Author Archives: carlosloures

O MAPA (A saga do anadel/77) – por Carlos Loures

Que fazias ali? – Perguntou Lourenço. – Ia levar-lhe a informação sobre a chegada da San Miguel. Mas Julián ou outro, já lá tinha estado e assassinado – Lourenço comentou:          – Um assassino e um traidor – Porém, Jan

O MAPA (A saga do anadel/77) – por Carlos Loures

Que fazias ali? – Perguntou Lourenço. – Ia levar-lhe a informação sobre a chegada da San Miguel. Mas Julián ou outro, já lá tinha estado e assassinado – Lourenço comentou:          – Um assassino e um traidor – Porém, Jan

antónio cândido franco

A IDEIA . Textos e escolhas de António Cândido Franco – A CORRESPONDÊNCIA INÉTIDA DE PACHECO PARA NATÁLIA

A correspondência de Luiz Pacheco para Natália Correia hoje conhecida está toda ao que sabemos inédita e encontra-se depositada na biblioteca pública de Ponta Delgada no espólio de Natália Correia. São vinte e oito peças – 15 cartas e 13

antónio cândido franco

A IDEIA . Textos e escolhas de António Cândido Franco – A CORRESPONDÊNCIA INÉTIDA DE PACHECO PARA NATÁLIA

A correspondência de Luiz Pacheco para Natália Correia hoje conhecida está toda ao que sabemos inédita e encontra-se depositada na biblioteca pública de Ponta Delgada no espólio de Natália Correia. São vinte e oito peças – 15 cartas e 13

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EDITORIAL – O Carnaval, animal em vias de extinção

Festividade integrada no calendário litúrgico da igreja católica, mas recuperada da tradição pagã, o Carnaval é entre nós um animal em vias de extinção. Celebrado no princípio do século passado com uma alegria grosseira e anti-higiénica, foi definhando e o seu habitat

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EDITORIAL – O Carnaval, animal em vias de extinção

Festividade integrada no calendário litúrgico da igreja católica, mas recuperada da tradição pagã, o Carnaval é entre nós um animal em vias de extinção. Celebrado no princípio do século passado com uma alegria grosseira e anti-higiénica, foi definhando e o seu habitat

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EDITORIAL – Enquanto o dinheiro circular…

O grande problema do capitalismo é o capital – esta verdade que poderia ser incluída na classe da que um general francês inspirou porque, segundo diziam os seus soldados, «um quarto de hora antes de morrer ainda estava vivo». é indiscutível

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EDITORIAL – Enquanto o dinheiro circular…

O grande problema do capitalismo é o capital – esta verdade que poderia ser incluída na classe da que um general francês inspirou porque, segundo diziam os seus soldados, «um quarto de hora antes de morrer ainda estava vivo». é indiscutível

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O MAPA (A saga do anadel/75) – um aliado inesperado – por Carlos Loures

Lourenço nunca imaginara poder ser ajudado pelo feroz beleguim Diogo. Quanto a Jan Peter, sempre o vira como elemento hostil. Supusera que, embora ao corrente da missão e dalgum modo a ela ligado, a pretendia impedir ou prejudicar. O flamengo

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O MAPA (A saga do anadel/75) – um aliado inesperado – por Carlos Loures

Lourenço nunca imaginara poder ser ajudado pelo feroz beleguim Diogo. Quanto a Jan Peter, sempre o vira como elemento hostil. Supusera que, embora ao corrente da missão e dalgum modo a ela ligado, a pretendia impedir ou prejudicar. O flamengo

25-joseafonso

EDITORIAL – ZECA, SEMPRE!

Passa hoje o 30º aniversário da morte de José Afonso. Não terá havido na história da música popular portuguesa do século XX figura comparável à do Zeca. Talvez, no plano estritamente musical, possamos dizer que Amália Rodrigues atingiu um patamar

25-joseafonso

EDITORIAL – ZECA, SEMPRE!

Passa hoje o 30º aniversário da morte de José Afonso. Não terá havido na história da música popular portuguesa do século XX figura comparável à do Zeca. Talvez, no plano estritamente musical, possamos dizer que Amália Rodrigues atingiu um patamar

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O MAPA (A saga do anadel/73) – por CARLOS LOURES

Procurando não fazer ruído, Lourenço entreabriu a porta e, pela fresta, pôde observar, iluminada por numerosas velas, candeias e archotes, uma cena que muito lhe desagradou: no centro da sala, em redor de uma mesa, sentavam-se, sorrindo, com o ar

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O MAPA (A saga do anadel/73) – por CARLOS LOURES

Procurando não fazer ruído, Lourenço entreabriu a porta e, pela fresta, pôde observar, iluminada por numerosas velas, candeias e archotes, uma cena que muito lhe desagradou: no centro da sala, em redor de uma mesa, sentavam-se, sorrindo, com o ar