PORQUE É QUE A RÚSSIA FAZ EM 15 DIAS O QUE A NATO NÃO FEZ NUM 1 ANO CONTRA O ESTADO ISLÂMICO?
O terrorismo, bandeira americana para justificar as suas acções colonizadoras nos vários pontos do globo, tive início nos polémicos e nublados ataques do 11 de setembro contra as Torres Gémeas.
A partir daí, todas as actuações americanas foram justificadas com a “luta” contra o terrorismo.
Da Al-Qaeda ao Estado Islâmico…
Após patrocinarem e formarem a Al-Qaeda, e após este grupo terrorista “ter passado de moda”, surge um novo grupo terrorista ainda mais cruel que o anterior: o auto-proclamado Estado Islâmico.
Os Estados Unidos apostaram neste grupo terrorista para desestabilizar a região do Médio Oriente, particularmente o Iraque e a Síria.
Mediatizaram as decapitações, provavelmente encenadas e filmadas com os meios hollywoodianos americanos, para instigar o medo e a sua respectiva resposta militar.
Tentamos, mas não conseguimos…
Durante mais de um ano, a NATO reivindica lutar militarmente e diariamente contra o Estado Islâmico. Mas sem grande sucesso. A que se deve esse insucesso? Porque simplesmente não querem.
De 24 de março a 10 de junho de 1999, além das mortes civis, a NATO, com mais de 400 aviões, neutralizarou 40% do armamento mais avançado do ocidente e destruíram 60% da capacidade industrial da Jugoslávia.
Após mais de um ano de “luta” contra o Estado Islâmico, frequentemente localizado em zonas descobertas no deserto, a NATO não consegue livrar-se desses terroristas.
Surpreendente? Mais surpreendem ainda é o facto de que a Rússia em apenas 15 dias de bombardeamentos consegue fazer recuar e infligir perdas na progressão do Estado Islâmico.
Os próprios Estados Unidos fizeram todos os possível para que o Iraque não possuisse aviões de combate. A Rússia imediatamente assinou um contrato com o Iraque para a venda de 56 helicópteros de combate. Se o Iraque, tivesse tido os meios necessários, teria em poucas semanas aniquilado o Estado Islâmico.
Claro que a Rússia tem todo interesse em defender a sua posição estratégica no Mediterrâneo, mas para além disso quer mostrar a sua força no xadrez mundial e demonstrar que é capaz de sucesso onde os outros não o têm.
A avalanche de “migrantes” da Síria, vomitados ad nauseam pelos media, patrocinada pelo acolhimento desses migrantes por Angela Merkel, não é inocente, serve para preparar o publico mundial para uma intervenção “justificada” contra a Síria, não fosse a Rússia estragar esses planos.