Author Archives: evazsou

A GALIZA COMO TAREFA – spero lucem… – Ernesto V. Souza

PAXAROS; PEIXES, E HOMES, DE DISTINTA CASTA SON : AQUELLES CÓMENSE ASADOS, PERO ¿OS RACIONALES ? NON. Manuel Pardo de Andrade, 1841 Não há tantos anos, uma, duas décadas talvez, naquele remoto Reino da Espanha parecia claro que se consolidara a democracia;

A GALIZA COMO TAREFA – spero lucem… – Ernesto V. Souza

PAXAROS; PEIXES, E HOMES, DE DISTINTA CASTA SON : AQUELLES CÓMENSE ASADOS, PERO ¿OS RACIONALES ? NON. Manuel Pardo de Andrade, 1841 Não há tantos anos, uma, duas décadas talvez, naquele remoto Reino da Espanha parecia claro que se consolidara a democracia;

A GALIZA COMO TAREFA – o galo – Ernesto V. Souza

“Frade, ir-se hão os hóspedes e nós comeremos o galo” o famoso dito é atribuído a um dos engenhosos e muito poderosos Condes de Altamira, como conclusão, advertência, desbafo e troça, aos seus num aparte e durante a visita dos Reis Católicos à Galiza.

A GALIZA COMO TAREFA – o galo – Ernesto V. Souza

“Frade, ir-se hão os hóspedes e nós comeremos o galo” o famoso dito é atribuído a um dos engenhosos e muito poderosos Condes de Altamira, como conclusão, advertência, desbafo e troça, aos seus num aparte e durante a visita dos Reis Católicos à Galiza.

A GALIZA COMO TAREFA – epistolários – Ernesto V. Souza

Para o Antom Santos, por fim na casa. Efeito colateral de ter amigos em prisão foi recuperar a arte de escrever cartas de mão. Nuns anos, escrever cartas, foi algo que me era habitual; e até reuni – para isso mais escrevi

A GALIZA COMO TAREFA – epistolários – Ernesto V. Souza

Para o Antom Santos, por fim na casa. Efeito colateral de ter amigos em prisão foi recuperar a arte de escrever cartas de mão. Nuns anos, escrever cartas, foi algo que me era habitual; e até reuni – para isso mais escrevi

A GALIZA COMO TAREFA – indianos – Ernesto V. Souza

Emigrar é uma resposta individual, desesperada e violenta ante a incapacidade de dar solução a um problema coletivo, de enfrentar uma situação de opressão e frustração económica, ideológica, política, jurídica, social, nacional ou de classe. Emigrar fisicamente é doloroso, não apenas

A GALIZA COMO TAREFA – indianos – Ernesto V. Souza

Emigrar é uma resposta individual, desesperada e violenta ante a incapacidade de dar solução a um problema coletivo, de enfrentar uma situação de opressão e frustração económica, ideológica, política, jurídica, social, nacional ou de classe. Emigrar fisicamente é doloroso, não apenas

A GALIZA COMO TAREFA – menos mal que nos queda Portugal – Ernesto V. Souza

Portugal, para a gente galega é um destino frequente, um caminho, um mercado económico e laboral, um espaço de férias ou de formação. Para boa parte da Galiza culta e amante da sua língua e da sua Terra é também

A GALIZA COMO TAREFA – menos mal que nos queda Portugal – Ernesto V. Souza

Portugal, para a gente galega é um destino frequente, um caminho, um mercado económico e laboral, um espaço de férias ou de formação. Para boa parte da Galiza culta e amante da sua língua e da sua Terra é também

A GALIZA COMO TAREFA – periferias periféricas- Ernesto V. Souza

A visão geral que da Península Ibérica é transmitida no ensaio europeu dos séculos XIX e XX é a da periferia. O tema, qualquer que se gize no género ensaio, é irrelevante, mas a noção da distância e lonjura a

A GALIZA COMO TAREFA – periferias periféricas- Ernesto V. Souza

A visão geral que da Península Ibérica é transmitida no ensaio europeu dos séculos XIX e XX é a da periferia. O tema, qualquer que se gize no género ensaio, é irrelevante, mas a noção da distância e lonjura a

A GALIZA COMO TAREFA – o projeto de língua – Ernesto V. Souza

A história da língua galega, na Galiza, é conhecida na projeção gizada, por causa e como justificação do decorrer do discurso nacional de restauração, principiado por volta de 1830. Isto é, na coincidência e concorrência dos primeiros passos com o

A GALIZA COMO TAREFA – o projeto de língua – Ernesto V. Souza

A história da língua galega, na Galiza, é conhecida na projeção gizada, por causa e como justificação do decorrer do discurso nacional de restauração, principiado por volta de 1830. Isto é, na coincidência e concorrência dos primeiros passos com o

A GALIZA COMO TAREFA – no exterior – Ernesto V. Souza

Em 21 de fevereiro de 2017, o documentário ‘Porta para o exterior’ de J. Ramom Pichel Campos e Sabela Fernández foi libertado na rede a coincidir com o Dia internacional da Língua Materna. O documentário é um chamado de parte do ativismo galego

A GALIZA COMO TAREFA – no exterior – Ernesto V. Souza

Em 21 de fevereiro de 2017, o documentário ‘Porta para o exterior’ de J. Ramom Pichel Campos e Sabela Fernández foi libertado na rede a coincidir com o Dia internacional da Língua Materna. O documentário é um chamado de parte do ativismo galego

A GALIZA COMO TAREFA – outros centenários – Ernesto V. Souza

Para Uxio-Breogão e Moncho do Orzán, aos que vou devendo textos O centenário da Fundação da Irmandade da Fala da Crunha, decorreu, como não podia ser doutro jeito, com numerosos atos, celebrações, exposições, ciclos e publicações durante 2016. Porém, 1917

A GALIZA COMO TAREFA – outros centenários – Ernesto V. Souza

Para Uxio-Breogão e Moncho do Orzán, aos que vou devendo textos O centenário da Fundação da Irmandade da Fala da Crunha, decorreu, como não podia ser doutro jeito, com numerosos atos, celebrações, exposições, ciclos e publicações durante 2016. Porém, 1917

A GALIZA COMO TAREFA – das velhas traduções – Ernesto V. Souza

Uma das cousas, para mim, que melhor demonstra o golpe de tópicos sobre as línguas é o tempo. Há certas singularidades que manifestam esta passagem das décadas em forma de surpresas ou irritantes mistérios na leitura dos livros velhos. Por que

A GALIZA COMO TAREFA – das velhas traduções – Ernesto V. Souza

Uma das cousas, para mim, que melhor demonstra o golpe de tópicos sobre as línguas é o tempo. Há certas singularidades que manifestam esta passagem das décadas em forma de surpresas ou irritantes mistérios na leitura dos livros velhos. Por que

A Galiza como Tarefa – soidades – Ernesto V. Souza

O passageiro, como tantas vezes que viaja, lê num livro. Antes lia mais, também mais viajava. Ler, nas estações na espera da viagem, nos transbordos entre trajetos ou sentado como hoje no comboio à luz do dia frio e azulado

A Galiza como Tarefa – soidades – Ernesto V. Souza

O passageiro, como tantas vezes que viaja, lê num livro. Antes lia mais, também mais viajava. Ler, nas estações na espera da viagem, nos transbordos entre trajetos ou sentado como hoje no comboio à luz do dia frio e azulado

A GALIZA COMO TAREFA – stultifera navis – Ernesto V. Souza

Sempre tive a sensação, desde cativo, que os que governavam, os que ocupavam os altos postos nos mundos da política, da economia, da empresa, da milícia, das grandes finanças, nas academias e na gerência das mais importantes instituições culturais e

A GALIZA COMO TAREFA – stultifera navis – Ernesto V. Souza

Sempre tive a sensação, desde cativo, que os que governavam, os que ocupavam os altos postos nos mundos da política, da economia, da empresa, da milícia, das grandes finanças, nas academias e na gerência das mais importantes instituições culturais e

A GALIZA COMO TAREFA – desestruturas acríticas- Ernesto V. Souza

Podemos sem dúvida dizer que as condições gerais de vida na Galiza, dos anos 50 até hoje e nomeadamente desde os anos 70, melhoraram em termos quantitativos e qualitativos. Chegaria com dar uma olhadela nas fotos, nas montras das lojas

A GALIZA COMO TAREFA – desestruturas acríticas- Ernesto V. Souza

Podemos sem dúvida dizer que as condições gerais de vida na Galiza, dos anos 50 até hoje e nomeadamente desde os anos 70, melhoraram em termos quantitativos e qualitativos. Chegaria com dar uma olhadela nas fotos, nas montras das lojas

A GALIZA COMO TAREFA – quem passa a Marola – Ernesto V. Souza

A gente galega temos muitas e variadas virtudes, também notáveis defeitos, mas nisto como em tudo a perspetiva e o costume é quem decide, dando-se o pasmoso caso de, não poucas vezes, as que muitos de nós consideramos ser virtudes,

A GALIZA COMO TAREFA – quem passa a Marola – Ernesto V. Souza

A gente galega temos muitas e variadas virtudes, também notáveis defeitos, mas nisto como em tudo a perspetiva e o costume é quem decide, dando-se o pasmoso caso de, não poucas vezes, as que muitos de nós consideramos ser virtudes,

A GALIZA COMO TAREFA – fora e dentro – Ernesto V. Souza

Pode parecer confusa, arbitrária e desconcertante a olhos do observador português, a movimentação e agitação – esta sim evidente por constante e por vezes exagerada – que no mundo cultural e linguístico galego acontece arredor e dentro do que denominamos “Reintegracionismo”,

A GALIZA COMO TAREFA – fora e dentro – Ernesto V. Souza

Pode parecer confusa, arbitrária e desconcertante a olhos do observador português, a movimentação e agitação – esta sim evidente por constante e por vezes exagerada – que no mundo cultural e linguístico galego acontece arredor e dentro do que denominamos “Reintegracionismo”,