A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.

helénica do século XX, tornou-se conhecido em todo o mundo quando´, em 1964, o realizador Michael Cacoyannis passou ao cinema o romance Zorba, o Grego, com uma inesquecível interpretação de Anthony Quinn. Kazantzakis é o autor grego contemporâneo mais traduzido. Nasceu em Creta, à época integrada no Império Otomano e estudou Direito em Atenas e depois em Paris, formando-se em Filosofia em 1909, com uma dissertação intitulada Friedrich Nietzsche e a Filosofia do Direito e do Estado. No seu regresso à Grécia, traduziu obras de filosofia. Em 1914 conheceu Angelos Sikelianós e aderiu à causa do nacionalismo grego. A sua filosofia de vida está contida numa breve passagem da sua obra Testamento para El Greco: “Um verdadeiro homem é o que resiste e luta; o que não tem medo de dizer não, nem mesmo a Deus, se tal for preciso”. Na sua luta em busca da verdade, percorreu o mundo e procurou os cenários mais críticos. Fazendo um jornalismo de vanguarda, esteve na Revolução soviética, na guerra dos Balcãs, na Revolução chinesa. Na cobertura da Guerra Civil de Espanha, ficou célebre a sua entrevista a Miguel de Unamuno.
interropeu esses numa área para a qual não sentia vocação. Em 1919 fundou com Louis Aragon e com Aragon e Philippe Soupault a revista Littérature e entra também em contacto com Tristan Tzara, fundador do Dadaísmo. Em colaboração com Soupault, escreve Les Champs magnétiques, passa à prática a teoria da escrita automática. Em 1924 publica o Primeiro Manifesto Surrealista. Em torno de Breton:, cria-se um núcleo constituído por, entre outros, Philippe Soupault, Louis Aragon, Paul Éluard, René Crevel, Robert Desnos, Benjamin Péret. O grupo surrealista. Mudar a vida , como preconizou Jean-Arthur Rimbaud, e transformar o mundo, como propôs Karl Marx, são os dois pressupostos dos surrealistas. Breton torna o surrealismo um movimento universal. Mais do que um movimento literário, abrange todos os domínios da arte, e
entra no território da filosofia política ao pôr em questão a capacidade cognitiva dos seres humanos e os critérios e pressupostos com que coisas ou acontecimentos são avaliados.