SAIU O NÚMERO 74 DE “FINISTERRA”

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Finisterra, Revista de Reflexão e Crítica, dirigida por Eduardo Lourenço, apresenta agoraa o número 74, em edição da Âncora. Finisterra começou a publicar-se no já distanteImagem1 Inverno de 1989. E o seu director num dos artigos fundacionais traçava as perspectivas para “O Socialismo do Futuro”, tema que abrangia todo o número 1, com textos de Eduardo Prado Coelho, Fernando Pereira Marques, António Reis, Guilherme d’Oliveira Martins, Eduardo Ferro Rodrigues, Detlev Albers, Manuel Escudero e Vítor Constâncio. O mesmo tema –  «O Socialismo do Futuro” – fora objecto de um seminário organizado, em Maio de 1988, pelo Gabinete de Estudos do Partido Socialista e pela Fundação Friedrich Ebert. Os textos que se publicaram no primeiro número de Finisterra foram as comunicações que preencheram os diversos painéis do seminário.

No seu texto de abertura, Eduardo Lourenço refere o Desengano que,a história do Socialismo, nas suas diversas propostas, tem representado para os socialistas, “uma viagem entre a euforia artificial e o desencanto puro”. E por isso mesmo os herdeiros dessa caminhada, são os destinatários da Finisterra. Para eles foi imaginada .”É com eles e através deles que esta revista terá um presente – ou não.”

Oportunamente apresentaremos aqui uma nota de leitura deste número de uma revista que  se publica há um quarto  de século.

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