Author Archives: evazsou

A GALIZA COMO TAREFA – oblomovismo – Ernesto V. Souza

Em 1859, Ivan Alexandrovitch Gontcharov, após uma década de escrita, publicou Oblomov, esse genial romance que figura entre os maiores clássicos da literatura e no que perfilou a legendária personagem que lhe dá nome. A história gira arredor da figura

A GALIZA COMO TAREFA – oblomovismo – Ernesto V. Souza

Em 1859, Ivan Alexandrovitch Gontcharov, após uma década de escrita, publicou Oblomov, esse genial romance que figura entre os maiores clássicos da literatura e no que perfilou a legendária personagem que lhe dá nome. A história gira arredor da figura

A GALIZA COMO TAREFA – contextos – Ernesto V. Souza

Para o Marcos Saavedra, registrador de livros esquecidos. Alguma gente lê textos, eu prefiro – sempre que é possível – ler contextos (livros,  panfletos, manifestos, plaquettes, revistas, fanzines, jornais nas fontes originais). Isto tem muito a ver com a minha

A GALIZA COMO TAREFA – contextos – Ernesto V. Souza

Para o Marcos Saavedra, registrador de livros esquecidos. Alguma gente lê textos, eu prefiro – sempre que é possível – ler contextos (livros,  panfletos, manifestos, plaquettes, revistas, fanzines, jornais nas fontes originais). Isto tem muito a ver com a minha

A GALIZA COMO TAREFA – desfeita – Ernesto V. Souza

Em 1983, Camilo Gonsar, publicou um livro experimental, como todos os dele, que a meio caminho entre a narração e o testemunho informativo, contava a pesquisa que realizava um jornalista para determinar uns feitos, um assassinato acontecido na Sárria de

A GALIZA COMO TAREFA – desfeita – Ernesto V. Souza

Em 1983, Camilo Gonsar, publicou um livro experimental, como todos os dele, que a meio caminho entre a narração e o testemunho informativo, contava a pesquisa que realizava um jornalista para determinar uns feitos, um assassinato acontecido na Sárria de

A GALIZA COMO TAREFA – o fim da transição – Ernesto V. Souza

Há menos bandeiras. O sol, o vento, a chuva, o aborrecimento foi fazendo as desaparecer. Algumas – bem demais todavia – ficam. Abandonadas, esquecidas, esfarrapadas, ao avesso, enrugadas, retortas e decoloridas ao sol castelhano inclemente. A genreira, o ódio permanecem.

A GALIZA COMO TAREFA – o fim da transição – Ernesto V. Souza

Há menos bandeiras. O sol, o vento, a chuva, o aborrecimento foi fazendo as desaparecer. Algumas – bem demais todavia – ficam. Abandonadas, esquecidas, esfarrapadas, ao avesso, enrugadas, retortas e decoloridas ao sol castelhano inclemente. A genreira, o ódio permanecem.

A GALIZA COMO TAREFA – depende – Ernesto V. Souza

Depende… é tópico, é. Mas é a mais frequente resposta galega ante uma pergunta direita. Para além da pouca cortesia, a exibição de orgulho, os gritos, a afirmação e negação escandalosas e ausência de diplomacia é também um dos principais

A GALIZA COMO TAREFA – depende – Ernesto V. Souza

Depende… é tópico, é. Mas é a mais frequente resposta galega ante uma pergunta direita. Para além da pouca cortesia, a exibição de orgulho, os gritos, a afirmação e negação escandalosas e ausência de diplomacia é também um dos principais

A GALIZA COMO TAREFA – chove – Ernesto V. Souza

O problema de pensar que tudo vale, quando (após considerar a utilidade da existência de um adversário) se toma a decisão que batê-lo ainda conviria mais aos próprios interesses é a complexa sequência de acontecimentos que se produzem e a

A GALIZA COMO TAREFA – chove – Ernesto V. Souza

O problema de pensar que tudo vale, quando (após considerar a utilidade da existência de um adversário) se toma a decisão que batê-lo ainda conviria mais aos próprios interesses é a complexa sequência de acontecimentos que se produzem e a

A GALIZA COMO TAREFA – lugares comuns – Ernesto V. Souza

Quando às vezes ponho diante dos olhos… Não sei que me evoca mais. Se a lembrança da imagem da página original, resseca e crepitante, moldurada com a força da impressão tintada sobre o papel; mais que lida, e agora na

A GALIZA COMO TAREFA – lugares comuns – Ernesto V. Souza

Quando às vezes ponho diante dos olhos… Não sei que me evoca mais. Se a lembrança da imagem da página original, resseca e crepitante, moldurada com a força da impressão tintada sobre o papel; mais que lida, e agora na

A GALIZA COMO TAREFA – Oligarquia e caciquismo – Ernesto V. Souza

O título é de Joaquin Costa, verdade que um bocadinho mais longo e ajustado: Oligarquía y caciquismo como la forma actual de gobierno en España : urgencia y modo de cambiarla / por Joaquín Costa (Madrid : Hijos de M.G,

A GALIZA COMO TAREFA – Oligarquia e caciquismo – Ernesto V. Souza

O título é de Joaquin Costa, verdade que um bocadinho mais longo e ajustado: Oligarquía y caciquismo como la forma actual de gobierno en España : urgencia y modo de cambiarla / por Joaquín Costa (Madrid : Hijos de M.G,

A GALIZA COMO TAREFA – 7 cuncas – Ernesto V. Souza

A Galiza tem um fugaz fulgor republicano, um enérgico pulo romântico e um fundo pouso barroco e românico. Sem saudades, nem mitificações: são épocas históricas nas que por causas económicas favoráveis, circunstâncias sociais determinadas e reivindicativas prendeu, na parte mais

A GALIZA COMO TAREFA – 7 cuncas – Ernesto V. Souza

A Galiza tem um fugaz fulgor republicano, um enérgico pulo romântico e um fundo pouso barroco e românico. Sem saudades, nem mitificações: são épocas históricas nas que por causas económicas favoráveis, circunstâncias sociais determinadas e reivindicativas prendeu, na parte mais

A GALIZA COMO TAREFA – tradições – Ernesto V. Souza

Quem pode imaginar no hoje acelerado, inovador ao segundo e apaixonado pela mudança e a novidade, aqueles centos longos de anos da era pre-industrial, aqueles milénios até da era pre-histórica, de tradições transmitidas, de ferramentas e processos fazendo-se igual, geração

A GALIZA COMO TAREFA – tradições – Ernesto V. Souza

Quem pode imaginar no hoje acelerado, inovador ao segundo e apaixonado pela mudança e a novidade, aqueles centos longos de anos da era pre-industrial, aqueles milénios até da era pre-histórica, de tradições transmitidas, de ferramentas e processos fazendo-se igual, geração

A GALIZA COMO TAREFA – Œuvre au noir – Ernesto V. Souza

Para os que estamos, não apenas fora, senão simplesmente no avesso da história, e nem acreditamos no capitalismo como sucesso e fim nem na imagem que espelha o presente mas que como névoa pixelada, resulta-nos difícil acreditar nas evoluções lineares

A GALIZA COMO TAREFA – Œuvre au noir – Ernesto V. Souza

Para os que estamos, não apenas fora, senão simplesmente no avesso da história, e nem acreditamos no capitalismo como sucesso e fim nem na imagem que espelha o presente mas que como névoa pixelada, resulta-nos difícil acreditar nas evoluções lineares

A GALIZA COMO TAREFA – e aí, na Espanha? – Ernesto V. Souza

“Portugal, hoje, está muito bem”, diz o rapaz, engenheiro eletrónico, aluno de pós-graduação, a uma outra companheira de turma. Ela, na casa dos 40, contrato precário de professora doutora e especialista em Engenharia florestal, afirma com a cabeça. “Pois é“,

A GALIZA COMO TAREFA – e aí, na Espanha? – Ernesto V. Souza

“Portugal, hoje, está muito bem”, diz o rapaz, engenheiro eletrónico, aluno de pós-graduação, a uma outra companheira de turma. Ela, na casa dos 40, contrato precário de professora doutora e especialista em Engenharia florestal, afirma com a cabeça. “Pois é“,

A GALIZA COMO TAREFA – silêncios – Ernesto V. Souza

Talvez nas distopias escuras de Ursula K. Le Guin, nos contos de terror de Edgar Allan Poe ou nas cosmogénesis oníricas de H. P. Lovecraft pudéssemos encontrar um silêncio atafegante, mítico, medonho, carregado com o peso das consciências coletivas, da

A GALIZA COMO TAREFA – silêncios – Ernesto V. Souza

Talvez nas distopias escuras de Ursula K. Le Guin, nos contos de terror de Edgar Allan Poe ou nas cosmogénesis oníricas de H. P. Lovecraft pudéssemos encontrar um silêncio atafegante, mítico, medonho, carregado com o peso das consciências coletivas, da

A GALIZA COMO TAREFA – caminhos – Ernesto V. Souza

Deveu ser justo antes da estação das chuvas de 1913, que a imaginação de Edgar Rice Burroughs, levou a Tarzan, por vez primeira, à cidade perdida de Opar. Os livros de Tarzan, como os de todos aqueles heróis musculosos e

A GALIZA COMO TAREFA – caminhos – Ernesto V. Souza

Deveu ser justo antes da estação das chuvas de 1913, que a imaginação de Edgar Rice Burroughs, levou a Tarzan, por vez primeira, à cidade perdida de Opar. Os livros de Tarzan, como os de todos aqueles heróis musculosos e

A GALIZA COMO TAREFA – best-sellers – Ernesto V. Souza

Não será também este ano, pois já vai quase inteiro andado, que aconteça esse Apocalipse do papel, anunciado há décadas pelos profetas do digital, nem virá tão pronto esse mundo futuro imediato, há quanto pregoado, do livro terminator eletrónico. Mas

A GALIZA COMO TAREFA – best-sellers – Ernesto V. Souza

Não será também este ano, pois já vai quase inteiro andado, que aconteça esse Apocalipse do papel, anunciado há décadas pelos profetas do digital, nem virá tão pronto esse mundo futuro imediato, há quanto pregoado, do livro terminator eletrónico. Mas