Author Archives: evazsou

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses no século XVI a XVIII (ii) – Ernesto V. Souza

Ficou no ar, suspensa, como as espadas entre os capítulos famosos do singular combate de D. Quixote com o Biscainho, a pergunta que fazíamos na anterior entrega: A questão é, como consideravam os galegos cultos antes do Século XVIII as

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses no século XVI a XVIII (ii) – Ernesto V. Souza

Ficou no ar, suspensa, como as espadas entre os capítulos famosos do singular combate de D. Quixote com o Biscainho, a pergunta que fazíamos na anterior entrega: A questão é, como consideravam os galegos cultos antes do Século XVIII as

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses nos s. XVI-XVIII (i)- Ernesto V. Souza

Há anos e de quando em quando, numas dessas séries de diálogos e debates pela internet e ao vivo, tenho ido comentando, com certo eco e surpresa nos meus interlocutores galegos e portugueses, que a leitura dos livros portugueses nos

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses nos s. XVI-XVIII (i)- Ernesto V. Souza

Há anos e de quando em quando, numas dessas séries de diálogos e debates pela internet e ao vivo, tenho ido comentando, com certo eco e surpresa nos meus interlocutores galegos e portugueses, que a leitura dos livros portugueses nos

A Galiza como tarefa – mármore – Ernesto V. Souza

Há bastantes anos, uns 20, calculo, a pouco de vir viver a Valladolid, topei, passeando as ruas, uma boa livraria de segunda mão, dirigida por um ativo moço, um bocadinho mais velho do que eu era daquela. Foi, conste, um

A Galiza como tarefa – mármore – Ernesto V. Souza

Há bastantes anos, uns 20, calculo, a pouco de vir viver a Valladolid, topei, passeando as ruas, uma boa livraria de segunda mão, dirigida por um ativo moço, um bocadinho mais velho do que eu era daquela. Foi, conste, um

A GALIZA COMO TAREFA – mass media – Ernesto V. Souza

Houve um tempo, não tão distante, em que os mass media eram apenas os jornais impressos que chegavam frescos cada manhã, de terça a domingo, as rádios e as discretas emissões de TV. Eu, reconheço, sempre fui mais de impresso

A GALIZA COMO TAREFA – mass media – Ernesto V. Souza

Houve um tempo, não tão distante, em que os mass media eram apenas os jornais impressos que chegavam frescos cada manhã, de terça a domingo, as rádios e as discretas emissões de TV. Eu, reconheço, sempre fui mais de impresso

A GALIZA COMO TAREFA – ano V – Ernesto V. Souza

Semana após semana foram passando os meses até serem cinco os anos. Já choveu e quanto, mas menos que noutros lustros e vão na tela, uma cheia de posts, um monte de palavras, caracteres e espaços com ilustrações. Não lembro

A GALIZA COMO TAREFA – ano V – Ernesto V. Souza

Semana após semana foram passando os meses até serem cinco os anos. Já choveu e quanto, mas menos que noutros lustros e vão na tela, uma cheia de posts, um monte de palavras, caracteres e espaços com ilustrações. Não lembro

A GALIZA COMO TAREFA – memorial – Ernesto V. Souza

Em Leamington de novo. Aguardo pela minha mulher. Detenho-me mais uma vez diante da estátua na rua Parade, Euston Place. Impressiona-me desde o dia que a contemplei, de passagem, pela primeira vez. A estátua é uma das características obras do

A GALIZA COMO TAREFA – memorial – Ernesto V. Souza

Em Leamington de novo. Aguardo pela minha mulher. Detenho-me mais uma vez diante da estátua na rua Parade, Euston Place. Impressiona-me desde o dia que a contemplei, de passagem, pela primeira vez. A estátua é uma das características obras do

A GALIZA COMO TAREFA – coordenadas – Ernesto V. Souza

Cultura e imperialismo é um livro de ensaios de Edward W. Said, publicado em 1993, no qual pretendia estabelecer a natureza da relação e a conexão entre imperialismo e cultura nos séculos XVIII, XIX e XX. Agrupa ensaios, como uma

A GALIZA COMO TAREFA – coordenadas – Ernesto V. Souza

Cultura e imperialismo é um livro de ensaios de Edward W. Said, publicado em 1993, no qual pretendia estabelecer a natureza da relação e a conexão entre imperialismo e cultura nos séculos XVIII, XIX e XX. Agrupa ensaios, como uma

A Galiza como tarefa – o moucho – Ernesto V. Souza

As cousas da vida e a família levaram-me a ter de visitar, com alguma frequência, nos últimos meses, Royal Leammington Spa, (Warwickshire, UK). Vilinha de origem, medieval, entre os rios Lem e Avon e com uma canle dos tempos da

A Galiza como tarefa – o moucho – Ernesto V. Souza

As cousas da vida e a família levaram-me a ter de visitar, com alguma frequência, nos últimos meses, Royal Leammington Spa, (Warwickshire, UK). Vilinha de origem, medieval, entre os rios Lem e Avon e com uma canle dos tempos da

A GALIZA COMO TAREFA – viagens – Ernesto V. Souza

Viagens são inspiradoras. O papel impresso do ticket do comboio serve bem para deixar correr, a ritmo, a pena. Quantos poemas, quantas notas rascunhadas em viagens absurdos. Monótono ou contra-relógio, o ritmo do comboio, a salto pausado, ou à carreira,

A GALIZA COMO TAREFA – viagens – Ernesto V. Souza

Viagens são inspiradoras. O papel impresso do ticket do comboio serve bem para deixar correr, a ritmo, a pena. Quantos poemas, quantas notas rascunhadas em viagens absurdos. Monótono ou contra-relógio, o ritmo do comboio, a salto pausado, ou à carreira,

A GALIZA COMO TAREFA – leis de ferro – Ernesto V. Souza

Arredor a gente caminha, ou está parada, vai nos carros particulares ou nos transportes públicos, aguarda pelos comboios, pelas aulas, petisca nos parques e perto das portas dos espaços comerciais, nas esperas de médicos, no super-mercado. Em qualquer parte e

A GALIZA COMO TAREFA – leis de ferro – Ernesto V. Souza

Arredor a gente caminha, ou está parada, vai nos carros particulares ou nos transportes públicos, aguarda pelos comboios, pelas aulas, petisca nos parques e perto das portas dos espaços comerciais, nas esperas de médicos, no super-mercado. Em qualquer parte e

A GALIZA COMO TAREFA – expectativas – Ernesto V. Souza

O calendário, rolando com trabalho os dias, chegou de novo a 25 de Julho. Mais um, de trabalho rotineiro, entre manhãs curtas faltas de ar, sem sombras na tarde abrasadora, após e antes de noites eternas de calor insone. As

A GALIZA COMO TAREFA – expectativas – Ernesto V. Souza

O calendário, rolando com trabalho os dias, chegou de novo a 25 de Julho. Mais um, de trabalho rotineiro, entre manhãs curtas faltas de ar, sem sombras na tarde abrasadora, após e antes de noites eternas de calor insone. As

A GALIZA COMO TAREFA – reconhecimento – Ernesto V. Souza

Cando eu me consideraba o derradeiro supervivente dun pobo suicida, chegou a min a voz alentadora dun escritor. Era Antón Vilar Ponte.  A súa chamada tivo a virtude de xuntar a uns poucos galegos que non-os coñeciamos, pero que dende

A GALIZA COMO TAREFA – reconhecimento – Ernesto V. Souza

Cando eu me consideraba o derradeiro supervivente dun pobo suicida, chegou a min a voz alentadora dun escritor. Era Antón Vilar Ponte.  A súa chamada tivo a virtude de xuntar a uns poucos galegos que non-os coñeciamos, pero que dende

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho Calero, no centro da Galáxia, 1980 – Ernesto V. Souza

A história, a contrário do que se nos aprende na idade escolar, não é uma evolução graduada e progressiva de feitos, fatos, sucessos, personagens, grupos, ideias e acontecimentos, as mais das vezes é uma sucessão de mudanças, de alterações súbitas,

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho Calero, no centro da Galáxia, 1980 – Ernesto V. Souza

A história, a contrário do que se nos aprende na idade escolar, não é uma evolução graduada e progressiva de feitos, fatos, sucessos, personagens, grupos, ideias e acontecimentos, as mais das vezes é uma sucessão de mudanças, de alterações súbitas,

A GALIZA COMO TAREFA – clinâmen – Ernesto V. Souza

Reconheço que mesmo sendo um leitor onívoro, a filosofia, os textos filosóficos e as obras dos grandes filósofos nunca me resultaram especialmente sedutoras. Cansam-me às poucas páginas, talvez pela densidade e a atenção que exigem, e a que obrigam a

A GALIZA COMO TAREFA – clinâmen – Ernesto V. Souza

Reconheço que mesmo sendo um leitor onívoro, a filosofia, os textos filosóficos e as obras dos grandes filósofos nunca me resultaram especialmente sedutoras. Cansam-me às poucas páginas, talvez pela densidade e a atenção que exigem, e a que obrigam a

A GALIZA COMO TAREFA – conjugando futuros – Ernesto V. Souza

Na última Assembleia da AGAL (Associaçom Galega da Língua) foi anunciado o lançamento do projeto do completo conjugador verbal que complementa o não menos completo Dicionário Estraviz. O popular e-estraviz, versão eletrônica, atualizada e mais completa do clássico dicionário da

A GALIZA COMO TAREFA – conjugando futuros – Ernesto V. Souza

Na última Assembleia da AGAL (Associaçom Galega da Língua) foi anunciado o lançamento do projeto do completo conjugador verbal que complementa o não menos completo Dicionário Estraviz. O popular e-estraviz, versão eletrônica, atualizada e mais completa do clássico dicionário da