No link abaixo podem encontrar referências a um texto intitulado When Genocide is Permissible (Quando o Genocídio é Permissível), que chegou a estar para leitura no Times of Israel, um jornal on-line com sede em Jerusalém, e que antes de ser retirado obteve 300 gosto no Facebook, e mais de 3000 tweets. Para retirar o texto do ar o Times of Israel terá invocado que o texto em questão violou as suas linhas editoriais. Nós, entretanto, propomos que leiam a notícia sobre o assunto:
Posteriormente o autor do texto pediu desculpa e o site onde foi publicado pela primeira vez também o retirou do ar. Mas não é exagero nenhum concluir/pensar que há muita gente a ter consciência de que o que se está a passar em Gaza é um genocídio, e que alguns (se calhar muitos) até aprovam. É o estado a que chegámos, setenta anos depois do holocausto, e de se perceber a dimensão do crime cometido. É verdade que entretanto tivemos o Ruanda, a Bósnia e outros crimes em grande escala. Mas um crime nunca pode ser justificado com outro crime. E hoje em dia quem tem a sobrevivência em causa são os palestinianos, não os israelitas.
Entretanto, ontem ouvimos na SIC Notícias que o estado português afinal sempre vai intervir no BES. Trata-se, é verdade, de uma questão de uma dimensão diferente da chacina de Gaza, mas que tem um peso incontestável na vida de muita gente. O BES tem 2 milhões de clientes. Passos Coelho declarou inicialmente que o Estado não interviria no BES. Agora, sempre vai intervir? E quem vai pagar a factura? Novamente os pensionistas e os funcionários públicos, com os cortes nas pensões e salários? E o público, em geral, com os cortes nas verbas para os serviços de saúde, escolas, segurança social? É preciso ter presente que o BES pode vir a ser um buraco muito maior que o BPN, o BANIF e outros bancos que têm estado a ser apoiados.
… Sim, os terroristas do hamas e os terroristas do efeito “Espírito Santo”, são farinha do mesmo saco! lol