ARTES E IDEIAS DA DESCONCENTRAÇÃO, DE JOÃO LUÍS OLIVA, DIAS 21 JANEIRO, ÀS 18H30 EM VISEU, DIA 22 JANEIRO, ÀS 18H30, EM LISBOA E DIA 23 JANEIRO, ÀS 18H00 EM COIMBRA

Artes e ideias da desconcentração – práticas culturais de outros centros” de autoria de João Luís Oliva, é apresentado em três dias consecutivos, em 3 cidades do país.

 viseu

 21 JANEIRO > 18H30 >> VISEU – Teatro Viriato. Apresentação de Madalena Victorino e Francisco Keil do Amaral, com leitura de textos de José Rui Martins.
22 JANEIRO > 18H30 >> LISBOA – Livraria LerDevagar, apresentação do antropólogo José Manuel Sobral e leitura de textos de
23 JANEIRO > 18H00 >> COIMBRA – no Auditório do Conservatório, apresentação de Fernando Catroga, António Pedro Pita e Carlos Santiago

Do prefácio de António Pedro Pita:

 Numa situação em que a cultura praticamente se eclipsou do discurso político, a leitura de Artes e ideias da desconcentração de João Luís Oliva é particularmente instrutiva e inspiradora.

(…)

Obrigar­ nos a esta transfiguração do olhar e ao pensamento de tudo o que, nela, está implícito é o que agradecemos a esta obra inesperada e oportuna: obriga a repensar dicotomias e categorias modernas (centro/periferia; rural/urbano; global/local) dentro das quais continua a pensar aquilo que em nós ainda não é capaz de pensar o que está a acontecer.

“Uma geografia humana e social topograficamente situada no interior centro­ norte de Portugal serve de cenário a referências, comentários críticos, propostas de resposta a questões estratégicas, manifestações de apreço e cumplicidade, tudo relativo ao movimento cultural (também sempre socio­ político) que nesse território emerge e se verifica.

(…)

O volume pretende evidenciar uma realidade nem sempre apercebida e exprimir uma opinião sobre o poliedro plural e mestiço que deve ser a actividade de criação, produção e socialização de artes e ideias. E isto sem as muletas (…) de populismos localistas mais ou menos associativos ou folclóricos.

(…)

Longe da elaboração de um peremptório estudo teórico ou proposta de acção prática — muito mais de um relatório ou inventário de realizações e respectivos protagonistas —, o que aqui se pretende é a exposição de um olhar construído (e sempre em construção) a partir da observação de sucessivas práticas e da sua consideração em quadros mais gerais.” (págs. 17/19)

 

 

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