Author Archives: evazsou

A GALIZA COMO TAREFA – geografia – Ernesto V. Souza

Nos últimos anos, as escolhas da Real Academia Galega afastaram-me mais que muito de uma celebração muito querida e que me pareceu, desde que lembre, um grande acerto político e cultural, académico e popular. O Dia das Letras galegas, já

A GALIZA COMO TAREFA – geografia – Ernesto V. Souza

Nos últimos anos, as escolhas da Real Academia Galega afastaram-me mais que muito de uma celebração muito querida e que me pareceu, desde que lembre, um grande acerto político e cultural, académico e popular. O Dia das Letras galegas, já

A GALIZA COMO TAREFA – nevoeiros – Ernesto V. Souza

Acho que nunca teve clara qualquer vocação. E, por cousas da vida, nunca também me centrei numa única tarefa, trabalho ou ocupação nos que ir deixando aprender os anos. Talvez por isso (ou talvez seja essa causa e não efeito)

A GALIZA COMO TAREFA – nevoeiros – Ernesto V. Souza

Acho que nunca teve clara qualquer vocação. E, por cousas da vida, nunca também me centrei numa única tarefa, trabalho ou ocupação nos que ir deixando aprender os anos. Talvez por isso (ou talvez seja essa causa e não efeito)

A GALIZA COMO TAREFA – mecânica clássica – Ernesto V. Souza

Ir vivendo anos, a tratar de ter os olhos um mínimo de abertos em todas as direções e o cérebro alerta, dá para se ir decatando da copiosa e imparável mudança que acontece arredor. Talvez no momento que as cousas

A GALIZA COMO TAREFA – mecânica clássica – Ernesto V. Souza

Ir vivendo anos, a tratar de ter os olhos um mínimo de abertos em todas as direções e o cérebro alerta, dá para se ir decatando da copiosa e imparável mudança que acontece arredor. Talvez no momento que as cousas

A GALIZA COMO TAREFA – não é nossa – Ernesto V. Souza

Esta é uma das mais conhecidas estampas de Castelao, depois citada, contracitada, variada, repetida em reprodução inúmeras vezes na imprensa galeguista e protagonista da Campanha Pro-estatuto de Autonomia de 1936. Levava por pé o seguinte texto: A nosa Terra non

A GALIZA COMO TAREFA – não é nossa – Ernesto V. Souza

Esta é uma das mais conhecidas estampas de Castelao, depois citada, contracitada, variada, repetida em reprodução inúmeras vezes na imprensa galeguista e protagonista da Campanha Pro-estatuto de Autonomia de 1936. Levava por pé o seguinte texto: A nosa Terra non

A GALIZA COMO TAREFA – pintadas – Ernesto V. Souza

Escrever protestos a grafitti ou a escova, nos monumentos arqueológicos, nas paredes dos edifícios considerados património é delito e também – vox- populi – uma barbaridade. Danar o património artístico, natural e arqueológico propositadamente e sem motivo é, evidentemente, uma

A GALIZA COMO TAREFA – pintadas – Ernesto V. Souza

Escrever protestos a grafitti ou a escova, nos monumentos arqueológicos, nas paredes dos edifícios considerados património é delito e também – vox- populi – uma barbaridade. Danar o património artístico, natural e arqueológico propositadamente e sem motivo é, evidentemente, uma

A GALIZA COMO TAREFA – suspicácias – Ernesto V. Souza

Quantos filmes, tele-filmes, romances e subprodutos, se produziriam nos últimos 12 anos com a estética, a paisagem de fundo, as cores, indicativos e uniformes exatos, as armas, a eficácia da preparação, do armamento, a qualidade dos disparos, a habilidade para

A GALIZA COMO TAREFA – suspicácias – Ernesto V. Souza

Quantos filmes, tele-filmes, romances e subprodutos, se produziriam nos últimos 12 anos com a estética, a paisagem de fundo, as cores, indicativos e uniformes exatos, as armas, a eficácia da preparação, do armamento, a qualidade dos disparos, a habilidade para

A GALIZA COMO TAREFA – leais conselheiros – Ernesto V. Souza

Como galego de nação e até de costumes, quanto mais tempo passo pelo mundo fora, mais países do espaço latino percorro e mais leio em línguas romances, mais confirmo a minha sensação de que a ideia que se me apresenta

A GALIZA COMO TAREFA – leais conselheiros – Ernesto V. Souza

Como galego de nação e até de costumes, quanto mais tempo passo pelo mundo fora, mais países do espaço latino percorro e mais leio em línguas romances, mais confirmo a minha sensação de que a ideia que se me apresenta

A GALIZA COMO TAREFA – razão – Ernesto V. Souza

Vox populi, vox dei, eis, como sabemos, aforismo em latim, que já o Padre Feijó, seguindo aqueles eruditos, scotistas, ockaminstas, erasmistas e sanchistas, refutou sabiamente e em romance, no primeiro discurso do tomo primeiro do seu Teatro Crítico Universal lá

A GALIZA COMO TAREFA – razão – Ernesto V. Souza

Vox populi, vox dei, eis, como sabemos, aforismo em latim, que já o Padre Feijó, seguindo aqueles eruditos, scotistas, ockaminstas, erasmistas e sanchistas, refutou sabiamente e em romance, no primeiro discurso do tomo primeiro do seu Teatro Crítico Universal lá

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – tempos modernos- Ernesto V. Souza

Não faço mais que sentir-lhe a gente o pouco tempo que tem, o nenhum tempo do que dispõem, o muito atarefado e estressado que está o pessoal. Sempre em ação, sempre correndo, ou guiando, sempre com datas limite marcadas a

A GALIZA COMO TAREFA – tempos modernos- Ernesto V. Souza

Não faço mais que sentir-lhe a gente o pouco tempo que tem, o nenhum tempo do que dispõem, o muito atarefado e estressado que está o pessoal. Sempre em ação, sempre correndo, ou guiando, sempre com datas limite marcadas a

A GALIZA COMO TAREFA – civilização – Ernesto V. Souza

O dia nasceu escuro. Por importunar Santa Luzia e o saber popular, parece noite pecha às sete e trinta. Chove ligeiro, mas venta pesadamente e em surpresa. Redemoinhos que lutam a cada volta de rua emboscados, no desespero do campo

A GALIZA COMO TAREFA – civilização – Ernesto V. Souza

O dia nasceu escuro. Por importunar Santa Luzia e o saber popular, parece noite pecha às sete e trinta. Chove ligeiro, mas venta pesadamente e em surpresa. Redemoinhos que lutam a cada volta de rua emboscados, no desespero do campo

A GALIZA COMO TAREFA – habitus- Ernesto V. Souza

Somos filhos da nossa cultura e práticas sociais. Ou dito doutro jeito: a nossa atuação social, estética e comportamentos de grupo: políticos, associativos, alimentícios, estéticos, profissionais vêm definidos pela nossa socialização e habitus cultural. E o que é mais, o

A GALIZA COMO TAREFA – habitus- Ernesto V. Souza

Somos filhos da nossa cultura e práticas sociais. Ou dito doutro jeito: a nossa atuação social, estética e comportamentos de grupo: políticos, associativos, alimentícios, estéticos, profissionais vêm definidos pela nossa socialização e habitus cultural. E o que é mais, o

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A GALIZA COMO TAREFA – souvenirs – Ernesto V. Souza

  Cumpre dizer, assim no início e sendo dia de Santos, para não entrar depois em equívocos lógicos: Ernest Renan – aquele conhecido historiador, polemista e escritor romântico francês, o intelectual capaz de ajustar contas com o cristianismo e de

A GALIZA COMO TAREFA – souvenirs – Ernesto V. Souza

  Cumpre dizer, assim no início e sendo dia de Santos, para não entrar depois em equívocos lógicos: Ernest Renan – aquele conhecido historiador, polemista e escritor romântico francês, o intelectual capaz de ajustar contas com o cristianismo e de

A GALIZA COMO TAREFA – pangaleguismo – Ernesto V. Souza

Em 17 e 18 de novembro do ano corrente celebrar-se-á em Lugo o Centenariazo da 1ª Assembleia das Irmandades da Fala, em cuja conclusão foi lido o histórico manifesto, aprovado e assinado por uma série de intelectuais e líderes políticos, na

A GALIZA COMO TAREFA – pangaleguismo – Ernesto V. Souza

Em 17 e 18 de novembro do ano corrente celebrar-se-á em Lugo o Centenariazo da 1ª Assembleia das Irmandades da Fala, em cuja conclusão foi lido o histórico manifesto, aprovado e assinado por uma série de intelectuais e líderes políticos, na