Author Archives: José Fernando Magalhães

About José Fernando Magalhães

Escrevo e fotografo pelo imenso prazer que daí tiro

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (119)

  SEDUÇÃO     Quero seduzir-te Fazer-te parte de mim E levar-te por bons e por maus caminhos, Quero usar as minhas ironias Apreciar as tuas graças E utilizar a subtileza das palavras, Mas, nada. Fico à espera de uma

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (119)

  SEDUÇÃO     Quero seduzir-te Fazer-te parte de mim E levar-te por bons e por maus caminhos, Quero usar as minhas ironias Apreciar as tuas graças E utilizar a subtileza das palavras, Mas, nada. Fico à espera de uma

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (230)

O CAMPO DA JUNQUEIRA   O Campo da Junqueira ficava logo ali à beira do que hoje é a Circunvalação, do lado de Matosinhos, a uns escassos 200 metros do areal da praia. Àquela zona chamavam Prado. Era atravessado por

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (230)

O CAMPO DA JUNQUEIRA   O Campo da Junqueira ficava logo ali à beira do que hoje é a Circunvalação, do lado de Matosinhos, a uns escassos 200 metros do areal da praia. Àquela zona chamavam Prado. Era atravessado por

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (229)

O PRIMEIRO CENTENÁRIO DA BATALHA DE LA LYS Podemos ter como certo que já nenhum dos combatentes sobrevivos da batalha de La Lys, ainda esteja vivo. Uns, muitos, morreram no local, e outros a lei do tempo e da vida

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (229)

O PRIMEIRO CENTENÁRIO DA BATALHA DE LA LYS Podemos ter como certo que já nenhum dos combatentes sobrevivos da batalha de La Lys, ainda esteja vivo. Uns, muitos, morreram no local, e outros a lei do tempo e da vida

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (228)

  O PORTO EM IMAGENS (53) . .               . . . .

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (228)

  O PORTO EM IMAGENS (53) . .               . . . .

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (118)

QUANDO ESCREVO, NÃO ENVELHEÇO .   . Quando escrevo Não envelheço Olho os livros que enchem a casa Respiro o tempo e as palavras Que não mereço Olvido os nomes e as datas Que alguma vez tenha dito Torno presente

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (118)

QUANDO ESCREVO, NÃO ENVELHEÇO .   . Quando escrevo Não envelheço Olho os livros que enchem a casa Respiro o tempo e as palavras Que não mereço Olvido os nomes e as datas Que alguma vez tenha dito Torno presente

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (227)

O ENTÃO EPIDÉMICO Começou, timidamente, meses atrás. Um (a) jornalista lembrou-se de usar como “muleta” nas suas notícias em directo, a palavra ENTÃO. Nada de mal, daí, viria ao mundo. Era mais um (a) que usava desnecessariamente uma palavra no

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (227)

O ENTÃO EPIDÉMICO Começou, timidamente, meses atrás. Um (a) jornalista lembrou-se de usar como “muleta” nas suas notícias em directo, a palavra ENTÃO. Nada de mal, daí, viria ao mundo. Era mais um (a) que usava desnecessariamente uma palavra no

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (226)

O PORTO EM IMAGENS (51) . .                 . . . . MESMO AO LADO DO PORTO, ESTÁ MATOSINHOS. QUANDO NOS VIER VISITAR, NÃO SE ESQUEÇA DE IR ATÉ LÁ. VALE A PENA!

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (226)

O PORTO EM IMAGENS (51) . .                 . . . . MESMO AO LADO DO PORTO, ESTÁ MATOSINHOS. QUANDO NOS VIER VISITAR, NÃO SE ESQUEÇA DE IR ATÉ LÁ. VALE A PENA!

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (117)

  CHOVIA . . Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar esguio

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (117)

  CHOVIA . . Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar esguio

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (225)

. EFEMÉRIDES 5 a 15 de Março . . . . 5 de Março de 1321 – O Bispo do Porto (D. Geraldo Domingues) é traiçoeiramente assassinado em Estremoz. Os seus restos mortais foram para a Igreja de Bouças (hoje Matosinhos), padroado que lhe

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (225)

. EFEMÉRIDES 5 a 15 de Março . . . . 5 de Março de 1321 – O Bispo do Porto (D. Geraldo Domingues) é traiçoeiramente assassinado em Estremoz. Os seus restos mortais foram para a Igreja de Bouças (hoje Matosinhos), padroado que lhe

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (224)

RAUL BRANDÃO       Abram a porta! Sou eu, o Teles! Canalhas! canalhas!…  Ao que eu cheguei!… Um magistrado! Um antigo magistrado no calabouço! ……………….. Que distância há entre o homem e o homem? Entre o homem correcto, o

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (224)

RAUL BRANDÃO       Abram a porta! Sou eu, o Teles! Canalhas! canalhas!…  Ao que eu cheguei!… Um magistrado! Um antigo magistrado no calabouço! ……………….. Que distância há entre o homem e o homem? Entre o homem correcto, o

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (223)

  SESSÃO DA FOZ LITERÁRIA E JANTAR LITERÁRIO Ontem estivemos presentes em mais uma sessão da Foz Literária, onde, para além de termos tido o grato prazer de assistir a um filme coma cerca de trinta anos sobre o tema

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (223)

  SESSÃO DA FOZ LITERÁRIA E JANTAR LITERÁRIO Ontem estivemos presentes em mais uma sessão da Foz Literária, onde, para além de termos tido o grato prazer de assistir a um filme coma cerca de trinta anos sobre o tema

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (116)

QUE VALHA A PENA Já me falta o tempo Escasseia, Escorre por entre os dedos, Como se fosse areia. Já consigo adivinhar o fim da jornada Perdi-o pelo caminho, procurando medos. Maldito tempo, Transformado em nada. . Já não tenho

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (116)

QUE VALHA A PENA Já me falta o tempo Escasseia, Escorre por entre os dedos, Como se fosse areia. Já consigo adivinhar o fim da jornada Perdi-o pelo caminho, procurando medos. Maldito tempo, Transformado em nada. . Já não tenho

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (222)

  O PORTO EM IMAGENS (50)                     . . FOZ LITERÁRIA E JANTAR LITERÁRIO NO DIA 28 DESTE MÊS DE FEVEREIRO Minhas Queridas Amigas e meus prezados Amigos, esta mensagem ainda

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (222)

  O PORTO EM IMAGENS (50)                     . . FOZ LITERÁRIA E JANTAR LITERÁRIO NO DIA 28 DESTE MÊS DE FEVEREIRO Minhas Queridas Amigas e meus prezados Amigos, esta mensagem ainda

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (221)

JAN PALACH Jan Palach foi um estudante checo que cometeu suicídio através de auto-imolação como forma de protesto político. Nascido a 11 de Agosto de 1948 em Praga, hoje República Checa, faleceu a 19 de Janeiro de 1969, nessa mesma

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (221)

JAN PALACH Jan Palach foi um estudante checo que cometeu suicídio através de auto-imolação como forma de protesto político. Nascido a 11 de Agosto de 1948 em Praga, hoje República Checa, faleceu a 19 de Janeiro de 1969, nessa mesma

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (220)

O PORTO EM IMAGENS (49)                 . .    

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (220)

O PORTO EM IMAGENS (49)                 . .