A BARRACA – ENCONTROS IMAGINÁRIOS – HOJE, em Lisboa

Encontros Imaginários nº 39: 26 de Novembro

D. JOÃO VI, o Rei português de vida pública difícil – chegou a Rei porque o irmão José foi assassinado e a sua mãe enlouqueceu – ou fizeram-na enlouquecer) , e de vida privada ainda mais infeliz devido ao casamento com Carlota Joaquina, foi um Rei amado no Brasil e que no regresso a Portugal votou a Constituição liberal, pondo fim ao Absolutismo. E pagou acom a vida esse acto, morrendo envenenado anos mais tarde. Mas Raul Brandão, na obra-prima ” El-Rei Junot”, escreveu a seu respeito:

-“ fêz neste mundo o bem que pôde. Foi ele quem povoou o mar do Brasil de sardinha para os pobres comerem com pão…é o melhor homem da sua época e, sob o grotesco, encontra-se uma grande beleza escondida, sumida, escarnecida…”.

Com MOLIÈRE vemos chegar uma figura grande do teatro, um nome que criou peças inesquecíveis e de uma realidade Universal. A sua comédia satirica, o que denunciava? os interesses mesquinhos, o desejo de ascensão social a qualquer preço, a ganancia pelo dinheiro, o falso amor que era usado para casamentos de conveniência, a hipocrisia das relações humanas…

E para terminar a mesa de debate, um herói da América Latina, EMILIANO ZAPATA, o defensor e guerrilheiro dos camponeses que foi assassinado numa emboscada em que foi traído. Mas o seu nome perdura e continua a ser o emblema da bandeira da revolta. Por isso, existe o movimento camponês Zapatista, lutando nas suas terras Mexicanas.

D. João VI – Sérgio Moras
Molière – Adérito Lopes
Zapata – Jan Gomes

 

 

 

 

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