Poeta e romancista da Costa do Marfim, de expressão francesa. Estudou no Senegal e foi funcionário do Instituto Francês da África Negra em Dakar. A sua poesia assume o orgulho da negritude como testemunham estes versos: «Agradeço-vos, meu Deus, por me ter criado negro/ O branco é uma cor de circunstância/ O negro, a cor de todos os dias». Da sua obra poética: “Afrique debout” (1950), “La ronde des jours” (1956), “Hommes de tous les continents” (1967).
Ojogo entre “SOU” e “VOU” define perfeitamente o grito de revolta instalado no sujeito potco-[?][?][?]-Maria