

Boa tarde
A Companhia Nacional de Bailado vai estrear Le Chef D’Orchestre no próximo dia 14 de novembro no Teatro Camões.
Esta é uma nova criação de Paulo Ribeiro para a Companhia Nacional de Bailado, em coprodução com o Thêàtre National de Chaillot.
No sentido de disponibilizar informação sobre o espetáculo para a sua divulgação envio em anexo a sinopse, ficha técnica e informações sobre o espetáculo.
Aqui podem encontrar imagens:
Promocional do espetáculo com créditos de Carla Pires:
Imagens de ensaio com créditos de Hugo David:
Alguma questão agradeço que me contactem.
Obrigado
LE CHEF D’ ORCHESTRE
Teatro Camões
Lisboa
14 a 17 novembro
13 – 21h Ensaio Geral Solidário
14 e 15 – 21h
16 – 18h30
17 – 16h
M/6
Uma pessoa que transporta em si a música, todas as músicas… Um maestro… é sempre uma pessoa de bem, é o líder das boas causas, é o epicentro de um movimento total, é o exemplo da sociedade perfeita; todos concertados para a felicidade geral. Um homem ou uma mulher, sós, frente ao vazio que se pode tornar sublime; em que a grandeza do sentir individual está na direta proporção de o comunicar.
Um maestro não dirige sozinho, é permeável às propostas que os músicos lhe fazem, sugere, recebe e contrapõe. Fiel depositário de uma obra maior que lhe foi confiada, negoceia, ao segundo, a sua capacidade de transcendência. É aqui que o seu caminho se cruza com a dança e os seus intérpretes.
O maestro tem por missão orientar os fluxos da vida, porque eles são feitos de música. Raramente, as questões individuais e coletivas, estiveram tão associadas, ainda por cima para desígnios tão edificantes para todos. É inegável a dimensão política exemplar: um líder que faz bem, sempre bem, sempre em prol de uma causa comum! Um indivíduo frente a um coletivo e vice-versa. Com missões diferentes todos trabalham para o mesmo fim.
É, desta forma, que quero criar este encontro entre um maestro e um corpo de dança. O corpo, os corpos são os de vinte intérpretes, masculinos e femininos, que executarão com rigor partituras partindo do compositor Shostakovitch para uma profusão de registos musicais distintos, mas cúmplices. Vinte maestros para várias orquestras imaginárias, com uma única partitura. Assim será o início da coreografia que de chef d’orchestre passa a corps d’orchestre.
Homens e mulheres que são, na sua integridade, o seu próprio instrumento!
Paulo Ribeiro
Conceção e coreografia Paulo Ribeiro
Ensino de direção de orquestra do 1.º e 3.º movimentos da 8.ª sinfonia de Shostakovitch e Consultoria para banda sonora Miquel Bernat
Figurinos José António Tenente
Desenho de luz Nuno Meira
Assistente do coreógrafo Ana Jezabel
Uma produção Companhia Nacional de Bailado
Coprodução Théâtre National de Chaillot
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