CANTIGA DE MAL-DIZER, por D. PEDRO, CONDE de BARCELOS (1289 – 1354)

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CANTIGA DE MAL-DIZER, por D. PEDRO, Conde de Barcelos (1289 – 1354)

Nota de pé de página

O conde pede a um cavaleiro um alão para uma cadela sua. O cavaleiro diz que sim. Mas o conde pensa que ele só cumprirá a promessa quando à terra chegar o próprio Messias.

Do mesmo modo, outro cavaleiro (Pêro Marinho) lhe prometeu dois sabujos. Mas, segundo um meirinho deste próprio fidalgo, o conde de Barcelos só os receberia quando viesse o Anticristo.

Termina o seu escárnio por dizer que ele verá as coisas prometidas quando se encontrarem todos no Paraíso.

In Antologia da Poesia Trovadoresca Galego-Portuguesa, de Alexandre Pinheiro Torres. Lello & Irmão – Editores, Porto, 1977, página 385.

Nota sobre o autor

Filho bastardo de D. Dinis, que lhe conferiu o título de Conde de Barcelos em 1314, aparece nos apógrafos com o nome de Conde D. Pedro de Portugal. É o autor do Nobiliário do Conde D. Pedro. Autor de cantigas de amor e de escárnio. É com este «trovador» do período pós-dionisíaco que se considera normalmente encerrado o período da poesia trovadoresca galego-portuguesa.

(tb. em Antologia da Poesia Trovadoresca Galego-Portuguesa, de Alexandre Pinheiro Torres)

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