Category Archives: Psicologia

A GALIZA COMO TAREFA – nada de dramas – Ernesto V. Souza

Apanhou-me a mudança de Governo da Espanha desenferrujando uma velha pá de jardim e mangando-a de novo com uma madeira de reciclagem topada na rua. Serras, plaina, limas e lixa. Agora está pronta, de cabo bem firme e pintadinha, transformada

A GALIZA COMO TAREFA – nada de dramas – Ernesto V. Souza

Apanhou-me a mudança de Governo da Espanha desenferrujando uma velha pá de jardim e mangando-a de novo com uma madeira de reciclagem topada na rua. Serras, plaina, limas e lixa. Agora está pronta, de cabo bem firme e pintadinha, transformada

MELANCOLIA por Luísa Lobão Moniz

  Há um estado de alma que não sabemos muito bem como descreve-lo. Por vezes, o corpo pára e ficamos vazios, nem sabemos bem porquê, só sabemos que desapareceu do nosso olhar, que já não se senta na mesma cadeira,

MELANCOLIA por Luísa Lobão Moniz

  Há um estado de alma que não sabemos muito bem como descreve-lo. Por vezes, o corpo pára e ficamos vazios, nem sabemos bem porquê, só sabemos que desapareceu do nosso olhar, que já não se senta na mesma cadeira,

A GALIZA COMO TAREFA – oblomovismo – Ernesto V. Souza

Em 1859, Ivan Alexandrovitch Gontcharov, após uma década de escrita, publicou Oblomov, esse genial romance que figura entre os maiores clássicos da literatura e no que perfilou a legendária personagem que lhe dá nome. A história gira arredor da figura

A GALIZA COMO TAREFA – oblomovismo – Ernesto V. Souza

Em 1859, Ivan Alexandrovitch Gontcharov, após uma década de escrita, publicou Oblomov, esse genial romance que figura entre os maiores clássicos da literatura e no que perfilou a legendária personagem que lhe dá nome. A história gira arredor da figura

SÃO ADOLESCENTES por Luísa Lobão Moniz

A criança que era considerada como um ser acabado, mas mais pequeno do que os adultos, acaba por ser reconhecida como um ser com identidade própria construída pela vinculação à mãe, ou a quem gosta dela, e pelo meio que

SÃO ADOLESCENTES por Luísa Lobão Moniz

A criança que era considerada como um ser acabado, mas mais pequeno do que os adultos, acaba por ser reconhecida como um ser com identidade própria construída pela vinculação à mãe, ou a quem gosta dela, e pelo meio que

CONTOS & CRÓNICAS – CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – DESCUBRA AS DIFERENÇAS

    Tenho a teoria de que mesmo os piores bandidos da política, os gangsters e os alarves ultra-reaccionários que o povo costuma eleger, feliz e confiante, não têm necessariamente de ser inteligentes nem cultos. Dizem e fazem asneiras e

CONTOS & CRÓNICAS – CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – DESCUBRA AS DIFERENÇAS

    Tenho a teoria de que mesmo os piores bandidos da política, os gangsters e os alarves ultra-reaccionários que o povo costuma eleger, feliz e confiante, não têm necessariamente de ser inteligentes nem cultos. Dizem e fazem asneiras e

FRATERNIZAR – CLÉRIGOS: Programados para manter tolhidas e submissas as populações – por MÁRIO DE OLIVEIRA

  Ainda não se pensava sequer na possibilidade de um dia haver computadores programados para executar automaticamente tarefas em dias e horas previamente determinados e já o cristianismo, desde que se alojou nas mentes consciências dos seus clérigos o fazia,

FRATERNIZAR – CLÉRIGOS: Programados para manter tolhidas e submissas as populações – por MÁRIO DE OLIVEIRA

  Ainda não se pensava sequer na possibilidade de um dia haver computadores programados para executar automaticamente tarefas em dias e horas previamente determinados e já o cristianismo, desde que se alojou nas mentes consciências dos seus clérigos o fazia,

CONTOS & CRÓNICAS – SALVADOR, por HÉLDER MATEUS DA COSTA

Salvador Não há que fugir à realidade. A canção foi um êxito e o entusiasmo popular fez -se. Porquê? O cantor disse que a música, a Arte, a Cultura são beleza e sentimento e não fogo de artifício; a irmã

CONTOS & CRÓNICAS – SALVADOR, por HÉLDER MATEUS DA COSTA

Salvador Não há que fugir à realidade. A canção foi um êxito e o entusiasmo popular fez -se. Porquê? O cantor disse que a música, a Arte, a Cultura são beleza e sentimento e não fogo de artifício; a irmã

MUNDO É INFINITO… por Luísa Lobão Moniz

O Mundo é infinito…mas o Mundo por si só não existe. O Mundo comporta a existência de vários e diferentes mundos. Timor não é Açores, Açores não é N.Y. Timor não é igual no seu interior, nem os Açores, nem

MUNDO É INFINITO… por Luísa Lobão Moniz

O Mundo é infinito…mas o Mundo por si só não existe. O Mundo comporta a existência de vários e diferentes mundos. Timor não é Açores, Açores não é N.Y. Timor não é igual no seu interior, nem os Açores, nem

A IDEIA -Textos e escolhas de António Cândido Franco – CORRESPONDÊNCIA DE LUIZ PACHECO PARA JOSÉ CARDOSO PIRES SOBRE SADE

No momento da revisão de provas do prefácio à edição portuguesa da Filosofia na Alcofa de Sade, que apareceu em livro no final de Março de 1966, na casa editora de Ribeiro de Mello, Afrodite, dando lugar de imediato a

A IDEIA -Textos e escolhas de António Cândido Franco – CORRESPONDÊNCIA DE LUIZ PACHECO PARA JOSÉ CARDOSO PIRES SOBRE SADE

No momento da revisão de provas do prefácio à edição portuguesa da Filosofia na Alcofa de Sade, que apareceu em livro no final de Março de 1966, na casa editora de Ribeiro de Mello, Afrodite, dando lugar de imediato a

A GALIZA COMO TAREFA – adeus aznarismo, adeus, 1 – Ernesto V. Souza

Pela calada e devagarinho o Presidente Rajoy foi afastando-se, anulando, eliminando a presença e legado  de José Maria Aznar, o seu antecessor no PP e na fação conservadora do Governo da Espanha. Sem o declarar -mas é hoje evidente, após os

A GALIZA COMO TAREFA – adeus aznarismo, adeus, 1 – Ernesto V. Souza

Pela calada e devagarinho o Presidente Rajoy foi afastando-se, anulando, eliminando a presença e legado  de José Maria Aznar, o seu antecessor no PP e na fação conservadora do Governo da Espanha. Sem o declarar -mas é hoje evidente, após os

A GALIZA COMO TAREFA – mimetismos – Ernesto V. Souza

Hoje por hoje e pela mão dos estudos pós-coloniais, as ideias principais de Homi K. Bhabha ocupam um lugar central e explicam, no imaginário das literaturas em espaços conflituosos, os mais dos conceitos como pugnas ou fases de pugnas entre visões

A GALIZA COMO TAREFA – mimetismos – Ernesto V. Souza

Hoje por hoje e pela mão dos estudos pós-coloniais, as ideias principais de Homi K. Bhabha ocupam um lugar central e explicam, no imaginário das literaturas em espaços conflituosos, os mais dos conceitos como pugnas ou fases de pugnas entre visões

A Galiza como tarefa – catastrófica contrastiva – Ernesto V. Souza

A alma anda nestes inventos porque non lle abonda o que é como é do mundo. A. Cunqueiro Contemplando à realidade derivar para cenários próprios dos anos vinte e trinta do século passado; essa realidade na que não tenho como

A Galiza como tarefa – catastrófica contrastiva – Ernesto V. Souza

A alma anda nestes inventos porque non lle abonda o que é como é do mundo. A. Cunqueiro Contemplando à realidade derivar para cenários próprios dos anos vinte e trinta do século passado; essa realidade na que não tenho como