Author Archives: evazsou

A GALIZA COMO TAREFA – epistolários – Ernesto V. Souza

Para o Antom Santos, por fim na casa. Efeito colateral de ter amigos em prisão foi recuperar a arte de escrever cartas de mão. Nuns anos, escrever cartas, foi algo que me era habitual; e até reuni – para isso mais escrevi

A GALIZA COMO TAREFA – epistolários – Ernesto V. Souza

Para o Antom Santos, por fim na casa. Efeito colateral de ter amigos em prisão foi recuperar a arte de escrever cartas de mão. Nuns anos, escrever cartas, foi algo que me era habitual; e até reuni – para isso mais escrevi

A GALIZA COMO TAREFA – indianos – Ernesto V. Souza

Emigrar é uma resposta individual, desesperada e violenta ante a incapacidade de dar solução a um problema coletivo, de enfrentar uma situação de opressão e frustração económica, ideológica, política, jurídica, social, nacional ou de classe. Emigrar fisicamente é doloroso, não apenas

A GALIZA COMO TAREFA – indianos – Ernesto V. Souza

Emigrar é uma resposta individual, desesperada e violenta ante a incapacidade de dar solução a um problema coletivo, de enfrentar uma situação de opressão e frustração económica, ideológica, política, jurídica, social, nacional ou de classe. Emigrar fisicamente é doloroso, não apenas

A GALIZA COMO TAREFA – menos mal que nos queda Portugal – Ernesto V. Souza

Portugal, para a gente galega é um destino frequente, um caminho, um mercado económico e laboral, um espaço de férias ou de formação. Para boa parte da Galiza culta e amante da sua língua e da sua Terra é também

A GALIZA COMO TAREFA – menos mal que nos queda Portugal – Ernesto V. Souza

Portugal, para a gente galega é um destino frequente, um caminho, um mercado económico e laboral, um espaço de férias ou de formação. Para boa parte da Galiza culta e amante da sua língua e da sua Terra é também

A GALIZA COMO TAREFA – periferias periféricas- Ernesto V. Souza

A visão geral que da Península Ibérica é transmitida no ensaio europeu dos séculos XIX e XX é a da periferia. O tema, qualquer que se gize no género ensaio, é irrelevante, mas a noção da distância e lonjura a

A GALIZA COMO TAREFA – periferias periféricas- Ernesto V. Souza

A visão geral que da Península Ibérica é transmitida no ensaio europeu dos séculos XIX e XX é a da periferia. O tema, qualquer que se gize no género ensaio, é irrelevante, mas a noção da distância e lonjura a

A GALIZA COMO TAREFA – o projeto de língua – Ernesto V. Souza

A história da língua galega, na Galiza, é conhecida na projeção gizada, por causa e como justificação do decorrer do discurso nacional de restauração, principiado por volta de 1830. Isto é, na coincidência e concorrência dos primeiros passos com o

A GALIZA COMO TAREFA – o projeto de língua – Ernesto V. Souza

A história da língua galega, na Galiza, é conhecida na projeção gizada, por causa e como justificação do decorrer do discurso nacional de restauração, principiado por volta de 1830. Isto é, na coincidência e concorrência dos primeiros passos com o

A GALIZA COMO TAREFA – no exterior – Ernesto V. Souza

Em 21 de fevereiro de 2017, o documentário ‘Porta para o exterior’ de J. Ramom Pichel Campos e Sabela Fernández foi libertado na rede a coincidir com o Dia internacional da Língua Materna. O documentário é um chamado de parte do ativismo galego

A GALIZA COMO TAREFA – no exterior – Ernesto V. Souza

Em 21 de fevereiro de 2017, o documentário ‘Porta para o exterior’ de J. Ramom Pichel Campos e Sabela Fernández foi libertado na rede a coincidir com o Dia internacional da Língua Materna. O documentário é um chamado de parte do ativismo galego

A GALIZA COMO TAREFA – outros centenários – Ernesto V. Souza

Para Uxio-Breogão e Moncho do Orzán, aos que vou devendo textos O centenário da Fundação da Irmandade da Fala da Crunha, decorreu, como não podia ser doutro jeito, com numerosos atos, celebrações, exposições, ciclos e publicações durante 2016. Porém, 1917

A GALIZA COMO TAREFA – outros centenários – Ernesto V. Souza

Para Uxio-Breogão e Moncho do Orzán, aos que vou devendo textos O centenário da Fundação da Irmandade da Fala da Crunha, decorreu, como não podia ser doutro jeito, com numerosos atos, celebrações, exposições, ciclos e publicações durante 2016. Porém, 1917