A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Temo-lo dito – no meio de gente desconhecida, incompetente e sem brilho, como a que constitui o governo, no meio de arrivistas, Nuno Crato destacava-se pelo prestígio que trazia. Prestígio baseado numa cultura sólida e numa postura de grande seriedade intelectual. Mesmo entre as esquerdas, sabendo-se que era um democrata moderado e próximo das posições de direita, mesmo entre as esquerdas era respeitado. A sua nomeação como ministro da Educação e Ciência de um governo do PSD não terá causado grande surpresa. O que causou espanto foi, quando este executivo demonstrou que iria governar numa base de terrorismo económico, fazendo tábua rasa de leis, de direitos, de justiça social, quando se viu que ia ser assim, Nuno Crato, não se tivesse demitido. E, aos poucos, vai-se percebendo porquê.
Nem mais! A quantos se aplica?