Author Archives: claracastilho

PAULO FREIRE por Luísa Lobão Moniz

Em 1921 nasceu um menino que mais tarde se tornou numa pessoa que acreditava que o mundo não é estático, que o mundo vai mudando conforme as crenças das pessoas ou através de sistemas políticos de ditadura ou de democracia,

PAULO FREIRE por Luísa Lobão Moniz

Em 1921 nasceu um menino que mais tarde se tornou numa pessoa que acreditava que o mundo não é estático, que o mundo vai mudando conforme as crenças das pessoas ou através de sistemas políticos de ditadura ou de democracia,

COESÃO SOCIAL por Luísa Lobão Moniz

Desde de Junho que ouvimos falar em solidariedade e em tragédia. É reconhecida a solidariedade dos portugueses quando sentem o chão a fugir-lhes debaixo dos pés, aqui ou em qualquer outro lugar. A solidariedade social faz com que se reforce

COESÃO SOCIAL por Luísa Lobão Moniz

Desde de Junho que ouvimos falar em solidariedade e em tragédia. É reconhecida a solidariedade dos portugueses quando sentem o chão a fugir-lhes debaixo dos pés, aqui ou em qualquer outro lugar. A solidariedade social faz com que se reforce

Carta do Rio – 177 por Rachel Gutiérrez

Entre desalentos e esperanças, começo com o que expressou por muitos de nós a colunista do Globo Míriam Leitão, em seu artigo do último domingo: “Vivo a sensação de estar em um país partido, divorciado de si mesmo. Um lado

Carta do Rio – 177 por Rachel Gutiérrez

Entre desalentos e esperanças, começo com o que expressou por muitos de nós a colunista do Globo Míriam Leitão, em seu artigo do último domingo: “Vivo a sensação de estar em um país partido, divorciado de si mesmo. Um lado

COESÃO SOCIAL por Luísa Lobão Moniz

Desde de Junho que ouvimos falar em solidariedade e em tragédia. É reconhecida a solidariedade dos portugueses quando sentem o chão a fugir-lhes debaixo dos pés, aqui ou em qualquer outro lugar. A solidariedade social faz com que se reforce

COESÃO SOCIAL por Luísa Lobão Moniz

Desde de Junho que ouvimos falar em solidariedade e em tragédia. É reconhecida a solidariedade dos portugueses quando sentem o chão a fugir-lhes debaixo dos pés, aqui ou em qualquer outro lugar. A solidariedade social faz com que se reforce

ISABEL RUTH DEDICA POEMA A MÁRIO VIEGAS

                          No seu livro “Fotopoesia” *, Isabel Ruth dedica um poema a Mário Viegas. A Mário Viegas Querias amigo que eu escrevesse palavras sobre mim que tecesse um manto

ISABEL RUTH DEDICA POEMA A MÁRIO VIEGAS

                          No seu livro “Fotopoesia” *, Isabel Ruth dedica um poema a Mário Viegas. A Mário Viegas Querias amigo que eu escrevesse palavras sobre mim que tecesse um manto

CARTA DO RIO – 176 por Rachel Gutiérrez

O assunto não pode ser outro: discriminação e assédio sexual. E o perigoso mundo que as mulheres ainda precisam enfrentar na segunda década do século XXI. Para começar, basta ler o que escreveu Rosiska Darcy de Oliveira, em seu artigo

CARTA DO RIO – 176 por Rachel Gutiérrez

O assunto não pode ser outro: discriminação e assédio sexual. E o perigoso mundo que as mulheres ainda precisam enfrentar na segunda década do século XXI. Para começar, basta ler o que escreveu Rosiska Darcy de Oliveira, em seu artigo

CABO VERDE – INSTITUÍDO NOVO PRÉMIO LITERÁRIO ARNALDO FRANÇA

Em Cabo Verde, na Morabeza- Festa do Livro, foi anunciado no início de Novembro, a constituição de um novo Prémio Literário, o de Arnaldo França, criado pelas imprensas nacionais de Portugal e Cabo Verde, e com periodicidade anual. O prémio

CABO VERDE – INSTITUÍDO NOVO PRÉMIO LITERÁRIO ARNALDO FRANÇA

Em Cabo Verde, na Morabeza- Festa do Livro, foi anunciado no início de Novembro, a constituição de um novo Prémio Literário, o de Arnaldo França, criado pelas imprensas nacionais de Portugal e Cabo Verde, e com periodicidade anual. O prémio

LUA CHEIA por Luísa Lobão Moniz

Hoje somos presenteados com uma linda Lua Cheia. Esta Lua até nos faz esquecer, por minutos, as chamas, a seca, a violência às portas de bares nocturnos… A Natureza tem destas coisas, tanto nos faz chorar de desalento e de

LUA CHEIA por Luísa Lobão Moniz

Hoje somos presenteados com uma linda Lua Cheia. Esta Lua até nos faz esquecer, por minutos, as chamas, a seca, a violência às portas de bares nocturnos… A Natureza tem destas coisas, tanto nos faz chorar de desalento e de

PRÉMIOS NOBEL DA LITERATURA IBERO-AMERICANA NA BIBLIOTECA NACIONAL, DE 30 DE OUTUBRO A 31 DE JANEIRO DE 2018

MOSTRA | 30 out. ’17 – 31 jan. ’18 | Sala de Referência | Entrada livre No âmbito da programação da Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017, a Biblioteca Nacional de Portugal presta homenagem aos 12 prémios Nobel da Literatura

PRÉMIOS NOBEL DA LITERATURA IBERO-AMERICANA NA BIBLIOTECA NACIONAL, DE 30 DE OUTUBRO A 31 DE JANEIRO DE 2018

MOSTRA | 30 out. ’17 – 31 jan. ’18 | Sala de Referência | Entrada livre No âmbito da programação da Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017, a Biblioteca Nacional de Portugal presta homenagem aos 12 prémios Nobel da Literatura

O QUE SE PASSA COM A NECESSIDADE DE VIOLÊNCIA? Por Luísa Lobão Moniz

  A violência, perante o que vemos na TV ou nos jornais, parece estar a aumentar. Diz-se que os estudantes portugueses relataram mais casos de Bullying do que nos Estados Unidos da América; cada vez vemos mais casos de violência

O QUE SE PASSA COM A NECESSIDADE DE VIOLÊNCIA? Por Luísa Lobão Moniz

  A violência, perante o que vemos na TV ou nos jornais, parece estar a aumentar. Diz-se que os estudantes portugueses relataram mais casos de Bullying do que nos Estados Unidos da América; cada vez vemos mais casos de violência

CARTA DO RIO – 175 por Rachel Gutiérrez

Fugindo da política vergonhosa do meu país, e do estado de abandono e desgoverno da nossa tão linda e maltratada cidade do Rio de Janeiro, escolhi me refugiar hoje no século XII, escutando uma das compositoras mais fascinantes da História

CARTA DO RIO – 175 por Rachel Gutiérrez

Fugindo da política vergonhosa do meu país, e do estado de abandono e desgoverno da nossa tão linda e maltratada cidade do Rio de Janeiro, escolhi me refugiar hoje no século XII, escutando uma das compositoras mais fascinantes da História

QUERO MATAR por Luísa Lobão Moniz

Uma lição de vida Cada vez se sente mais a necessidade de todos os povos se acolherem em caso de necessidade, por exemplo, a fome, a falta de habitação, a falta de água, a falta de medicamentos…a falta de proteção

QUERO MATAR por Luísa Lobão Moniz

Uma lição de vida Cada vez se sente mais a necessidade de todos os povos se acolherem em caso de necessidade, por exemplo, a fome, a falta de habitação, a falta de água, a falta de medicamentos…a falta de proteção

A HUMILHAÇÃO DO HOMEM por Luísa Lobão Moniz

Qual é a coisa qual é ela que mais humilha e vexa um homem? Não podia ser outra coisa senão a liberdade da mulher. Casaram, separam-se e a mulher teve outra relação amorosa, ainda casada… Marido e amante juntaram-se, premeditaram

A HUMILHAÇÃO DO HOMEM por Luísa Lobão Moniz

Qual é a coisa qual é ela que mais humilha e vexa um homem? Não podia ser outra coisa senão a liberdade da mulher. Casaram, separam-se e a mulher teve outra relação amorosa, ainda casada… Marido e amante juntaram-se, premeditaram

UM LIVRO QUE DISCUTE POLÍTICA COM CRIANÇAS

Depois de trabalho em oficinas com crianças em São Paulo e Ouro Preto, a Companhia das Letrinhas fez desse trabalho uma edição, em papel e on-line (gratuita disponível para download ). Quem manda aqui? é um livro sobre política feito com crianças para crianças. Desde a infância,

UM LIVRO QUE DISCUTE POLÍTICA COM CRIANÇAS

Depois de trabalho em oficinas com crianças em São Paulo e Ouro Preto, a Companhia das Letrinhas fez desse trabalho uma edição, em papel e on-line (gratuita disponível para download ). Quem manda aqui? é um livro sobre política feito com crianças para crianças. Desde a infância,

CARTA DO RIO – 174 por Rachel Gutiérrez

“Um concerto, como uma viagem, é uma lufada de ar fresco para os nossos corações e mentes”, escrevi na Carta do Rio 153, após meu reencontro com a Sala Cecília Meireles, no fim do mês de maio. De lá para

CARTA DO RIO – 174 por Rachel Gutiérrez

“Um concerto, como uma viagem, é uma lufada de ar fresco para os nossos corações e mentes”, escrevi na Carta do Rio 153, após meu reencontro com a Sala Cecília Meireles, no fim do mês de maio. De lá para