Author Archives: José Magalhães

About José Magalhães

Escrevo e fotografo pelo imenso prazer que daí tiro
000-carta-do-porto

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (170)

ALMINHAS As alminhas são uma criação genuinamente portuguesa, sendo Portugal o único país que as possui no seu património cultural, tendo sido criadas na sequência do Concílio de Trento (1545-1563), com especial incidência a norte do rio Mondego.  Não há

000-carta-do-porto

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (170)

ALMINHAS As alminhas são uma criação genuinamente portuguesa, sendo Portugal o único país que as possui no seu património cultural, tendo sido criadas na sequência do Concílio de Trento (1545-1563), com especial incidência a norte do rio Mondego.  Não há

carta-do-porto

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (169)

O SEMINÁRIO DOS MENINOS DESAMPARADOS O Centro Juvenil de Campanhã fica na Rua Pinheiro de Campanhã, ali na esquina com a Rua de Bonjóia, mas já teve outros nomes e esteve noutros lugares.   Fundado em 6 de Janeiro de

carta-do-porto

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (169)

O SEMINÁRIO DOS MENINOS DESAMPARADOS O Centro Juvenil de Campanhã fica na Rua Pinheiro de Campanhã, ali na esquina com a Rua de Bonjóia, mas já teve outros nomes e esteve noutros lugares.   Fundado em 6 de Janeiro de

imagenspoesia1

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (92)

PARANDO O TEMPO NAS HORAS MORTAS   A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira

imagenspoesia1

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (92)

PARANDO O TEMPO NAS HORAS MORTAS   A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira

carta-do-porto

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (168)

JANTAR LITERÁRIO NA FOZ DO DOURO, PORTO   – CAMILO, EÇA e RAMALHO VIERAM JANTAR CONNOSCO – ACONTECEU no DIA 3 de FEVEREIRO, na TASCA DO BAIRRO Por iniciativa da Associação Cultural “O PROGRESSO DA FOZ” e da “FOZ LITERÁRIA”, realizou-se,

carta-do-porto

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (168)

JANTAR LITERÁRIO NA FOZ DO DOURO, PORTO   – CAMILO, EÇA e RAMALHO VIERAM JANTAR CONNOSCO – ACONTECEU no DIA 3 de FEVEREIRO, na TASCA DO BAIRRO Por iniciativa da Associação Cultural “O PROGRESSO DA FOZ” e da “FOZ LITERÁRIA”, realizou-se,

imagenspoesia1

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (91)

UM QUALQUER APREÇO Já não sou eu, Repetidor de realidades Repetidor de experiências, Esse mundo morreu! Nada faz sentido algum. Lá se foi o afecto Lá se foi a emoção Lá se foi o teu cheiro diferente Na paixão.  

imagenspoesia1

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (91)

UM QUALQUER APREÇO Já não sou eu, Repetidor de realidades Repetidor de experiências, Esse mundo morreu! Nada faz sentido algum. Lá se foi o afecto Lá se foi a emoção Lá se foi o teu cheiro diferente Na paixão.  

carta-do-porto

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (167)

O PORTO EM IMAGENS (22)                 IDEIAS BRILHANTES “TAP podia ser empresa municipal de Lisboa e fundir-se com a Carris” (uma delas) Veja as outras no vídeo   FICO CONTENTE ! (ESCREVI ISTO

carta-do-porto

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (167)

O PORTO EM IMAGENS (22)                 IDEIAS BRILHANTES “TAP podia ser empresa municipal de Lisboa e fundir-se com a Carris” (uma delas) Veja as outras no vídeo   FICO CONTENTE ! (ESCREVI ISTO

imagenspoesia1

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (90)

  Tão tão, tem tem Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém.   Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João.   E

imagenspoesia1

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (90)

  Tão tão, tem tem Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém.   Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João.   E