EXPOSIÇÃO “LUSOFONIA: A BELEZA INSENSATA” NO MUSEU ARPAD SZENES – VIEIRA DA SILVA

 

A exposição “Lusofolia: A Beleza Insensata”, com curadoria de António Saint Silvestre, patente na sala de exposições temporárias do Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva, até 12 de maio, organizada em parceria com o Centro de Arte Oliva, de S. João da Madeira, onde a colecção de Arte Bruta Treger/Saint Silvestre se encontra em depósito.

Nas palavras de António Saint Silvestre, “a Arte Bruta é a última descoberta artística do século XXI, a coqueluche das bienais, museus e feiras de arte internacionais, mas ainda não é popular em Portugal”. Os criadores de Arte Bruta portugueses, à excepção de Jaime Fernandes, ainda vivem numa “terra incógnita” e, por isso, Treger e Saint Silvestre decidiram reunir nesta exposição vários artistas “Brutos” do mundo lusófono, pondo em paralelo Portugal, Brasil e Angola, pela primeira vez apresentados em colectivo.


Daniel Gonçalves – Portugal

Nesta exposição são apresentadas obras dos portugueses Artur Moreira, Carlos Victor Martins, Jaime Fernandes, José Ribeiro, Manuel Bonifácio (que reside em Londres), os irmãos Manuel e Ana Carrondo, Rui Lourenço, Serafim Barbosa, Ti Guilhermina; dos brasileiros Albino Braz, Camilo Raimundo, Evaristo Rodrigues, Jesuys Crystiano, José Teófilo Resende e Marilena Pelosi, além de alguns desenhos de anónimos angolanos.

É a terceira vez que a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva acolhe a Arte Bruta da Coleção Treger / Saint Silvestre — do Centro de Arte Oliva, o único centro de arte que alberga uma coleção deste campo artístico na Península Ibérica.
Durante a exposição será exibido no Auditório do Museu um filme dedicado à Arte Bruta: Eternity has no door of Escape | Encounters with Outsider Art, do realizador Arthur Borgnis.

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