Author Archives: José Magalhães

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Escrevo e fotografo pelo imenso prazer que daí tiro

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (208)

O PORTO EM IMAGENS (43)                       .

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (208)

O PORTO EM IMAGENS (43)                       .

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (109)

A ESSÊNCIA DA VIDA     Preciso de espaço para talvez querer O que não sei. A minha atitude é de recusa Resignação e revolta. Mesmo sem o saber O que não quero, já dei Num dia, ao fim da

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (109)

A ESSÊNCIA DA VIDA     Preciso de espaço para talvez querer O que não sei. A minha atitude é de recusa Resignação e revolta. Mesmo sem o saber O que não quero, já dei Num dia, ao fim da

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (207)

O PORTO EM IMAGENS (42)   CAMPANHÃ                    

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (207)

O PORTO EM IMAGENS (42)   CAMPANHÃ                    

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (206)

    O PORTO EM IMAGENS (41)   Ribeira do Porto ao amanhecer                

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (206)

    O PORTO EM IMAGENS (41)   Ribeira do Porto ao amanhecer                

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (108)

NA MINHA JANELA PRIVADA     Pinto o meu poema E desenho o meu caminho Num mar de letras. Às vezes junto alfazema Outras jasmim, Tudo no mesmo cadinho E às vezes umas fraquezas. . Pinto o amor As cores,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (108)

NA MINHA JANELA PRIVADA     Pinto o meu poema E desenho o meu caminho Num mar de letras. Às vezes junto alfazema Outras jasmim, Tudo no mesmo cadinho E às vezes umas fraquezas. . Pinto o amor As cores,

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (205)

QUINTA DO LINDO VALE OU DA BOA VISTA   Não é por esse nome que a conhecemos, mas era assim que se chamava no século XVIII. Data de 1720 a sua construção. Do cimo do monte onde se situava a

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (205)

QUINTA DO LINDO VALE OU DA BOA VISTA   Não é por esse nome que a conhecemos, mas era assim que se chamava no século XVIII. Data de 1720 a sua construção. Do cimo do monte onde se situava a

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (204)

O PORTO EM IMAGENS (40)           COVÊLO           Terminal de Cruzeiros de Leixões com mais 42% de passageiros O Porto de Leixões registou, nos primeiros nove meses do ano, um crescimento de

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (204)

O PORTO EM IMAGENS (40)           COVÊLO           Terminal de Cruzeiros de Leixões com mais 42% de passageiros O Porto de Leixões registou, nos primeiros nove meses do ano, um crescimento de

IMAGEM E POESIA- Por José Magalhães (107)

OLHO SEM VER     Olho sem ver Estou desimportado Não sei de quê Não sei porquê Vejo a vida a passar ao lado. . Deixai-me pensar que estou certo Que deito fora o que merece Que guardo bem quem

IMAGEM E POESIA- Por José Magalhães (107)

OLHO SEM VER     Olho sem ver Estou desimportado Não sei de quê Não sei porquê Vejo a vida a passar ao lado. . Deixai-me pensar que estou certo Que deito fora o que merece Que guardo bem quem

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (203)

O PORTO EM IMAGENS (39)   BANCOS DE PEDRA     TELHADOS           EMA   . . . AINDA VENS A TEMPO, TAP? FRANCESINHA, PAULA, MICHELIN, MOTA, REIS, TASTE, PORTO, TERMINAL DE CRUZEIROS. CHARME(!!!???) E tripas,

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (203)

O PORTO EM IMAGENS (39)   BANCOS DE PEDRA     TELHADOS           EMA   . . . AINDA VENS A TEMPO, TAP? FRANCESINHA, PAULA, MICHELIN, MOTA, REIS, TASTE, PORTO, TERMINAL DE CRUZEIROS. CHARME(!!!???) E tripas,

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (202)

DAQUI PARA A FRENTE Daqui para a frente é sempre a andar, continuando a crescer. No passado Domingo fomos votar, mais gente que de costume, e elegemos uma catrefada de malta. Pela parte que me toca, ou seja pela gente

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (202)

DAQUI PARA A FRENTE Daqui para a frente é sempre a andar, continuando a crescer. No passado Domingo fomos votar, mais gente que de costume, e elegemos uma catrefada de malta. Pela parte que me toca, ou seja pela gente

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (106)

  SIMPLESMENTE, OLHAVA POR NÓS     Com um olhar que escondia A sua luz, Olhava através e Para além dela, Da janela da miragem Transportando a sua cruz. Olhar perdido Longínquo Comprido, Abrangente Sem qualquer paragem. Olhava sem querer

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (106)

  SIMPLESMENTE, OLHAVA POR NÓS     Com um olhar que escondia A sua luz, Olhava através e Para além dela, Da janela da miragem Transportando a sua cruz. Olhar perdido Longínquo Comprido, Abrangente Sem qualquer paragem. Olhava sem querer

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (201)

O PORTO EM IMAGENS (38)   PONTES                       .  

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (201)

O PORTO EM IMAGENS (38)   PONTES                       .  

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (105)

OLHAS-ME COM AQUELE OLHAR  – – Olhas-me com aquele olhar Triste, penetrante, acedente Por cima do teu ombro direito. Devolvo-to, firme Sem pestanejar Olho-te de frente Com um olhar desfeito Sabendo como é difícil Voltares a sonhar. – – Dá-me

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (105)

OLHAS-ME COM AQUELE OLHAR  – – Olhas-me com aquele olhar Triste, penetrante, acedente Por cima do teu ombro direito. Devolvo-to, firme Sem pestanejar Olho-te de frente Com um olhar desfeito Sabendo como é difícil Voltares a sonhar. – – Dá-me

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (200)

CHEGAMOS À 200ª CRÓNICA Fez há poucos dias quatro anos que começamos esta aventura de escrever e fotografar o Porto. Tive durante este período alguns momentos de exaltação e outros tantos de desânimo. Exaltação porque escrevia e fotografava e mostrava

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (200)

CHEGAMOS À 200ª CRÓNICA Fez há poucos dias quatro anos que começamos esta aventura de escrever e fotografar o Porto. Tive durante este período alguns momentos de exaltação e outros tantos de desânimo. Exaltação porque escrevia e fotografava e mostrava

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (199)

CORTEJO DE SÃO BARTOLOMEU (FINAL)                                               A MULTIDÃO À ESPERA DA PASSAGEM DE TODO O CORTEJO  E DO

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (199)

CORTEJO DE SÃO BARTOLOMEU (FINAL)                                               A MULTIDÃO À ESPERA DA PASSAGEM DE TODO O CORTEJO  E DO