
Parece que a União Europeia pretende ratificar nos próximos a Convenção de Paris sobre as alterações climáticas, celebrada em Dezembro passado. O problema é que as metas então definidas já serão insuficientes, perante o agravamento da situação. Enquanto que por um lado se fala (pouco mais se faz) em reduzir as emissões de carbono, por outro intensificam-se as pesquisas de reservas de combustíveis fósseis e de construção de oleodutos e de outros meios de transporte de produtos em bruto e de combustíveis elaborados. Como vimos recentemente em Portugal, nem as zonas turísticas mais frequentadas são poupadas, e as guerras no Próximo e Médio Oriente lembram-nos onde podem chegar as lutas à volta do controlo dos locais de extracção e das vias de transporte.
Ao nível da informação e debate pelos cidadãos, o problema parece longínquo, apesar do aumento da temperatura ser claramente sentido pela generalidade da população, e estar a ser mais rápido do que o previsto. E de haver apelos qualificados aos governos para tomarem medidas urgentes, conforme se pode constatar clicando nos links abaixo.
Uma nota para o New York Times, clássico jornal norte-americano, que parece estar disposto a dar uma atenção especial às alterações climáticas.
https://www.youtube.com/watch?v=zq4VKrGHJPE
https://aviagemdosargonautas.net/2016/08/17/editorial-julho-de-2016-o-mes-mais-quente-de-sempre/
http://www.nytimes.com/topic/subject/global-warming-climate-change
http://www.worldwildlife.org/threats/effects-of-climate-change
