Author Archives: clara castilho

CARTA DE BRAGA – “da solidão” por António Oliveira

  A Carta de hoje baseia-se em duas estórias lidas há algum tempo, mas a merecer apontamento especial pela sensibilidade mostrada pelos intervenientes. E ainda por exporem uma mentalidade aparentemente arredada deste país, a ver pelo que se afirma num

CARTA DE BRAGA – “da solidão” por António Oliveira

  A Carta de hoje baseia-se em duas estórias lidas há algum tempo, mas a merecer apontamento especial pela sensibilidade mostrada pelos intervenientes. E ainda por exporem uma mentalidade aparentemente arredada deste país, a ver pelo que se afirma num

CARTA DE BRAGA – “de pardais e da estupidez” por António Oliveira

Os pardais estão a desaparecer das nossas cidades! Mas não é só cá! Em Londres, Hamburgo ou Glasgow, a dimensão do desaparecimento atingiu já os 95% e ninguém os consegue ver noutras cidades europeias, como Bruxelas ou Praga. Este passarito

CARTA DE BRAGA – “de pardais e da estupidez” por António Oliveira

Os pardais estão a desaparecer das nossas cidades! Mas não é só cá! Em Londres, Hamburgo ou Glasgow, a dimensão do desaparecimento atingiu já os 95% e ninguém os consegue ver noutras cidades europeias, como Bruxelas ou Praga. Este passarito

CARTA DE BRAGA – “de palhaços e acrobatas” por António Oliveira

Esta foto correu mundo e é explícita sobre a ‘dimensão’ dos personagens, mais o ar acabrunhado dos parceiros de mesa Parece estar a terminar o tempo dos ‘palhaços’! Que venha agora o tempo dos ‘aramistas’ e dos ‘acrobatas’! É preciso fornecer

CARTA DE BRAGA – “de palhaços e acrobatas” por António Oliveira

Esta foto correu mundo e é explícita sobre a ‘dimensão’ dos personagens, mais o ar acabrunhado dos parceiros de mesa Parece estar a terminar o tempo dos ‘palhaços’! Que venha agora o tempo dos ‘aramistas’ e dos ‘acrobatas’! É preciso fornecer

CARTA DE BRAGA – “de clicks e utopias” por António Oliveira

‘A utopia está no horizonte. Ando dois passos, ela afasta-se dois passos. Ando dez passos e o horizonte afasta-se também dez passos. Por muito que ande nunca a vou alcançar. Então para que serve a utopia? Serve só para isso,

CARTA DE BRAGA – “de clicks e utopias” por António Oliveira

‘A utopia está no horizonte. Ando dois passos, ela afasta-se dois passos. Ando dez passos e o horizonte afasta-se também dez passos. Por muito que ande nunca a vou alcançar. Então para que serve a utopia? Serve só para isso,

CARTA DE BRAGA – “liberdade e segurança” por António Oliveira

A felicidade, a virtude, o bem e a tranquilidade, foram os valores que, de algum modo, mobilizaram as gentes para instaurar os mais diversos tipos de sociedades e ou agrupamentos. Foram sempre invocados para poder agrupar pessoas, motivando-as para uma

CARTA DE BRAGA – “liberdade e segurança” por António Oliveira

A felicidade, a virtude, o bem e a tranquilidade, foram os valores que, de algum modo, mobilizaram as gentes para instaurar os mais diversos tipos de sociedades e ou agrupamentos. Foram sempre invocados para poder agrupar pessoas, motivando-as para uma

CARTA DE BRAGA – “verdade, votos e cultura” por António Oliveira

O conceito de democracia continua e continuará a marcar a evolução e o desenvolvimento das sociedades pois, apesar de contar já muitos séculos, da antiga Grécia à ‘actualidade trumposa’, são demasiados os aproveitamentos que se pretendem fazer de tal conceito.

CARTA DE BRAGA – “verdade, votos e cultura” por António Oliveira

O conceito de democracia continua e continuará a marcar a evolução e o desenvolvimento das sociedades pois, apesar de contar já muitos séculos, da antiga Grécia à ‘actualidade trumposa’, são demasiados os aproveitamentos que se pretendem fazer de tal conceito.

CARTA DE BRAGA – “a navalha de Ockham” por António Oliveira

O frade franciscano William de Ockham legou-nos o princípio filosófico ‘em igualdade de circunstâncias, a explicação mais simples costuma ser a mais provável’, princípio que, mesmo sem nunca ter sido demonstrado e só devido à extrema simplicidade, veio a ser

CARTA DE BRAGA – “a navalha de Ockham” por António Oliveira

O frade franciscano William de Ockham legou-nos o princípio filosófico ‘em igualdade de circunstâncias, a explicação mais simples costuma ser a mais provável’, princípio que, mesmo sem nunca ter sido demonstrado e só devido à extrema simplicidade, veio a ser

CARTA DE BRAGA –“de violinos e batidas” por António Oliveira

Já não me lembro onde li isto – ‘O poder é como um violino. Toma-se com a esquerda e toca-se com a direita!’ Parece ser uma verdade tão real como o sol nascer todos os dias nesta Terra, a única

CARTA DE BRAGA –“de violinos e batidas” por António Oliveira

Já não me lembro onde li isto – ‘O poder é como um violino. Toma-se com a esquerda e toca-se com a direita!’ Parece ser uma verdade tão real como o sol nascer todos os dias nesta Terra, a única

CARTA DE BRAGA – “das palavras e do dinheiro” por António Oliveira

Escrever é a uma arte simples e perfeita – por colocar e deixar a ponta da esferográfica abrir uma ferida no papel e, ao mesmo tempo que aquela ponta o vai ferindo, também a vai cauterizando, cobrindo-a com tinta. Esta

CARTA DE BRAGA – “das palavras e do dinheiro” por António Oliveira

Escrever é a uma arte simples e perfeita – por colocar e deixar a ponta da esferográfica abrir uma ferida no papel e, ao mesmo tempo que aquela ponta o vai ferindo, também a vai cauterizando, cobrindo-a com tinta. Esta

CARTA DE BRAGA – “o futuro já aí está!” por António Oliveira

  Vou, nesta Carta, transcrever dois pequenos apontamentos tirados de órgãos de comunicação com públicos e ambições distintos, mas que se completam bem, só para propor um exercício! O primeiro apontamento foi tirado de um artigo ‘Opiniões de um robot‘

CARTA DE BRAGA – “o futuro já aí está!” por António Oliveira

  Vou, nesta Carta, transcrever dois pequenos apontamentos tirados de órgãos de comunicação com públicos e ambições distintos, mas que se completam bem, só para propor um exercício! O primeiro apontamento foi tirado de um artigo ‘Opiniões de um robot‘

CARTA DE BRAGA – “da leitura, de elevadores e da liberdade” por António Oliveira

  O desfasamento entre a educação e a vida quotidiana é cada vez mais gritante. É necessário e urgente refazer toda a programação porque, creio que a informação já não tem qualquer valor. Por tudo aquilo que vemos à nossa

CARTA DE BRAGA – “da leitura, de elevadores e da liberdade” por António Oliveira

  O desfasamento entre a educação e a vida quotidiana é cada vez mais gritante. É necessário e urgente refazer toda a programação porque, creio que a informação já não tem qualquer valor. Por tudo aquilo que vemos à nossa

CARTA DE BRAGA – “sinetas e Mozart” por António Oliveira

  Imaginemos que se conseguiria montar um sistema de alarme com campainhas de som bem distinto (luzes de cores diferentes não servem por esta ser uma sociedade acostumada a viver e a dar atenção apenas ao ruído), a fim de

CARTA DE BRAGA – “sinetas e Mozart” por António Oliveira

  Imaginemos que se conseguiria montar um sistema de alarme com campainhas de som bem distinto (luzes de cores diferentes não servem por esta ser uma sociedade acostumada a viver e a dar atenção apenas ao ruído), a fim de

ANTÓNIO OLIVEIRA APRESENTA-NOS UM NOVO LIVRO: “UMA CASA A SUL DAS NUVENS”, DIA 14 DE SETEMBRO, 16 H EM GAIA

  O nosso colaborador António Oliveira, que todas as semanas nos desafia à reflexão (Carta de Braga) vai apresentar um novo livro “Uma casa a sul das nuvens” , numa edição da Editorial Novembro. Será no sábado dia 14, na

ANTÓNIO OLIVEIRA APRESENTA-NOS UM NOVO LIVRO: “UMA CASA A SUL DAS NUVENS”, DIA 14 DE SETEMBRO, 16 H EM GAIA

  O nosso colaborador António Oliveira, que todas as semanas nos desafia à reflexão (Carta de Braga) vai apresentar um novo livro “Uma casa a sul das nuvens” , numa edição da Editorial Novembro. Será no sábado dia 14, na

CARTA DE BRAGA – “de papéis e pingalins” por António Oliveira

Naquele ano havia guerra! Não era aqui, mas um ‘artista‘ que não entendia as mudanças dos tempos e da história, mandou que teríamos de a ‘cumprir‘ todos, a bem ou mal e em força! Também por lá andei, mas isso

CARTA DE BRAGA – “de papéis e pingalins” por António Oliveira

Naquele ano havia guerra! Não era aqui, mas um ‘artista‘ que não entendia as mudanças dos tempos e da história, mandou que teríamos de a ‘cumprir‘ todos, a bem ou mal e em força! Também por lá andei, mas isso

CARTA DE BRAGA – “da ganga e da poesia” por António Oliveira

Não o via nem o contactava havia mais de trinta e cinco anos! Não tínhamos sido amigos inseparáveis, mas respeitávamo-nos e partilhámos conversas, gostos, silêncios e vagares, até eu ter desandado na procura de novos caminhos e outras oportunidades. Desandei

CARTA DE BRAGA – “da ganga e da poesia” por António Oliveira

Não o via nem o contactava havia mais de trinta e cinco anos! Não tínhamos sido amigos inseparáveis, mas respeitávamo-nos e partilhámos conversas, gostos, silêncios e vagares, até eu ter desandado na procura de novos caminhos e outras oportunidades. Desandei