Author Archives: clara castilho

CARTA DE BRAGA – “dos tempos e dos deveres” por António Oliveira

O ‘velhinho’ Bertrand Russel, que nunca entrou em telenovela nem jogou futebol, costumava dizer, apoiado pela sua imensa sabedoria, ‘os cientistas esforçam-se por fazer possível o impossível. Os políticos por fazer o possível impossível’. E, a seguir, tinha o cuidado

CARTA DE BRAGA – “dos tempos e dos deveres” por António Oliveira

O ‘velhinho’ Bertrand Russel, que nunca entrou em telenovela nem jogou futebol, costumava dizer, apoiado pela sua imensa sabedoria, ‘os cientistas esforçam-se por fazer possível o impossível. Os políticos por fazer o possível impossível’. E, a seguir, tinha o cuidado

CARTA DE BRAGA – “Entreguem o sr. trump ao TPI” por António Oliveira

Tem direito ao ‘sr’ porque estou bem-disposto, por não me apetecer dizer asneiras nem repetir algum dos muitos nomes que já lhe chamaram. Os jornais do passado dia 14 do mês passado, principalmente lá de fora, adiantavam ‘a crise climática prejudicará

CARTA DE BRAGA – “Entreguem o sr. trump ao TPI” por António Oliveira

Tem direito ao ‘sr’ porque estou bem-disposto, por não me apetecer dizer asneiras nem repetir algum dos muitos nomes que já lhe chamaram. Os jornais do passado dia 14 do mês passado, principalmente lá de fora, adiantavam ‘a crise climática prejudicará

CARTA DE BRAGA – Um conto para este Natal: “O senhor Andrade” por António Oliveira

Há muitas maneiras de ouvir música, ensinou-me o senhor Andrade, um chofer de táxi com paragem na zona da Politécnica. Um homem antigo, simpático até dizer chega, de dar um ‘bom dia!’ a toda a gente, a conhecer bem os

CARTA DE BRAGA – Um conto para este Natal: “O senhor Andrade” por António Oliveira

Há muitas maneiras de ouvir música, ensinou-me o senhor Andrade, um chofer de táxi com paragem na zona da Politécnica. Um homem antigo, simpático até dizer chega, de dar um ‘bom dia!’ a toda a gente, a conhecer bem os

CARTA DE BRAGA – “da política e da sombra” por António Oliveira

‘Não são os políticos, como pessoas, é a política como poder, que está cada vez mais limitada e desorientada. Com a comunicação sequestrada pelo universo digital, através das redes sociais, evaporaram-se as referências tradicionais da verdade e da hierarquização de

CARTA DE BRAGA – “da política e da sombra” por António Oliveira

‘Não são os políticos, como pessoas, é a política como poder, que está cada vez mais limitada e desorientada. Com a comunicação sequestrada pelo universo digital, através das redes sociais, evaporaram-se as referências tradicionais da verdade e da hierarquização de

CARTA DE BRAGA – “de palavras e pontes” por António Oliveira

A vida não tem sentido! És tu a dar sentido à tua vida! Não sei quem o disse primeiro, mas é uma verdade tão evidente que qualquer pessoa com dois dedos de testa o poderia ter afirmado. Mas disse-o, exactamente

CARTA DE BRAGA – “de palavras e pontes” por António Oliveira

A vida não tem sentido! És tu a dar sentido à tua vida! Não sei quem o disse primeiro, mas é uma verdade tão evidente que qualquer pessoa com dois dedos de testa o poderia ter afirmado. Mas disse-o, exactamente

CARTA DE BRAGA – “do latim e do papel, com J.M. Branco” por António Oliveira

‘Foi uma tragédia terem marginalizado o latim e o grego! Estruturam a mente para pensar bem! Sem as humanidades, aborregas-te: serás refém do primeiro demagogo que passe!’ Esta dura sentença é do romancista Arturo Pérez Reverte e consta de uma

CARTA DE BRAGA – “do latim e do papel, com J.M. Branco” por António Oliveira

‘Foi uma tragédia terem marginalizado o latim e o grego! Estruturam a mente para pensar bem! Sem as humanidades, aborregas-te: serás refém do primeiro demagogo que passe!’ Esta dura sentença é do romancista Arturo Pérez Reverte e consta de uma

COLÓQUIO «NASCI NO SIGNO DA ROSA»: vida e obra de Maria Cecília Correia»

No dia 25 de Novembro, no mesmo dia em que faria 100 anos, um conjunto de especialistas reúne-se no auditório da Biblioteca Nacional de Portugal num colóquio dedicado à escritora Maria Cecília Correia. O objectivo do colóquio, organizado pelo Grupo

COLÓQUIO «NASCI NO SIGNO DA ROSA»: vida e obra de Maria Cecília Correia»

No dia 25 de Novembro, no mesmo dia em que faria 100 anos, um conjunto de especialistas reúne-se no auditório da Biblioteca Nacional de Portugal num colóquio dedicado à escritora Maria Cecília Correia. O objectivo do colóquio, organizado pelo Grupo

CARTA DE BRAGA – “o peso da sombra” por António Oliveira

O traje era antigo, às riscas cinzentas quase brancas e bem marcadas, o casaco era ainda dos de chumaços nos ombros para não descaírem, um aspecto coçado de muitos anos de uso mas impecavelmente limpo e, lá dentro, um homem

CARTA DE BRAGA – “o peso da sombra” por António Oliveira

O traje era antigo, às riscas cinzentas quase brancas e bem marcadas, o casaco era ainda dos de chumaços nos ombros para não descaírem, um aspecto coçado de muitos anos de uso mas impecavelmente limpo e, lá dentro, um homem

CARTA DE BRAGA – “de milhões e de justiça” por António Oliveira

Confesso humildemente não perceber absolutamente nada de Finanças, a não ser que os meus meses são cada vez mais compridos. Mas confesso humildemente também, ter ficado mais uma vez aterrorizado quando, há poucos dias, li no ‘DN’ ‘As injecções de capital

CARTA DE BRAGA – “de milhões e de justiça” por António Oliveira

Confesso humildemente não perceber absolutamente nada de Finanças, a não ser que os meus meses são cada vez mais compridos. Mas confesso humildemente também, ter ficado mais uma vez aterrorizado quando, há poucos dias, li no ‘DN’ ‘As injecções de capital

CARTA DE BRAGA – “da poesia e da vida” por António Oliveira

Uma pequena, atrasada e talvez inútil homenagem a Sophia, mas… quem sou eu? E se não me viessem a acusar de excessivo ou de estar a abusar da retórica, creio que poderia afirmar que os males do mundo decorrem da

CARTA DE BRAGA – “da poesia e da vida” por António Oliveira

Uma pequena, atrasada e talvez inútil homenagem a Sophia, mas… quem sou eu? E se não me viessem a acusar de excessivo ou de estar a abusar da retórica, creio que poderia afirmar que os males do mundo decorrem da

CARTA DE BRAGA – “das vespas e da ignorância” por António Oliveira

Chegaram as chuvas e em força! E nem somos dos mais afectados! Basta pôr os olhos em qualquer órgão de informação para dar conta da quantidade de estragos que provocam por onde passam, como se estivessem a vingar-se de qualquer

CARTA DE BRAGA – “das vespas e da ignorância” por António Oliveira

Chegaram as chuvas e em força! E nem somos dos mais afectados! Basta pôr os olhos em qualquer órgão de informação para dar conta da quantidade de estragos que provocam por onde passam, como se estivessem a vingar-se de qualquer

CARTA DE BRAGA – “friganismo” por António Oliveira

Encontrei este palavrão num conhecido diário europeu. Procurei o significado por tudo o que era sítio consentâneo e só o encontrei numa coisa chamada ‘Wiki Culturama’ que o apresenta como ‘cruzada contra o desperdício’. Noutro site encontrei uma explicação complementar ‘o frigano é uma

CARTA DE BRAGA – “friganismo” por António Oliveira

Encontrei este palavrão num conhecido diário europeu. Procurei o significado por tudo o que era sítio consentâneo e só o encontrei numa coisa chamada ‘Wiki Culturama’ que o apresenta como ‘cruzada contra o desperdício’. Noutro site encontrei uma explicação complementar ‘o frigano é uma

CARTA DE BRAGA – “os alcatruzes da memória” por António Oliveira

Sentámo-nos na borda do estradão de xisto onde estava edificada a capela. O xisto era a marca de origem do lugar, embora fossem notórias as aportações da passagem e avanço dos tempos, mas a autoridade local tudo fazia para manter

CARTA DE BRAGA – “os alcatruzes da memória” por António Oliveira

Sentámo-nos na borda do estradão de xisto onde estava edificada a capela. O xisto era a marca de origem do lugar, embora fossem notórias as aportações da passagem e avanço dos tempos, mas a autoridade local tudo fazia para manter

CARTA DE BRAGA – “hiperactividade e poesia” por António Oliveira

Li algures, confesso já não me lembrar onde, que Paul Valéry, o filósofo, escritor e poeta simbolista, afirmou um dia que gostaria de ter escrito um manual de ginástica para poder treinar as capacidades mentais de cada um. Teria justificado

CARTA DE BRAGA – “hiperactividade e poesia” por António Oliveira

Li algures, confesso já não me lembrar onde, que Paul Valéry, o filósofo, escritor e poeta simbolista, afirmou um dia que gostaria de ter escrito um manual de ginástica para poder treinar as capacidades mentais de cada um. Teria justificado

CARTA DE BRAGA – “de analfabetos, místicos e deuses” por António Oliveira

Conheci-o na ‘Barata’ durante um encontro com António José Saraiva, meados dos anos sessenta, estava o professor exilado em Paris, mas foi autorizado a vir a Portugal para assistir ao funeral de alguém que lhe era próximo, já não recordo

CARTA DE BRAGA – “de analfabetos, místicos e deuses” por António Oliveira

Conheci-o na ‘Barata’ durante um encontro com António José Saraiva, meados dos anos sessenta, estava o professor exilado em Paris, mas foi autorizado a vir a Portugal para assistir ao funeral de alguém que lhe era próximo, já não recordo