Author Archives: evazsou

14-34

A GALIZA COMO TAREFA – outros centenários – Ernesto V. Souza

Para Uxio-Breogão e Moncho do Orzán, aos que vou devendo textos O centenário da Fundação da Irmandade da Fala da Crunha, decorreu, como não podia ser doutro jeito, com numerosos atos, celebrações, exposições, ciclos e publicações durante 2016. Porém, 1917

14-34

A GALIZA COMO TAREFA – outros centenários – Ernesto V. Souza

Para Uxio-Breogão e Moncho do Orzán, aos que vou devendo textos O centenário da Fundação da Irmandade da Fala da Crunha, decorreu, como não podia ser doutro jeito, com numerosos atos, celebrações, exposições, ciclos e publicações durante 2016. Porém, 1917

livros

A GALIZA COMO TAREFA – das velhas traduções – Ernesto V. Souza

Uma das cousas, para mim, que melhor demonstra o golpe de tópicos sobre as línguas é o tempo. Há certas singularidades que manifestam esta passagem das décadas em forma de surpresas ou irritantes mistérios na leitura dos livros velhos. Por que

livros

A GALIZA COMO TAREFA – das velhas traduções – Ernesto V. Souza

Uma das cousas, para mim, que melhor demonstra o golpe de tópicos sobre as línguas é o tempo. Há certas singularidades que manifestam esta passagem das décadas em forma de surpresas ou irritantes mistérios na leitura dos livros velhos. Por que

espana-vacia

A Galiza como Tarefa – soidades – Ernesto V. Souza

O passageiro, como tantas vezes que viaja, lê num livro. Antes lia mais, também mais viajava. Ler, nas estações na espera da viagem, nos transbordos entre trajetos ou sentado como hoje no comboio à luz do dia frio e azulado

espana-vacia

A Galiza como Tarefa – soidades – Ernesto V. Souza

O passageiro, como tantas vezes que viaja, lê num livro. Antes lia mais, também mais viajava. Ler, nas estações na espera da viagem, nos transbordos entre trajetos ou sentado como hoje no comboio à luz do dia frio e azulado

stultiferanavis

A GALIZA COMO TAREFA – stultifera navis – Ernesto V. Souza

Sempre tive a sensação, desde cativo, que os que governavam, os que ocupavam os altos postos nos mundos da política, da economia, da empresa, da milícia, das grandes finanças, nas academias e na gerência das mais importantes instituições culturais e

stultiferanavis

A GALIZA COMO TAREFA – stultifera navis – Ernesto V. Souza

Sempre tive a sensação, desde cativo, que os que governavam, os que ocupavam os altos postos nos mundos da política, da economia, da empresa, da milícia, das grandes finanças, nas academias e na gerência das mais importantes instituições culturais e

A GALIZA COMO TAREFA – desestruturas acríticas- Ernesto V. Souza

Podemos sem dúvida dizer que as condições gerais de vida na Galiza, dos anos 50 até hoje e nomeadamente desde os anos 70, melhoraram em termos quantitativos e qualitativos. Chegaria com dar uma olhadela nas fotos, nas montras das lojas

A GALIZA COMO TAREFA – desestruturas acríticas- Ernesto V. Souza

Podemos sem dúvida dizer que as condições gerais de vida na Galiza, dos anos 50 até hoje e nomeadamente desde os anos 70, melhoraram em termos quantitativos e qualitativos. Chegaria com dar uma olhadela nas fotos, nas montras das lojas

a_marola_-_panoramio

A GALIZA COMO TAREFA – quem passa a Marola – Ernesto V. Souza

A gente galega temos muitas e variadas virtudes, também notáveis defeitos, mas nisto como em tudo a perspetiva e o costume é quem decide, dando-se o pasmoso caso de, não poucas vezes, as que muitos de nós consideramos ser virtudes,

a_marola_-_panoramio

A GALIZA COMO TAREFA – quem passa a Marola – Ernesto V. Souza

A gente galega temos muitas e variadas virtudes, também notáveis defeitos, mas nisto como em tudo a perspetiva e o costume é quem decide, dando-se o pasmoso caso de, não poucas vezes, as que muitos de nós consideramos ser virtudes,

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A GALIZA COMO TAREFA – fora e dentro – Ernesto V. Souza

Pode parecer confusa, arbitrária e desconcertante a olhos do observador português, a movimentação e agitação – esta sim evidente por constante e por vezes exagerada – que no mundo cultural e linguístico galego acontece arredor e dentro do que denominamos “Reintegracionismo”,

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A GALIZA COMO TAREFA – fora e dentro – Ernesto V. Souza

Pode parecer confusa, arbitrária e desconcertante a olhos do observador português, a movimentação e agitação – esta sim evidente por constante e por vezes exagerada – que no mundo cultural e linguístico galego acontece arredor e dentro do que denominamos “Reintegracionismo”,