Poeta e agrónomo, viveu muitos anos em Timor, publicando algumas monografias sobre a então colónia. A sua poesia revela o fascínio pela ilha edénica (Timor ou S. Tomé). Deixou uma vasta obra poética, de que se destacam os volumes “Ossobó” (1936), “Nós não somos deste Mundo” (1941), “Anoitecendo a Vida recomeça” (1952), “Sete Septetos” (1967), “Borda d’Alma” (1973), “Timor-Amor” (1974), “Manhã Imensa” (1984).