Author Archives: estatuadesal

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 6º Texto – Alemanha. Reformas e debates do após-Hartz IV: para uma mudança de lógica

(Odile CHAGNY, 18 de Novembro de 2018)

Desde meados da década de 2000 e da rutura  da Agenda 2010, as políticas na Alemanha em matéria de reformas do mercado de trabalho, de cuidados aos desempregados e às pessoas necessitadas, rendimentos mínimos garantidos (o emblemático subsídio “Hartz IV”) têm sido invocadas muito regularmente, para comentar e avaliar os seus efeitos no desempenho do mercado de trabalho e na capacidade de reintegrar pessoas que estão permanentemente desempregadas através de uma combinação de direitos e obrigações ou, mais recentemente, sobre o impacto dos cuidados prestados aos migrantes e refugiados nos mecanismos de solidariedade.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 6º Texto – Alemanha. Reformas e debates do após-Hartz IV: para uma mudança de lógica

(Odile CHAGNY, 18 de Novembro de 2018)

Desde meados da década de 2000 e da rutura  da Agenda 2010, as políticas na Alemanha em matéria de reformas do mercado de trabalho, de cuidados aos desempregados e às pessoas necessitadas, rendimentos mínimos garantidos (o emblemático subsídio “Hartz IV”) têm sido invocadas muito regularmente, para comentar e avaliar os seus efeitos no desempenho do mercado de trabalho e na capacidade de reintegrar pessoas que estão permanentemente desempregadas através de uma combinação de direitos e obrigações ou, mais recentemente, sobre o impacto dos cuidados prestados aos migrantes e refugiados nos mecanismos de solidariedade.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 5º Texto – A esquerda alemã e os desafios levantadas pelas migrações

(Peter Whal, 9 de Fevereiro de 2019)

Desde que a Chanceler alemã suspendeu o Acordo de Dublin em Setembro de 2015, permitindo a entrada de um milhão e meio de refugiados no país durante os dezoito meses seguintes, a questão da migração desempenhou um papel espetacular na política alemã.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 5º Texto – A esquerda alemã e os desafios levantadas pelas migrações

(Peter Whal, 9 de Fevereiro de 2019)

Desde que a Chanceler alemã suspendeu o Acordo de Dublin em Setembro de 2015, permitindo a entrada de um milhão e meio de refugiados no país durante os dezoito meses seguintes, a questão da migração desempenhou um papel espetacular na política alemã.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 4º Texto – A Alemanha – Estratégia de crescimento alemã a perder força – expõe falhas profundas na arquitetura europeia

(Bill Mitchell, 19 de Fevereiro de 2019)

Como é que se sustenta o crescimento económico quando o crescimento da produtividade do trabalho ultrapassa o crescimento do salário real, especialmente quando os governos estavam a tentar reduzir os seus défices e, consequentemente, a sua contribuição para a despesa total nas suas economias? Como é que a economia recicla a crescente participação nos lucros para ultrapassar a capacidade decrescente dos trabalhadores para consumir?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 4º Texto – A Alemanha – Estratégia de crescimento alemã a perder força – expõe falhas profundas na arquitetura europeia

(Bill Mitchell, 19 de Fevereiro de 2019)

Como é que se sustenta o crescimento económico quando o crescimento da produtividade do trabalho ultrapassa o crescimento do salário real, especialmente quando os governos estavam a tentar reduzir os seus défices e, consequentemente, a sua contribuição para a despesa total nas suas economias? Como é que a economia recicla a crescente participação nos lucros para ultrapassar a capacidade decrescente dos trabalhadores para consumir?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 3º Texto – A Alemanha – Os excedentes comerciais alemães demonstram o fracasso da zona euro

(Bill Mitchell , 24 de Abril de 2017)

Para resolver este problema (que é um enorme desequilíbrio entre poupança interna e investimento), a Alemanha necessita de uma maior procura interna e de um crescimento mais rápido dos seus salários, tanto para melhorar o desempenho muito modesto do consumo como para atrair investimentos para o mercado interno.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 3º Texto – A Alemanha – Os excedentes comerciais alemães demonstram o fracasso da zona euro

(Bill Mitchell , 24 de Abril de 2017)

Para resolver este problema (que é um enorme desequilíbrio entre poupança interna e investimento), a Alemanha necessita de uma maior procura interna e de um crescimento mais rápido dos seus salários, tanto para melhorar o desempenho muito modesto do consumo como para atrair investimentos para o mercado interno.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 2º Texto – A Alemanha – O que é que se passa com a Alemanha?

(Nick Kounis, 5 de Abril de 2019)

As autoridades alemãs poderiam fazer mais para incentivar uma transição para a procura interna, o que seria bom para a Alemanha e para a zona euro. O ponto de partida mais óbvio seria o reforço do estímulo orçamental. Na verdade, até mesmo o BCE começou a insinuar isso.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 2º Texto – A Alemanha – O que é que se passa com a Alemanha?

(Nick Kounis, 5 de Abril de 2019)

As autoridades alemãs poderiam fazer mais para incentivar uma transição para a procura interna, o que seria bom para a Alemanha e para a zona euro. O ponto de partida mais óbvio seria o reforço do estímulo orçamental. Na verdade, até mesmo o BCE começou a insinuar isso.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 1º Texto – A Grécia – Círculo dos patriotas desaparecidos – Parte B

(Olivier Delorme, 19 de Fevereiro de 2019)

O que a Grécia também mostra é que uma alternância da “esquerda radical” no contexto do euro e da UE só pode resultar na continuação e no agravamento continuado das mesmas políticas neoliberais. Porque, tal como a esquerda reformista antes dela, ela se desacredita e acaba por restaurar o poder à direita sem ter mudado nada na ordem económica e social, mas tendo acabado por desacreditar a política e a democracia: a única escolha hoje é entre o quadro europeu e a verdadeira alternância.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 1º Texto – A Grécia – Círculo dos patriotas desaparecidos – Parte B

(Olivier Delorme, 19 de Fevereiro de 2019)

O que a Grécia também mostra é que uma alternância da “esquerda radical” no contexto do euro e da UE só pode resultar na continuação e no agravamento continuado das mesmas políticas neoliberais. Porque, tal como a esquerda reformista antes dela, ela se desacredita e acaba por restaurar o poder à direita sem ter mudado nada na ordem económica e social, mas tendo acabado por desacreditar a política e a democracia: a única escolha hoje é entre o quadro europeu e a verdadeira alternância.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 1º Texto – A Grécia – Círculo dos patriotas desaparecidos – Parte A

(Olivier Delorme, 19 de Fevereiro de 2019)

Então, se na Grécia,  a Europa é paz, esta é então muito semelhante à paz dos cemitérios. E uma vez que nos disseram durante meses e em todos os tons que “a Grécia está melhor” e que os números o mostram, vejamos os números. Entre 2009 e 2017, a taxa de mortalidade caiu de 9,8 ‰ para 11 ‰, a taxa de natalidade caiu de 10,6 ‰ para 8 ‰, enquanto entre 2009 e 2015 a esperança de vida saudável caiu dois anos, de 66 para 64 anos. Tais variações nas estatísticas populacionais, que refletem mudanças que são geralmente de natureza de longo prazo, são mais parecidas com as variações dos tempos de guerra.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 1º Texto – A Grécia – Círculo dos patriotas desaparecidos – Parte A

(Olivier Delorme, 19 de Fevereiro de 2019)

Então, se na Grécia,  a Europa é paz, esta é então muito semelhante à paz dos cemitérios. E uma vez que nos disseram durante meses e em todos os tons que “a Grécia está melhor” e que os números o mostram, vejamos os números. Entre 2009 e 2017, a taxa de mortalidade caiu de 9,8 ‰ para 11 ‰, a taxa de natalidade caiu de 10,6 ‰ para 8 ‰, enquanto entre 2009 e 2015 a esperança de vida saudável caiu dois anos, de 66 para 64 anos. Tais variações nas estatísticas populacionais, que refletem mudanças que são geralmente de natureza de longo prazo, são mais parecidas com as variações dos tempos de guerra.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 12º Texto: A política monetária esgotou-se

(Martin Wolf, Abril de 2019)

Porque é que as taxas de juro são tão baixas? A hipótese de “estagnação secular” ajuda a explicá-la? O que é que essas taxas de juro baixas implicam para a provável eficácia da política monetária durante outra recessão? Que outras políticas poderiam ser tentadas, seja como alternativa à política monetária ou como forma de torná-la mais eficaz? Estas são as questões mais importantes na macroeconomia. São também extremamente controversas.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 12º Texto: A política monetária esgotou-se

(Martin Wolf, Abril de 2019)

Porque é que as taxas de juro são tão baixas? A hipótese de “estagnação secular” ajuda a explicá-la? O que é que essas taxas de juro baixas implicam para a provável eficácia da política monetária durante outra recessão? Que outras políticas poderiam ser tentadas, seja como alternativa à política monetária ou como forma de torná-la mais eficaz? Estas são as questões mais importantes na macroeconomia. São também extremamente controversas.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 11º Texto: A União Europeia à beira da desunião…

(Guillaume Berlat, 24 de Setembro de 2018)

Hoje, mais do que ontem, podemos duvidar! A crise migratória combinada com as invetivas anti-europeias de Donald Trump revelam as insuficiências e os excessos de uma Europa em dificuldades. Uma Europa com a União em perigo, (o termo de desunião seria mais adequado) cada vez mais solta como ela é, antes de uma eventual separação do corpo, ou mesmo de um divórcio total. “Paralisada face aos perigos crescentes, a União Europeia deve deixar de ser o seu melhor inimigo[2]”. Nem todos os caminhos levam a Roma… em Roma, onde a imagem do Tratado se apaga com o passar do tempo (Gérard Bellec).

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 11º Texto: A União Europeia à beira da desunião…

(Guillaume Berlat, 24 de Setembro de 2018)

Hoje, mais do que ontem, podemos duvidar! A crise migratória combinada com as invetivas anti-europeias de Donald Trump revelam as insuficiências e os excessos de uma Europa em dificuldades. Uma Europa com a União em perigo, (o termo de desunião seria mais adequado) cada vez mais solta como ela é, antes de uma eventual separação do corpo, ou mesmo de um divórcio total. “Paralisada face aos perigos crescentes, a União Europeia deve deixar de ser o seu melhor inimigo[2]”. Nem todos os caminhos levam a Roma… em Roma, onde a imagem do Tratado se apaga com o passar do tempo (Gérard Bellec).

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte C

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

Não só a Itália em relação à Alemanha e à França, mas também a Alemanha e a França em relação uma à outra, retiram hoje uma força externa da  sua fraqueza interna. A arma mais poderosa de Macron é o medo alemão de que, no final do seu mandato, o seu populismo centrista possa ser ultrapassado pelo populismo da esquerda ou da direita, ou de ambas, acabando ele tão demolido como Renzi. Merkel, por seu lado, pode defender-se das exigências francesas apontando para uma nova política interna, atando as mãos e tornando as promessas alemãs anteriores irrecuperáveis.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte C

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

Não só a Itália em relação à Alemanha e à França, mas também a Alemanha e a França em relação uma à outra, retiram hoje uma força externa da  sua fraqueza interna. A arma mais poderosa de Macron é o medo alemão de que, no final do seu mandato, o seu populismo centrista possa ser ultrapassado pelo populismo da esquerda ou da direita, ou de ambas, acabando ele tão demolido como Renzi. Merkel, por seu lado, pode defender-se das exigências francesas apontando para uma nova política interna, atando as mãos e tornando as promessas alemãs anteriores irrecuperáveis.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte B

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

Para a Alemanha, em particular, o colapso do euro pode significar o fim da bonança económica que Merkel defendeu com unhas e dentes em nome da “ideia europeia”.  Se a Itália pudesse criar a impressão de que está politicamente preparada para explodir, levando consigo o resto da zona do euro, aumentaria enormemente o seu poder de negociação europeu, assegurando assim a continuidade do financiamento estatal através do BCE e um resgate euro-alemão do seu setor bancário praticamente de graça.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte B

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

Para a Alemanha, em particular, o colapso do euro pode significar o fim da bonança económica que Merkel defendeu com unhas e dentes em nome da “ideia europeia”.  Se a Itália pudesse criar a impressão de que está politicamente preparada para explodir, levando consigo o resto da zona do euro, aumentaria enormemente o seu poder de negociação europeu, assegurando assim a continuidade do financiamento estatal através do BCE e um resgate euro-alemão do seu setor bancário praticamente de graça.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte A

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

A Europa da ideia europeia é um futuro sem passado, atrativamente inocente para um continente carregado de memórias de guerra e de genocídio. No entanto, é também um futuro sem presente: para ser aceitável para os seus diversos constituintes, só pode ser vagamente definido para que todos possam ler nele  o que quiserem. As tensões entre a diversidade nacional e a unidade supranacional não podem, portanto, ser abordadas de forma eficaz, uma vez que isso revelaria tanto o vazio da ideologia como os conflitos escondidos debaixo dela.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte A

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

A Europa da ideia europeia é um futuro sem passado, atrativamente inocente para um continente carregado de memórias de guerra e de genocídio. No entanto, é também um futuro sem presente: para ser aceitável para os seus diversos constituintes, só pode ser vagamente definido para que todos possam ler nele  o que quiserem. As tensões entre a diversidade nacional e a unidade supranacional não podem, portanto, ser abordadas de forma eficaz, uma vez que isso revelaria tanto o vazio da ideologia como os conflitos escondidos debaixo dela.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Como todos os sistemas de proteção social, os RMG são da competência exclusiva dos Estados nos termos da lei e, por conseguinte, das opções nacionais, o que explica, em especial, porque razão, tal como outros sistemas de proteção social, estes sistemas são muito diferentes de um país para outro. Os tratados europeus previam competências para a UE em matéria social, mas em questões que nunca tiveram qualquer efeito real na configuração dos RMG.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Como todos os sistemas de proteção social, os RMG são da competência exclusiva dos Estados nos termos da lei e, por conseguinte, das opções nacionais, o que explica, em especial, porque razão, tal como outros sistemas de proteção social, estes sistemas são muito diferentes de um país para outro. Os tratados europeus previam competências para a UE em matéria social, mas em questões que nunca tiveram qualquer efeito real na configuração dos RMG.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Este artigo apresenta uma leitura transversal desta edição especial sobre a evolução do rendimento mínimo garantido (RMG) desde a grande recessão de 2008-2009, em particular do nível de proteção proporcionado por estes dispositivos. Os RMG estão a tornar-se cada vez mais importantes, apesar do declínio do desemprego nos últimos anos, em parte devido ao aumento da pobreza no trabalho e às reformas que afetaram a capacidade de outros sistemas de proteção social proporcionarem rendimentos de substituição.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Este artigo apresenta uma leitura transversal desta edição especial sobre a evolução do rendimento mínimo garantido (RMG) desde a grande recessão de 2008-2009, em particular do nível de proteção proporcionado por estes dispositivos. Os RMG estão a tornar-se cada vez mais importantes, apesar do declínio do desemprego nos últimos anos, em parte devido ao aumento da pobreza no trabalho e às reformas que afetaram a capacidade de outros sistemas de proteção social proporcionarem rendimentos de substituição.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte C)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Entre 2009 e 2015, as despesas de saúde pública per capita diminuíram em termos reais na Grécia (-37,7%), Portugal (-16,2%), Espanha (-8,0%), Itália (-7,4%), Irlanda (-6,9%), e diminuíram 0,2% nos Países Baixos, uma queda acentuada em relação ao período anterior de forte crescimento (ver abaixo). Também diminuíram durante o período 2009-2012 na Islândia, na Dinamarca e no Reino Unido. Nos outros países onde não diminuíram, a rutura pode também ter sido forte, muitas vezes com taxas de crescimento reduzidas para níveis nunca antes conhecidos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte C)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Entre 2009 e 2015, as despesas de saúde pública per capita diminuíram em termos reais na Grécia (-37,7%), Portugal (-16,2%), Espanha (-8,0%), Itália (-7,4%), Irlanda (-6,9%), e diminuíram 0,2% nos Países Baixos, uma queda acentuada em relação ao período anterior de forte crescimento (ver abaixo). Também diminuíram durante o período 2009-2012 na Islândia, na Dinamarca e no Reino Unido. Nos outros países onde não diminuíram, a rutura pode também ter sido forte, muitas vezes com taxas de crescimento reduzidas para níveis nunca antes conhecidos.