TEATRO: “OS ACONTECIMENTOS”, PELOS “ARTISTAS UNIDOS”, DIA 10 DE OUTUBRO, NAS CALDAS DA RAINHA, NO CENTRO CULTURAL E DE CONGRESSOS

Dia 10 de Outubro, pode assistir à peça “OS ACONTECIMENTOS” de David Greig, pelos Artistas Unidos, no  Centro Cultural e de Congressos, às 22 horas.

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Tradução: Pedro Marques;

Com: Andreia BentoJoão Pedro Mamede, Maria Jorge e no coro:Alexandra Pato, Carolina Dominguez, David Cipriano, Diana Narciso, Francisco Sousa, Gonçalo Ventura, Lara Matos, Marco Mendonça, Maria Manuel Pinheiro, Mia Tomé, Nuno Filipe Fonseca, Pedro Paz, Rita Liberal, Rodrigo Ribeiro, Sofia Fialho, Tomás Varela e ainda do coro da Universidade de Lisboa Mariana Camacho, Margarida Soares e Nuno Baptista

Música: John Browne;  Luz: Pedro Domingos; Cenografia e Figurinos: Rita Lopes AlvesApoio ao movimento: Afonso Costa; Direcção Musical: Rui RebeloAssistência de encenação: Maria Jorge; Produção Executiva: Andreia Bento e Pedro CarracaEncenação: António SimãoUma produção: Artistas Unidos: Apoio Creative Scotland; Agradecimentos: S. Luiz Teatro Municipal M14

O RAPAZ A fé não é fácil, bem sabes.
Os acontecimentos põem-nos à prova.
CLAIRE  Posso dizer-te uma coisa em segredo?

A 22 de Julho de 2011, Anders Breivik matou 68 pessoas, a maioria adolescentes. David Greig escreveu Os Acontecimentos inspirado nestes acontecimentos. Até onde pode chegar o perdão?

Dois actores e um coro contam a tragédia, a obsessão e o nosso desejo para compreender o incompreensível. A peça passa-se numa terra sem nome no rescaldo de uma atrocidade – um atirador entrou num ensaio do coro local e abriu fogo. Um ano após o tiroteio, Claire, que se escondeu do atirador na sala de música e testemunhou a morte à queima roupa de um dos cantores principais, luta para perceber o que viu. Torna-se obcecada com o atirador, entrevista a sua família e amigos, os políticos de extrema-direita a quem ele se associou e, numa emocionante cena final, o próprio atirador. Será ele louco ou um demónio? Ou apenas alguém zangado com uma arma? David Greig procura um retrato tanto do homem por trás da atrocidade como das suas vítimas. Encontramos ecos de Dunblane, dos bombardeamentos de Londres e de Columbine.

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