Author Archives: estatuadesal

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 6. Esta foi a pior semana para o mercado de ações desde a crise financeira de 2008

(Por Michael Snyder, 22 de Dezembro de 2018)

Uma coisa semelhante está a acontecer  na Europa, onde as ações estão no ritmo do seu pior ano desde 2008.  Estamos a assistir  a um verdadeiro colapso global, e milhões de milhões de dólares de riqueza em ativos  estão a ser levados pela água abaixo.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 6. Esta foi a pior semana para o mercado de ações desde a crise financeira de 2008

(Por Michael Snyder, 22 de Dezembro de 2018)

Uma coisa semelhante está a acontecer  na Europa, onde as ações estão no ritmo do seu pior ano desde 2008.  Estamos a assistir  a um verdadeiro colapso global, e milhões de milhões de dólares de riqueza em ativos  estão a ser levados pela água abaixo.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 5. O perigo do poder não controlado e outras lições de Versailles

(Editado por Gonzalo Raffo, 05 de Janeiro de 2019)

As nações vitoriosas da primeira guerra mundial não estavam preparadas para a paz, escreve Margaret MacMillan no seu livro Peacemakers Six Months that Changed The World, que é hoje autoridade nesta matéria. Mas os impérios russo, otomano e Austro-Húngaro tinham sido dissolvidos e a Alemanha tinha sido derrotada, de modo que repentinamente havia fronteiras a redesenhar.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 5. O perigo do poder não controlado e outras lições de Versailles

(Editado por Gonzalo Raffo, 05 de Janeiro de 2019)

As nações vitoriosas da primeira guerra mundial não estavam preparadas para a paz, escreve Margaret MacMillan no seu livro Peacemakers Six Months that Changed The World, que é hoje autoridade nesta matéria. Mas os impérios russo, otomano e Austro-Húngaro tinham sido dissolvidos e a Alemanha tinha sido derrotada, de modo que repentinamente havia fronteiras a redesenhar.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 4. Pela segunda vez, como farsa: Governantes do mundo, leiam Karl Marx!

(Editado por Gonzalo Raffo, 03 de Janeiro de 2018)

Marx  pensou que o capitalismo tinha uma tendência para o monopólio, já que os capitalistas bem-sucedidos expulsam os seus rivais mais fracos do negócio, num prelúdio à extração de rendas monopolistas. Mais uma vez, esta parece ser uma descrição razoável do mundo empresarial  que está a ser moldado pela globalização e pela Internet. As maiores empresas do mundo não só estão a crescer em termos absolutos como também estão a transformar enormes números de pequenas empresas em meros apêndices.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 4. Pela segunda vez, como farsa: Governantes do mundo, leiam Karl Marx!

(Editado por Gonzalo Raffo, 03 de Janeiro de 2018)

Marx  pensou que o capitalismo tinha uma tendência para o monopólio, já que os capitalistas bem-sucedidos expulsam os seus rivais mais fracos do negócio, num prelúdio à extração de rendas monopolistas. Mais uma vez, esta parece ser uma descrição razoável do mundo empresarial  que está a ser moldado pela globalização e pela Internet. As maiores empresas do mundo não só estão a crescer em termos absolutos como também estão a transformar enormes números de pequenas empresas em meros apêndices.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 3. Investidores alertados: prepararem-se para a existência de mais turbulência nos mercados

(Editado por Gonzalo Raffo, 30 de Dezembro de 2018)

Os investidores devem estar preparados para mais turbulências nos mercados  ao  estilo “de Outubro vermelho” em 2019, já que a política monetária mais restritiva dos EUA repercute-se mais uma vez sobre as cotações das obrigações e mina ainda mais o apoio aos mercados financeiros, de acordo com o especialista  de títulos de rendimento fixo à escala global,  da Franklin Templeton.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 3. Investidores alertados: prepararem-se para a existência de mais turbulência nos mercados

(Editado por Gonzalo Raffo, 30 de Dezembro de 2018)

Os investidores devem estar preparados para mais turbulências nos mercados  ao  estilo “de Outubro vermelho” em 2019, já que a política monetária mais restritiva dos EUA repercute-se mais uma vez sobre as cotações das obrigações e mina ainda mais o apoio aos mercados financeiros, de acordo com o especialista  de títulos de rendimento fixo à escala global,  da Franklin Templeton.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 2. O círculo vicioso italiano

(Por Victor Hill, in Master Investor, 07 de Dezembro de 2018)

O círculo vicioso italiano, (“Doom Loop” ) a interdependência italiana entre a banca em dificuldades e o governo endividado, é o termo utilizado pelo Banco Mundial para descrever a co-dependência entre os governos altamente endividados e os bancos, muitas vezes frágeis, que detêm as suas obrigações. A Itália não é o único país nesta situação, escreve Victor Hill.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 2. O círculo vicioso italiano

(Por Victor Hill, in Master Investor, 07 de Dezembro de 2018)

O círculo vicioso italiano, (“Doom Loop” ) a interdependência italiana entre a banca em dificuldades e o governo endividado, é o termo utilizado pelo Banco Mundial para descrever a co-dependência entre os governos altamente endividados e os bancos, muitas vezes frágeis, que detêm as suas obrigações. A Itália não é o único país nesta situação, escreve Victor Hill.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 1.Noticias da Eurolândia – Recessão iminente

. (Por Victor Hill, 30 de Novembro de 2018)

Em toda a Europa, e particularmente na zona euro de 18 membros, as notícias económicas são sombrias. Está agora claro que a crise do crédito nos mercados emergentes, que se prolongou durante a maior parte deste ano, mais a desaceleração que se verificou na China, estão a ter consequências negativas na Europa. No entanto, apesar do trauma que se tem estado a viver com o Brexit, o Reino Unido está-se a movimentar de forma relativamente suave – por enquanto.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 1.Noticias da Eurolândia – Recessão iminente

. (Por Victor Hill, 30 de Novembro de 2018)

Em toda a Europa, e particularmente na zona euro de 18 membros, as notícias económicas são sombrias. Está agora claro que a crise do crédito nos mercados emergentes, que se prolongou durante a maior parte deste ano, mais a desaceleração que se verificou na China, estão a ter consequências negativas na Europa. No entanto, apesar do trauma que se tem estado a viver com o Brexit, o Reino Unido está-se a movimentar de forma relativamente suave – por enquanto.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho – uma análise país a país. O problema do sub-emprego Escondido no Japão. Parte (2/7)

(Philip Lachowycz, Setembro de 2014)
.
O grau de desajustamento no mercado de trabalho japonês, com um excesso de oferta de empregos a tempo parcial e um excesso de procura de empregos a tempo integral, é evidente nas taxas de salários. Nos últimos 15 anos, os salários por hora oferecidos para o trabalho a tempo parcial têm aumentado, enquanto os salários por hora oferecidos para o trabalho a tempo inteiro têm uma clara tendência descendente.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho – uma análise país a país. O problema do sub-emprego Escondido no Japão. Parte (2/7)

(Philip Lachowycz, Setembro de 2014)
.
O grau de desajustamento no mercado de trabalho japonês, com um excesso de oferta de empregos a tempo parcial e um excesso de procura de empregos a tempo integral, é evidente nas taxas de salários. Nos últimos 15 anos, os salários por hora oferecidos para o trabalho a tempo parcial têm aumentado, enquanto os salários por hora oferecidos para o trabalho a tempo inteiro têm uma clara tendência descendente.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Japão. Pleno emprego sobre o mercado de trabalho japonês e a realidade – Parte (1/7)

(Amelie Marie in Tokyo, Junho 2015)

Assim, o quase pleno emprego é dito estar  “de retorno ”  no  Japão, graças à implementação de uma política flexível sobre a legislação laboral, bem como ao aumento massivo de  de postos de trabalho precários. As empresas japonesas cada vez mais indisponíveis para assinar contratos de duração indeterminada CDI, recorrem cada vez mais a trabalho irregular, freeter e haken.  

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Japão. Pleno emprego sobre o mercado de trabalho japonês e a realidade – Parte (1/7)

(Amelie Marie in Tokyo, Junho 2015)

Assim, o quase pleno emprego é dito estar  “de retorno ”  no  Japão, graças à implementação de uma política flexível sobre a legislação laboral, bem como ao aumento massivo de  de postos de trabalho precários. As empresas japonesas cada vez mais indisponíveis para assinar contratos de duração indeterminada CDI, recorrem cada vez mais a trabalho irregular, freeter e haken.  

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Introdução: Da Europa para o mundo: a corrida geral para o fundo – Parte II

(Lucia Pradella, 01/09/2015)

Diante de uma pressão crescente tanto na produção de alta como de baixa  tecnologia, desde o início dos anos 2000, a UE perdeu participação de mercado nos BRICS, e na China em particular, que se tornou o maior exportador de bens e está a subir na  cadeia de valor. Assim, mesmo que a deslocalização da produção para países de baixos salários seja fundamental para a competitividade das empresas da Europa Ocidental, o aumento da China e de outros países asiáticos está a criar dificuldades nas economias mais fracas da UE.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Introdução: Da Europa para o mundo: a corrida geral para o fundo – Parte II

(Lucia Pradella, 01/09/2015)

Diante de uma pressão crescente tanto na produção de alta como de baixa  tecnologia, desde o início dos anos 2000, a UE perdeu participação de mercado nos BRICS, e na China em particular, que se tornou o maior exportador de bens e está a subir na  cadeia de valor. Assim, mesmo que a deslocalização da produção para países de baixos salários seja fundamental para a competitividade das empresas da Europa Ocidental, o aumento da China e de outros países asiáticos está a criar dificuldades nas economias mais fracas da UE.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Introdução: Da Europa para o mundo: a corrida geral para o fundo – Parte I

(Lucia Pradella, 01/09/2015)

O expansionismo económico e militar que é parte integrante da acumulação de capital — permite o crescimento do exército de reserva global de trabalho explorável através de investimento estrangeiro ou migração. Uma maior oferta de trabalho permite que o capital diminua os salários e prolongue o dia de trabalho, reduzindo a procura  por novos trabalhadores e aumentando ainda mais a oferta laboral, num  círculo vicioso de excesso de trabalho e sub/desemprego que se desenrola agora a  uma escala global.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Introdução: Da Europa para o mundo: a corrida geral para o fundo – Parte I

(Lucia Pradella, 01/09/2015)

O expansionismo económico e militar que é parte integrante da acumulação de capital — permite o crescimento do exército de reserva global de trabalho explorável através de investimento estrangeiro ou migração. Uma maior oferta de trabalho permite que o capital diminua os salários e prolongue o dia de trabalho, reduzindo a procura  por novos trabalhadores e aumentando ainda mais a oferta laboral, num  círculo vicioso de excesso de trabalho e sub/desemprego que se desenrola agora a  uma escala global.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte III

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A uberização, que introduz uma relação de trabalho distanciada entre comanditários do trabalho e trabalhadores através de plataformas digitais, é baseada na ausência de subordinação para escapar às restrições legais que acompanham essa mesma subordinação. Os trabalhadores que são governados por esta lógica proclamam a sua liberdade, a sua independência, a sua capacidade em decidir dos seus horários, do seu tempo de trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte III

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A uberização, que introduz uma relação de trabalho distanciada entre comanditários do trabalho e trabalhadores através de plataformas digitais, é baseada na ausência de subordinação para escapar às restrições legais que acompanham essa mesma subordinação. Os trabalhadores que são governados por esta lógica proclamam a sua liberdade, a sua independência, a sua capacidade em decidir dos seus horários, do seu tempo de trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte II

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A modernização dos processos de gestão que se quer ser  portadora da humanização do trabalho, que afirma a sua rutura com o taylorismo, inventou uma nova forma de trabalho que tem muitos aspetos preocupantes. A lógica taylorista não desapareceu, mas foi repensada e metamorfoseada. Agora pretende ser incorporado em ferramentas disponibilizadas para assalariados que devem mobilizá-las com consciência em função de situações flutuantes, mesmo que sejam contrários aos seus valores de profissão, aos seus valores profissionais.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte II

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A modernização dos processos de gestão que se quer ser  portadora da humanização do trabalho, que afirma a sua rutura com o taylorismo, inventou uma nova forma de trabalho que tem muitos aspetos preocupantes. A lógica taylorista não desapareceu, mas foi repensada e metamorfoseada. Agora pretende ser incorporado em ferramentas disponibilizadas para assalariados que devem mobilizá-las com consciência em função de situações flutuantes, mesmo que sejam contrários aos seus valores de profissão, aos seus valores profissionais.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte I

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O desejo de promover uma organização do trabalho que possa funcionar de forma independente dos estados de alma, da boa ou a má vontade dos trabalhadores, mas de acordo com os únicos critérios de eficiência e lucratividade desejados pelo empregador é, portanto, o motor real do taylorismo.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte I

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O desejo de promover uma organização do trabalho que possa funcionar de forma independente dos estados de alma, da boa ou a má vontade dos trabalhadores, mas de acordo com os únicos critérios de eficiência e lucratividade desejados pelo empregador é, portanto, o motor real do taylorismo.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte II

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Se o patronato está  em grande parte na  ofensiva sobre a questão da duração da jornada de trabalho, é-se obrigado a verificar que este não é o caso dos assalariados. Há muitas lutas de resistência sobre esta questão, e a luta dos trabalhadores. Existem muitas lutas de resistência sobre esta questão e a luta dos trabalhadores do comércio contra a extensão do trabalho aos domingos é um exemplo famoso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte II

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Se o patronato está  em grande parte na  ofensiva sobre a questão da duração da jornada de trabalho, é-se obrigado a verificar que este não é o caso dos assalariados. Há muitas lutas de resistência sobre esta questão, e a luta dos trabalhadores. Existem muitas lutas de resistência sobre esta questão e a luta dos trabalhadores do comércio contra a extensão do trabalho aos domingos é um exemplo famoso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte I

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Pode-se pois calcular, as sérias consequências sobre o tempo de trabalho e os salários. Num contexto de desemprego em massa e relações de poder degradadas, será difícil para os sindicatos oporem-se a esta extensão do horário de trabalho. A oportunidade está agora aberta para impor na prática estes aumentos de horas de trabalho em todas as empresas, enquanto que outrora os “acordos de manutenção dos contratos de trabalho” eram, pelo menos em teoria, reservados a empresas em dificuldade.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte I

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Pode-se pois calcular, as sérias consequências sobre o tempo de trabalho e os salários. Num contexto de desemprego em massa e relações de poder degradadas, será difícil para os sindicatos oporem-se a esta extensão do horário de trabalho. A oportunidade está agora aberta para impor na prática estes aumentos de horas de trabalho em todas as empresas, enquanto que outrora os “acordos de manutenção dos contratos de trabalho” eram, pelo menos em teoria, reservados a empresas em dificuldade.