Author Archives: José Fernando Magalhães

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Escrevo e fotografo pelo imenso prazer que daí tiro

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (335)

CARTAS QUE ESCREVI   Meus queridos, Eis-me aqui com um silêncio que só é quebrado pelas pingas da chuva. São mesmo muito grossas as que do telhado caem mesmo à minha frente, e também as que da ramada escorregam pelas

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (335)

CARTAS QUE ESCREVI   Meus queridos, Eis-me aqui com um silêncio que só é quebrado pelas pingas da chuva. São mesmo muito grossas as que do telhado caem mesmo à minha frente, e também as que da ramada escorregam pelas

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (334)

O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (108) .             . . .  

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (334)

O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (108) .             . . .  

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (333)

. EM TEMPO DE CONFINAMENTO . .   MEMÓRIAS PLEONASMÍTICAS E REDUNDANTES Em tempo de confinamento, os pensamentos têm roda livre para se espraiarem por onde lhes apetece. Os meus, não particularmente activos, dão-se ao luxo de, de vez em

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (333)

. EM TEMPO DE CONFINAMENTO . .   MEMÓRIAS PLEONASMÍTICAS E REDUNDANTES Em tempo de confinamento, os pensamentos têm roda livre para se espraiarem por onde lhes apetece. Os meus, não particularmente activos, dão-se ao luxo de, de vez em

IMAGEM E POESIA – Por José Fernando Magalhães (141)

. .. DIA INTERNACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA . DA MINHA LÍNGUA VÊ-SE O MAR . . . . Da minha Língua vê-se o mar Assim Virgílio o afirmava, Reflexo da Alma e da cultura do meu Povo. Na minha Língua

IMAGEM E POESIA – Por José Fernando Magalhães (141)

. .. DIA INTERNACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA . DA MINHA LÍNGUA VÊ-SE O MAR . . . . Da minha Língua vê-se o mar Assim Virgílio o afirmava, Reflexo da Alma e da cultura do meu Povo. Na minha Língua

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (332)

O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (107)               . . .  

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (332)

O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (107)               . . .  

IMAGEM E POESIA – Por José Fernando Magalhães (140)

. É PRECISO DAR TEMPO AO CONHECIMENTO     Em tempo de confinamento, De comemorações E de exemplo, É preciso dar tempo, Ao conhecimento. Nasçam dos factos, Das experiências E da memória, As interpretações, Dos artefactos, As rotinas e as

IMAGEM E POESIA – Por José Fernando Magalhães (140)

. É PRECISO DAR TEMPO AO CONHECIMENTO     Em tempo de confinamento, De comemorações E de exemplo, É preciso dar tempo, Ao conhecimento. Nasçam dos factos, Das experiências E da memória, As interpretações, Dos artefactos, As rotinas e as

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (331)

O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (106)                           . . .    

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (331)

O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (106)                           . . .    

UMA CARTA DO PORTO – IMAGEM E POESIA (139) – Por José Fernando Magalhães (330)

IMAGEM E POESIA (139)   O HOMEM QUE SE SENTA À MINHA FRENTE . . O homem que se senta à minha frente Conversa comigo de coisa nenhuma. Que espera ele que eu lhe diga? De que coisas banais poderíamos

UMA CARTA DO PORTO – IMAGEM E POESIA (139) – Por José Fernando Magalhães (330)

IMAGEM E POESIA (139)   O HOMEM QUE SE SENTA À MINHA FRENTE . . O homem que se senta à minha frente Conversa comigo de coisa nenhuma. Que espera ele que eu lhe diga? De que coisas banais poderíamos

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (329)

  O RELÓGIO DE PÉ ALTO   Jérémie Girod, Porto, é o nome que no mostrador branco esmaltado sempre me habituei a ver. No pêndulo, o velho lembra-me o meu avô materno, o cão sempre pensei que era o “Berlim”

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (329)

  O RELÓGIO DE PÉ ALTO   Jérémie Girod, Porto, é o nome que no mostrador branco esmaltado sempre me habituei a ver. No pêndulo, o velho lembra-me o meu avô materno, o cão sempre pensei que era o “Berlim”

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (328)

NO TEMPO EM QUE AINDA SE SAÍA À RUA     No tempo em que ainda se podia sair à rua, ninguém sabia o quanto isso era bom. Só apreciamos o que nos falta. As tarefas mais enfadonhas são hoje

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (328)

NO TEMPO EM QUE AINDA SE SAÍA À RUA     No tempo em que ainda se podia sair à rua, ninguém sabia o quanto isso era bom. Só apreciamos o que nos falta. As tarefas mais enfadonhas são hoje

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (327)

O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (105)   Meus Caros Amigos, a Coisa está difícil … e demorada. Espero encontrá-los, a todos sem excepção, de boa saúde, bem como aos vossos familiares. A Todos os que não tenham

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (327)

O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (105)   Meus Caros Amigos, a Coisa está difícil … e demorada. Espero encontrá-los, a todos sem excepção, de boa saúde, bem como aos vossos familiares. A Todos os que não tenham

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (326)

  O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (104)               . . .    

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (326)

  O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (104)               . . .    

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (325)

  RAUL BRANDÃO FAZ 153 ANOS HOJE Vou ser rápido. Não vos vou prender muito tempo com esta crónica, se bem que Raul Brandão bem que o merecesse, principalmente por estarmos a celebrar hoje o dia do seu aniversário. Convenhamos

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (325)

  RAUL BRANDÃO FAZ 153 ANOS HOJE Vou ser rápido. Não vos vou prender muito tempo com esta crónica, se bem que Raul Brandão bem que o merecesse, principalmente por estarmos a celebrar hoje o dia do seu aniversário. Convenhamos

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (324)

O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (103)                               RAUL BRANDÃO FAZ ANOS   . . .  

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (324)

O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (103)                               RAUL BRANDÃO FAZ ANOS   . . .  

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (323)

  AS PRAIAS E O MAR DA FOZ Memórias Foi, no já longínquo Julho de 52, o meu primeiro contacto com a Foz, com as praias, com o mar e com o mundo. Ainda o Julho se não findara quando,

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (323)

  AS PRAIAS E O MAR DA FOZ Memórias Foi, no já longínquo Julho de 52, o meu primeiro contacto com a Foz, com as praias, com o mar e com o mundo. Ainda o Julho se não findara quando,