Category Archives: Psicologia

CONTOS & CRÓNICAS – SALVADOR, por Hélder Mateus da COSTA

  Salvador Não há que fugir à realidade. A canção foi um êxito e o entusiasmo popular fez -se. Porquê? O cantor disse que a música, a Arte, a Cultura são beleza e sentimento e não fogo de artifício; a

CONTOS & CRÓNICAS – SALVADOR, por Hélder Mateus da COSTA

  Salvador Não há que fugir à realidade. A canção foi um êxito e o entusiasmo popular fez -se. Porquê? O cantor disse que a música, a Arte, a Cultura são beleza e sentimento e não fogo de artifício; a

MUNDO É INFINITO… por Luísa Lobão Moniz

O Mundo é infinito…mas o Mundo por si só não existe. O Mundo comporta a existência de vários e diferentes mundos. Timor não é Açores, Açores não é N.Y. Timor não é igual no seu interior, nem os Açores, nem

MUNDO É INFINITO… por Luísa Lobão Moniz

O Mundo é infinito…mas o Mundo por si só não existe. O Mundo comporta a existência de vários e diferentes mundos. Timor não é Açores, Açores não é N.Y. Timor não é igual no seu interior, nem os Açores, nem

A IDEIA -Textos e escolhas de António Cândido Franco – CORRESPONDÊNCIA DE LUIZ PACHECO PARA JOSÉ CARDOSO PIRES SOBRE SADE

No momento da revisão de provas do prefácio à edição portuguesa da Filosofia na Alcofa de Sade, que apareceu em livro no final de Março de 1966, na casa editora de Ribeiro de Mello, Afrodite, dando lugar de imediato a

A IDEIA -Textos e escolhas de António Cândido Franco – CORRESPONDÊNCIA DE LUIZ PACHECO PARA JOSÉ CARDOSO PIRES SOBRE SADE

No momento da revisão de provas do prefácio à edição portuguesa da Filosofia na Alcofa de Sade, que apareceu em livro no final de Março de 1966, na casa editora de Ribeiro de Mello, Afrodite, dando lugar de imediato a

A GALIZA COMO TAREFA – adeus aznarismo, adeus, 1 – Ernesto V. Souza

Pela calada e devagarinho o Presidente Rajoy foi afastando-se, anulando, eliminando a presença e legado  de José Maria Aznar, o seu antecessor no PP e na fação conservadora do Governo da Espanha. Sem o declarar -mas é hoje evidente, após os

A GALIZA COMO TAREFA – adeus aznarismo, adeus, 1 – Ernesto V. Souza

Pela calada e devagarinho o Presidente Rajoy foi afastando-se, anulando, eliminando a presença e legado  de José Maria Aznar, o seu antecessor no PP e na fação conservadora do Governo da Espanha. Sem o declarar -mas é hoje evidente, após os

A GALIZA COMO TAREFA – mimetismos – Ernesto V. Souza

Hoje por hoje e pela mão dos estudos pós-coloniais, as ideias principais de Homi K. Bhabha ocupam um lugar central e explicam, no imaginário das literaturas em espaços conflituosos, os mais dos conceitos como pugnas ou fases de pugnas entre visões

A GALIZA COMO TAREFA – mimetismos – Ernesto V. Souza

Hoje por hoje e pela mão dos estudos pós-coloniais, as ideias principais de Homi K. Bhabha ocupam um lugar central e explicam, no imaginário das literaturas em espaços conflituosos, os mais dos conceitos como pugnas ou fases de pugnas entre visões

A Galiza como tarefa – catastrófica contrastiva – Ernesto V. Souza

A alma anda nestes inventos porque non lle abonda o que é como é do mundo. A. Cunqueiro Contemplando à realidade derivar para cenários próprios dos anos vinte e trinta do século passado; essa realidade na que não tenho como

A Galiza como tarefa – catastrófica contrastiva – Ernesto V. Souza

A alma anda nestes inventos porque non lle abonda o que é como é do mundo. A. Cunqueiro Contemplando à realidade derivar para cenários próprios dos anos vinte e trinta do século passado; essa realidade na que não tenho como

A GALIZA COMO TAREFA – passou a romaria – Ernesto V. Souza

Carlos Calvo Varela, jornalista, antropólogo e preso político por causa de rocambolescos acasos e da errática estratégia propagandista dos governos conservadores, é, hoje por hoje, e como temos destacado nestas páginas um dos mais notáveis observadores da delirante quotidianidade que

A GALIZA COMO TAREFA – passou a romaria – Ernesto V. Souza

Carlos Calvo Varela, jornalista, antropólogo e preso político por causa de rocambolescos acasos e da errática estratégia propagandista dos governos conservadores, é, hoje por hoje, e como temos destacado nestas páginas um dos mais notáveis observadores da delirante quotidianidade que