Author Archives: José Fernando Magalhães

About José Fernando Magalhães

Escrevo e fotografo pelo imenso prazer que daí tiro

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (263)

O PORTO E AO SEU LADO, EM IMAGENS (3) . . . BRAGA EXPOSIÇÃO DE BRONZES DA ANTIGUIDADE CHINESA. (A ver com toda a atenção)   . . .    

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (263)

O PORTO E AO SEU LADO, EM IMAGENS (3) . . . BRAGA EXPOSIÇÃO DE BRONZES DA ANTIGUIDADE CHINESA. (A ver com toda a atenção)   . . .    

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (134)

DESENHO UM MAPA . . Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade. . Cego de tanta luz Com

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (134)

DESENHO UM MAPA . . Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade. . Cego de tanta luz Com

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (262)

. O PORTO E AO SEU LADO, EM IMAGENS (3) . . . . FESTAS FELIZES … NO PORTO!   .. . .

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (262)

. O PORTO E AO SEU LADO, EM IMAGENS (3) . . . . FESTAS FELIZES … NO PORTO!   .. . .

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (261)

  “A LATERE” DO 5º COLÓQUIO INTERNACIONAL CAMINHOS DE SANTIAGO SÃO PEDRO DE RATES . . Tudo começou na Quinta-feira 15 de Novembro, com a assinatura do Protocolo de Doação de pinturas, entre a Junta de Freguesia de S. Pedro

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (261)

  “A LATERE” DO 5º COLÓQUIO INTERNACIONAL CAMINHOS DE SANTIAGO SÃO PEDRO DE RATES . . Tudo começou na Quinta-feira 15 de Novembro, com a assinatura do Protocolo de Doação de pinturas, entre a Junta de Freguesia de S. Pedro

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (133)

OLHAMO-NOS COM AMOR   Olhamo-nos com amor Com olhos meigos, de quem gosta De quem se vai gostando. Cabia-nos rir Ou chorar com fervor A dor imposta. Chorando, Preferimos rir Para deitar fora a dor Que faz a vida descomposta.

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (133)

OLHAMO-NOS COM AMOR   Olhamo-nos com amor Com olhos meigos, de quem gosta De quem se vai gostando. Cabia-nos rir Ou chorar com fervor A dor imposta. Chorando, Preferimos rir Para deitar fora a dor Que faz a vida descomposta.

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (260)

AS ÁRVORES DA MINHA CIDADE Já em Maio de 2015 escrevia eu nesta coluna, que deveríamos ter “uma árvore em cada rua“, quase dois anos depois de ter escrito que o Porto ombreava com qualquer cidade europeia na quantidade e

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (260)

AS ÁRVORES DA MINHA CIDADE Já em Maio de 2015 escrevia eu nesta coluna, que deveríamos ter “uma árvore em cada rua“, quase dois anos depois de ter escrito que o Porto ombreava com qualquer cidade europeia na quantidade e

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (259)

O PORTO E AO SEU LADO, EM IMAGENS (2) . . . V Colóquio Internacional dos Caminhos de Santiago 16 e 17 de Novembro Igreja Românica de S. Pedro de Rates . . . MAIS UMA “FOZ LITERÁRIA” Desta vez

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (259)

O PORTO E AO SEU LADO, EM IMAGENS (2) . . . V Colóquio Internacional dos Caminhos de Santiago 16 e 17 de Novembro Igreja Românica de S. Pedro de Rates . . . MAIS UMA “FOZ LITERÁRIA” Desta vez

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (132)

Tão tão, tem tem     Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém. . Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João. .

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (132)

Tão tão, tem tem     Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém. . Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João. .

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (258)

  AO LADO DO PORTO, EM IMAGENS VILA DO CONDE RIO AVE ZAMEIRO             . . . V Colóquio Internacional dos Caminhos de Santiago 16 e 17 de Novembro Igreja Românica de S. Pedro de

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (258)

  AO LADO DO PORTO, EM IMAGENS VILA DO CONDE RIO AVE ZAMEIRO             . . . V Colóquio Internacional dos Caminhos de Santiago 16 e 17 de Novembro Igreja Românica de S. Pedro de

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (257)

  “A Pequenina Caça-níqueis”   Na estação de São Bento, mesmo junto aos cais dos comboios, do lado direito de quem entra, os visitantes, portuenses ou turistas, poderão subir a bordo de um comboio, numa viagem a vapor, transportando-se até

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (257)

  “A Pequenina Caça-níqueis”   Na estação de São Bento, mesmo junto aos cais dos comboios, do lado direito de quem entra, os visitantes, portuenses ou turistas, poderão subir a bordo de um comboio, numa viagem a vapor, transportando-se até

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (131)

REFLEXÃO     A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira a relva Acabada de

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (131)

REFLEXÃO     A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira a relva Acabada de

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (256)

À VOLTA DO PORTO IMAGENS                      

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (256)

À VOLTA DO PORTO IMAGENS                      

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (255)

  HOMENAGEM À Memória de ANTÓNIO MATOS CHAVES, um grande amigo que inesperadamente nos deixou no passado dia 16, fazendo com que se instalasse em nós um vazio tremendo.     Grande figura do desporto automóvel português, foi dirigente do

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (255)

  HOMENAGEM À Memória de ANTÓNIO MATOS CHAVES, um grande amigo que inesperadamente nos deixou no passado dia 16, fazendo com que se instalasse em nós um vazio tremendo.     Grande figura do desporto automóvel português, foi dirigente do

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (130)

SE EU NÃO EXISTISSE     Não me importa morrer, Fisicamente, Morrer, Não faz mal, É assim, é natural, O que me chateia, claramente, É deixar de viver, Facto que é para mim, vital, E, como é evidente, Um assunto

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (130)

SE EU NÃO EXISTISSE     Não me importa morrer, Fisicamente, Morrer, Não faz mal, É assim, é natural, O que me chateia, claramente, É deixar de viver, Facto que é para mim, vital, E, como é evidente, Um assunto

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (254)

O PORTO EM IMAGENS (67)           . . .    

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (254)

O PORTO EM IMAGENS (67)           . . .