZA COMO TAREFA – das diktat – Ernesto V. Souza

Em 1977 o afamado diretor sueco Ingmar Bergman, surpreendeu saindo do roteiro existencialista da sua característica produção para montar um filme (The serpent egg) no qual, sem abandonar o seu estilo alegórico, introduzia uma reflexão sobre o contexto e condições

A GALIZA COMO TAREFA – das diktat – Ernesto V. Souza

Em 1977 o afamado diretor sueco Ingmar Bergman, surpreendeu saindo do roteiro existencialista da sua característica produção para montar um filme (The serpent egg) no qual, sem abandonar o seu estilo alegórico, introduzia uma reflexão sobre o contexto e condições

A GALIZA COMO TAREFA – Radetzkymarsch – Ernesto V. Souza

Sentado num banco do parque a ler na espera, enxergo, a prudencial distância, como se vai reunindo arredor do histórico chafariz a pé da estátua a José Zorrilla, um grupo de patriotas com as suas bandeiras: velhos vociferantes, moços com

A GALIZA COMO TAREFA – Radetzkymarsch – Ernesto V. Souza

Sentado num banco do parque a ler na espera, enxergo, a prudencial distância, como se vai reunindo arredor do histórico chafariz a pé da estátua a José Zorrilla, um grupo de patriotas com as suas bandeiras: velhos vociferantes, moços com

A GALIZA COMO TAREFA – caça – Ernesto V. Souza

Para o Paulo Rico, que compartilha fantasias e realidades.   No Limiar à edição da miscelánea “O Libro da Caza : recollido do pobo“, Xosé Maria Álvarez Blazquez citava, para destacar a outrora fartura de caça na Galiza a d.

A GALIZA COMO TAREFA – caça – Ernesto V. Souza

Para o Paulo Rico, que compartilha fantasias e realidades.   No Limiar à edição da miscelánea “O Libro da Caza : recollido do pobo“, Xosé Maria Álvarez Blazquez citava, para destacar a outrora fartura de caça na Galiza a d.

A GALIZA COMO TAREFA – coletivo – Ernesto V. Souza

Uma de tantas lições que nos está a dar a Catalunha nos últimos tempos é o sentido roturista da imagem de um “coletivo”. Roturista a respeito do longe que hoje temos uma palavra que não há tanto era presente. Resulta

A GALIZA COMO TAREFA – coletivo – Ernesto V. Souza

Uma de tantas lições que nos está a dar a Catalunha nos últimos tempos é o sentido roturista da imagem de um “coletivo”. Roturista a respeito do longe que hoje temos uma palavra que não há tanto era presente. Resulta

A GALIZA COMO TAREFA – faunos – Ernesto V. Souza

Andam faunos pelos bosques era o título daquele, duas – ou até três – vezes clássico e delicioso romance do Aquilino Ribeiro. Não sei se lembram aquela histeria coletiva e fantástico conclave rural de Padres, que se sucede arredor de

A GALIZA COMO TAREFA – faunos – Ernesto V. Souza

Andam faunos pelos bosques era o título daquele, duas – ou até três – vezes clássico e delicioso romance do Aquilino Ribeiro. Não sei se lembram aquela histeria coletiva e fantástico conclave rural de Padres, que se sucede arredor de

A GALIZA COMO TAREFA – 12 de Outubro – Ernesto V. Souza

Na cozinha da casa vou picando cebola, pimentos, tomate, para combinar com curry, coentro, orégano, gengibre, qualquer outro tempero que ache no caixão, e aproveitar umas mangas que amadureceram demais e servem de base para um chutney. Gosto de ir

A GALIZA COMO TAREFA – 12 de Outubro – Ernesto V. Souza

Na cozinha da casa vou picando cebola, pimentos, tomate, para combinar com curry, coentro, orégano, gengibre, qualquer outro tempero que ache no caixão, e aproveitar umas mangas que amadureceram demais e servem de base para um chutney. Gosto de ir

A GALIZA COMO TAREFA – aquesta gent tan ufana i tan superba – Ernesto V. Souza

  As ruas cheias de gente, longas filas para votarem, gente de todas as idades, condições e classes sociais aderindo o protesto e apelando destarte perante surdos e cegos. Os largos repletos de gente a cantar. Doutra banda a polícia,

A GALIZA COMO TAREFA – aquesta gent tan ufana i tan superba – Ernesto V. Souza

  As ruas cheias de gente, longas filas para votarem, gente de todas as idades, condições e classes sociais aderindo o protesto e apelando destarte perante surdos e cegos. Os largos repletos de gente a cantar. Doutra banda a polícia,

A GALIZA COMO TAREFA – armas dos ‘probes’ – Ernesto V. Souza

Hibridação, mímese, diferenciação e ambivalência. Tais termos descrevem diversas formas pelas quais as pessoas colonizadas resistiram ao poder do colonizador, de acordo com a teoria de H. K. Bhabha, o grande teórico das análises do postcolonialismo. Edward. W. Said propõe

A GALIZA COMO TAREFA – armas dos ‘probes’ – Ernesto V. Souza

Hibridação, mímese, diferenciação e ambivalência. Tais termos descrevem diversas formas pelas quais as pessoas colonizadas resistiram ao poder do colonizador, de acordo com a teoria de H. K. Bhabha, o grande teórico das análises do postcolonialismo. Edward. W. Said propõe