ITINERÁRIOS DE LISBOA | NOVEMBRO DE 2012

DIREÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA | DEPARTAMENTO DE AÇÃO CULTURAL

DIVISÃO DE PROMOÇÃO E COMUNICAÇÃO CULTURAL

ITINERÁRIOS DE LISBOA

          NOVEMBRO DE 2012

 

Dia

Hora

designação do Itinerário

Local DE encontro

6

Terça-feira

10,00

A ARTE FUNERÁRIA NO CEMITÉRIO DOS PRAZERES

A evolução dos cemitérios em Lisboa e a perpetuação da memória, através da arte funerária no Cemitério dos Prazeres, com as visões da morte e do além, no contexto das ideias do romantismo no século XIX.

Construído por ocasião de um surto de epidemia de cólera mórbus, que assolou a cidade em 1833, o Cemitério dos Prazeres engloba a área de uma antiga quinta, a Quinta dos Prazeres, que lhe deu o nome. Foi um dos primeiros cemitérios públicos, fora do centro da cidade, com preocupações higienistas, pensado como um espaço funcional e regular, com centralidades e periferias, semelhantes à morfologia urbana. O modelo e o regulamento foram inspirados no cemitério parisiense do Pére L’Achaise, assim como alguns dos primeiros jazigos. O Cemitério dos Prazeres é um autêntico museu a céu aberto, onde o visitante pode ter contacto com as diferentes iconografias religiosas e profanas.

Junto à porta do Cemitério dos Prazeres

7

Quarta-feira

10,00

LISBOA BARROCA

Em 1706 D. João V sobe ao trono e, com ele, desenha-se o barroco joanino em Lisboa, uma nova arquitetura sob a influência italiana.

Em 1711 a Igreja do Menino Deus estava concluída; o seu arquiteto João Antunes, também riscou Santa Engrácia.

No Campo de Santa Clara desenha-se o Palácio Barcarena da autoria de Manuel da Costa Negreiros.

Um percurso com início no Largo do Menino Deus e a terminar em Santa Engrácia.

Largo do Menino Deus

8

Quinta-feira

10,00

PELA FREGUESIA DOS ANJOS

No que eram terras cultivadas pelos árabes e onde estes ocupantes de Lisboa situavam, ainda, as suas indústrias e o seu cemitério, viria a nascer, já no século XVI e por decreto do Cardeal D. Henrique, a freguesia, ou paróquia, dos Anjos.

Com destaque para a cerâmica, é ainda marcada pela presença da habitação do Intendente Pina Manique, pela Avenida D. Amélia, hoje Almirante Reis, pelo Concelho Distrital da Ordem dos Advogados, por alguns serviços do Banco de Portugal e, ainda, por três bairros peculiares.

Junto à Igreja dos Anjos

13

Terça-feira

10,00

DO CAMPO PEQUENO AO BAIRRO DO ARCO CEGO

Em 1930, foi inaugurado o Bairro do Arco Cego, um bairro social que se situa junto ao Campo Pequeno. Nascia um novo conceito de habitação económica da cidade, acompanhado do surgimento do Estado Novo.

Um itinerário que parte de um antigo espaço de quintas fidalgas, o Palácio das Galveias, e percorre as principais zonas do Arco do Cego.

Junto ao Palácio das Galveias

14

Quarta-feira

10,00

LISBOA DE FERNANDO PESSOA

Multifacetado, indo para além da poesia, Fernando Pessoa assume inúmeras personalidades e estilos, havendo mesmo uma diversidade dentro de cada um deles. Tendo passado praticamente toda a sua vida adulta em Lisboa, um percurso pelos sítios de vivência do autor. Desde o Largo de São Carlos, onde nasceu, até ao Martinho da Arcada, onde tomou o seu último café, guiados pela obra, pelos amigos, pelos locais e pelos estabelecimentos que frequentou, num itinerário literário e artístico da cidade.

Largo de São Carlos

15

Quinta-feira

10,00

NO RASTO DE UM ATENTADO

Na noite de 3 de Setembro de 1758, D. José I sofria um atentado quando seguia incógnito numa carruagem nos arredores de Lisboa. O rei regressava para a Real Barraca na Ajuda, após mais uma noite com a amante a “marquesinha” Távora, D. Teresa Leonor.

O incidente serviu para que o seu ministro, o Marquês de Pombal, dele se servisse como pretexto para desencadear uma implacável perseguição contra os inimigos do seu governo: a aristocracia e os jesuítas. Ao atentado contra o rei, seguiu-se o famoso e trágico “Processo dos Távora”, em que os supostos culpados e outros inocentes foram barbaramente martirizados no cadafalso, em Belém.

“No rasto de um atentado”, percorrem-se locais que nos ligam à história da cidade, nos tempos a seguir ao terramoto de 1755.

Largo da Ajuda (largo em frente ao Palácio da Ajuda)

21

Quarta-feira

10,00

DO CASTELO AO CHAFARIZ

Das sete colinas da cidade a do Castelo foi a primeira a ser habitada, a avaliar pelos vestígios arqueológicos aí encontrados. A colina do Castelo, coroada pelo Castelo de São Jorge que lhe dá o nome, apresenta-se como o último reduto de uma cidade fortificada. Banhada pelas águas do estuário do Tejo, porto de paragem para os fenícios, cartagineses, romanos, mouros e cristãos, a colina do Castelo guarda em si toda a história da cidade de Lisboa.

Este percurso permite ao visitante a descoberta de cenários naturais de paisagens urbanas extraordinárias.

Largo do Chão da Feira, junto à porta principal do Castelo

22

Quinta-feira

10,00

O AQUEDUTO DAS ÁGUAS LIVRES E OS CHAFARIZES DE LISBOA

Para resolver a escassez da água na cidade de Lisboa, o rei D. João V decretou em 1731 a construção do Aqueduto das Águas Livres, uma obra monumental e única que implicou a construção de alguns chafarizes, reveladores de novas praças e largos de Lisboa.

Um itinerário a começar na Mãe de Água das Amoreiras e a terminar no Chafariz da Esperança.

Junto à Mãe de Água das Amoreiras

23

Sexta-feira

10,00

 LISBOA DA SÉTIMA COLINA

Príncipe Real, São Pedro de Alcântara, Bairro Alto, Chiado, todos estes topónimos, tão caros aos lisboetas e aos que nos visitam, fazem parte da que chamamos Sétima Colina de Lisboa e que ao longo deles se desenvolve até ao Cais do Sodré, ao longo do que teria sido o exterior da muralha Fernandina, erguida entre 1373 e 1375. A partir destas datas, iremos percorrer os locais e os séculos até aos nossos dias, referindo pessoas, imóveis e instituições que deixaram a sua marca ao longo desta encosta.

Jardim do Príncipe Real

 

28

Quarta-feira

10,00

LISBOA DO FADO NA MADRAGOA

Elevado a Património Imaterial da Humanidade, o fado é agora a canção do mundo, que fala de Portugal, da sua cultura, da sua língua, dos seus costumes, dos seus poetas. Uma canção universal que evoca os sentimentos de dor, de ciúme, de solidão, de amor, de saudade.

Um percurso pelas ruas dos bairros populares onde o fado nasceu.

Rua das Trinas, junto ao Instituto Hidrográfico de Portugal

29

Quinta-feira

10,00

LISBOA DO FADO EM ALFAMA

Elevado a Património Imaterial da Humanidade, o fado é agora a canção do mundo, que fala de Portugal, da sua cultura, da sua língua, dos seus costumes, dos seus poetas. Uma canção universal que evoca os sentimentos de dor, de ciúme, de solidão, de amor, de saudade.

Um percurso pelas ruas dos bairros populares onde o fado nasceu.

Junto ao Panteão Nacional

 

Itinerários de Lisboa

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Palácio do Machadinho | Rua do Machadinho, 20, 1249-150 Lisboa

Telefone: 21 817 07 42 | E-mail: itinerarios.tematicos@cm-lisboa.pt

   

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