Discípulo do parnasianismo francês que se opunha ao intimismo dos autores ultra-românticos, passou de um certo exotismo de circunstância (“Líricas e Bucólias”, 1883) à nostalgia da pátria, experimentada como diplomata na Suécia: “Ilha dos Amores” (1894) e “Sol de Inverno” (1922, ed. póstuma).